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4 ações sobem mais de 30% e 13 caem mais de 20%: destaques do Ibovespa no 1º semestre

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Edição invistaja.info e MarketMsg

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Junho representou o quarto mês seguido com sinal negativo, de 1,01%, com parte do desempenho atrelado a uma nova saída de estrangeiros das ações brasileiras. No segundo trimestre, a perda alcançou 8,24%, reduzindo a alta no ano para 6,76%.

No acumulado do ano, o grande destaque positivo ficou com Usiminas (USIM5) subindo 41,30%, enquanto o negativo ficou com outra siderúrgica, a CSN (CSNA3), com baixa de 46,90%. Onze ações fecharam com ganhos acima de 20% em 2026, sendo que 4 subiram mais de 30%, enquanto 13 caíram mais de 20%.

Confira as maiores altas e baixas do primeiro semestre:

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Maiores altas

Usiminas (USIM5): salto de 41,30%

As ações da Usiminas chegaram a subir mais de 60% no acumulado do ano, mas perderam força nos últimos meses do semestre, ainda que estando entre os destaques do período. O Goldman Sachs elevou a recomendação para os ativos no fim do mês para compra, apostando em uma melhora relevante no cenário para o setor de aço no Brasil e no posicionamento da companhia para capturar esse movimento.

A revisão refletiu uma visão mais construtiva para a dinâmica de oferta e demanda no mercado brasileiro de aço, que deve favorecer empresas com maior alavancagem operacional aos preços domésticos — caso da Usiminas, segundo os analistas.

De acordo com o banco, o ambiente para o aço no Brasil começa a dar sinais de inflexão após anos de pressão causada pelo avanço das importações, especialmente vindas da Ásia. Dados citados pelo Goldman mostram que as importações de aço caíram 42% na comparação mensal em abril, após um período prolongado de crescimento, em movimento após esforço das barreiras comerciais no país, como aumento de tarifas, estabelecimento de cotas e implementação de medidas antidumping, além da alta de custos globais e gargalos logísticos. 

A equipe de análise do Itaú BBA elevou o preço-alvo para a ação de R$ 9 para R$ 11 e manteve compra para USIM5, diante do momento positivo do mercado de aço no Brasil e possíveis ganhos fiscais ligados a juros sobre capital próprio (JCP) não pagos no passado.

A visão do Bradesco BBI, por sua vez, era de que os fundamentos da Usiminas haviam surpreendido positivamente em relação às suas expectativas iniciais , mas vê uma relação risco-retorno menos atrativa, o que levou a manter recomendação neutra. Para 2027, há potencial de melhora, sustentada por desempenho operacional mais forte, mas ainda limitada por elevados investimentos, que podem aumentar caso avance o projeto de extensão da vida útil das minas de minério de ferro.

Copasa (CSMG3): avanço de 39,47%

O primeiro semestre da Copasa foi marcado pela privatização da companhia mineira de saneamento, o que traz novas perspectivas para a empresa.

A desestatização foi concluída em 11 de junho. Na data, o processo de bookbuilding foi finalizado e o follow-on precificado em R$ 49,03 por ação.

Na avaliação dos especialistas do Safra, a privatização cria condições mais favoráveis para destravar valor na Copasa ao longo do tempo. Em primeiro lugar, destaca-se o elevado potencial de redução de custos – em algumas linhas, os ganhos podem chegar a até 60%.

Além disso, a expectativa é de queda da inadimplência, sobretudo quando comparada a outras utilities. Outro ponto relevante envolve a possível ampliação do escopo das concessões. Nesse caso, contratos hoje restritos ao fornecimento de água podem incluir serviços de esgoto. Já a nova estrutura societária tende a favorecer a melhora gradual da estrutura de capital.

No fim do mês, o Bradesco BBI elevou a recomendação para CSMG3 de neutra para compra, com o preço-alvo de R$ 73.

Na visão dos analistas do banco, agora sob liderança da Equatorial (EQTL3), que comprou uma participação de 30% na Copasa após a privatização, a ação CSMG3 é um ótimo veículo para capturar o forte crescimento do lucro por ação/LPA (com crescimento médio ponderado anual, ou CAGR, de 13% entre 2026-2033) e o potencial de dividendos vindos de cortes de despesas (opex)e execução de investimentos(capex) para universalizar os serviços de saneamento em Minas Gerais até 2033.

As novas estimativas incorporam: (i) a visão de que os volumes vendidos podem ser mais altos dentro da concessão existente, em torno de 3,5% ao ano (versus cerca de 3,0% anteriormente); e (ii) maior eficiência (menor prazo de ativação) para incorporar o capex a base de ativos regulatória (RAB) e gerar retorno via tarifas.

Para os analistas, a Copasa também deve, em breve, entrar para o grupo das utilities com alto dividend yield (rendimento de dividendos).

Eneva (ENEV3) sobe 33,47%

O primeiro semestre da Eneva foi marcado por leilão de energia em março, que mostrou novos horizontes para a companhia. Após um momento de aversão a risco para os ativos com as regras no leilão de reserva de capacidade (LRCAP), que posteriormente sofreu mudanças, a conclusão do certame foi positiva para a companhia.

No leilão, a Eneva contratou 5,0 GW de capacidade, incluindo 1,5 GW de ativos existentes e 3,5 GW de novas usinas termelétricas, superando expectativas de mercado. A companhia estima capex (investimentos) total de R$ 18,2 bilhões entre 2026 e 2031, com impacto potencial de elevação de valor presente líquido (NPV) de até R$ 18 bilhões considerando eventuais entradas de parceiros minoritários em Jandaia, Norte Fluminense e Presidente Kennedy. No fim de maio, houve contestação do certame pela área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU), mas sem maiores desdobramentos.

Em relatório do Bradesco BBI, de perspectivas para o terceiro trimestre, entre as empresas de média capitalização a preferência é pela Eneva, vista como uma das principais histórias de crescimento do setor elétrico, apoiada na expansão da geração térmica para complementar as fontes renováveis.

Petrobras (PETR3): em alta de 32,30%

As petroleiras, ainda que perdendo força em junho com o acordo EUA-Irã, fecharam entre as maiores altas do semestre em meio ao salto do petróleo com a guerra entre os países, que levou o petróleo brent a ir além de US$ 120 o barril. No fim do semestre, contudo, a commodity fechou na casa dos US$ 70 o barril.

Além disso, mesmo com a queda recente do petróleo, o mercado segue com visão otimista para as ações do setor.

 Em relatório logo após o acordo, a XP afirmou que Petrobras e PRIO continuam sendo as principais recomendações no setor, devido ao balanço entre risco e retorno.

As duas companhias são também as mais sensíveis às variações do preço do petróleo. A cada queda de US$ 10 no barril, o rendimento de fluxo de caixa livre ao acionista (FCFE) diminui cerca de 3,6 pontos percentuais para PRIO, 2,8 pontos percentuais para Petrobras, 2,4 pontos para PetroReconcavo e 1,8 ponto para Brava Energia.

Ainda assim, a casa avalia que os níveis atuais do petróleo seguem elevados o suficiente para sustentar uma geração de caixa robusta.

A XP tem recomendação de compra para Petrobras, PRIO e Brava, com preços-alvo respectivos de R$ 63, R$ 78 e R$ 25 e neutra para RECV3, com preço-alvo de R$ 13.

De acordo com relatório da XP, a avaliação das petroleiras brasileiras continua atrativa. Mesmo com a recente acomodação do petróleo, a casa destaca que, se o Brent alcançar média de US$ 90 por barril entre o segundo e o quarto trimestre de 2026, os rendimentos de FCFE (Fluxo de Caixa Livre para o Acionista) permanecem elevados — cerca de 24% para PRIO e 15% para Petrobras, suas principais escolhas no setor.

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Corroborando a visão positiva, os analistas do JPMorgan reiteraram visão positiva para as ações da Petrobras, mesmo com a queda recente dos ativos. Para o banco, a petroleira estatal desponta como uma das histórias mais robustas entre as grandes globais do setor, combinando crescimento consistente, forte geração de caixa e elevada distribuição de dividendos.

“Reiteramos nossa recomendação de compra e vemos a recente fraqueza do preço das ações como uma oportunidade para aumentar a exposição a uma rara combinação de crescimento e rendimento”, apontam os analistas.

Copel (CPLE3): alta de 27,94%

Assim como a Eneva, a Copel, também recentemente privatizada, também com efeito do leilão de reserva de capacidade.

O JPMorgan tem recomendação overweight (exposição acima da média do mercado, equivalente à compra) para a companhia elétrica.

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O banco destaca preferência por empresas com cenários de risco mais controlados, mesmo que isso limite ganhos mais agressivos. Nesse contexto, avalia que a Copel se encaixa nesse perfil, com impacto relativamente limitado em cenários adversos. Uma queda de 30% nos preços de energia teria efeito de cerca de menos 10% no valor presente líquido (VPL), enquanto uma redução de 100 pontos-base no retorno permitido na distribuição implicaria impacto de cerca de 6%. Os dividendos podem permanecer acima de 5% entre 2026 e 2029, ante 7% no cenário base.

Entre os fatores controláveis, o banco destacou justamente o desempenho da Copel no último leilão de capacidade, que evidenciou equilíbrio na alocação de riscos, destravou valor relevante e reforçou sua posição como alocadora eficiente de capital, com balanço confortável. No cenário externo, os preços de energia no Brasil permanecem firmes, acima de R$ 220 por Megawatt-hora (MWh), com surpresas positivas nos preços realizados, especialmente no segmento hidrelétrico e na região Sul.

A revisão do preço-alvo incorpora novos projetos hidrelétricos contratados no leilão, estimativas preliminares para a revisão tarifária da distribuidora, atualização da curva de preços de energia, dados operacionais recentes e premissas macroeconômicas. O JPMorgan observa que suas projeções para 2026 a 2030 permanecem ligeiramente abaixo do consenso, refletindo premissas mais conservadoras para preços de energia no longo prazo.

Veja as altas do Ibovespa no 1º semestre:

Maiores baixas

CSN (CSNA3): queda de 46,90%

A CSN acumulou queda de mais de 46% neste semestre. A siderúrgica tem queda muito atrelada à sua alta alavancagem. A companhia assistiu, nos últimos seis meses, oscilações de papéis movidas por notícias sobre vendas de ativos. Ainda em maio, o papel da CSN saiu de recuo de cerca de 1,40% para alta de 4,7% em seu primeiro pregão após a divulgação do balanço do 1º trimestre de 2026 justamente após notícias sobre vendas de ativos.

O balanço não foi visto como negativo, assim como os números da CSN Mineração (CMIN3), braço de mineração da siderúrgica. Ainda assim, os papéis caíam até declarações do o diretor financeiro da CSN, Antonio Marco Rabello, sobre alienação de alguns ativos.

“Recebemos volume bem grande de ‘non binding’ (ofertas não vinculantes)”, disse o executivo durante conferência com analistas após publicação dos resultados da CSN no primeiro trimestre, citando que a empresa mantém expectativa de concluir a venda da CSN Cimentos no terceiro trimestre.

Algumas das vendas foram já consideradas positivas por analistas. Na avaliação da Genial Investimentos, a alienação de ativos de infraestrutura representa um passo importante no processo de desalavancagem da companhia.

A corretora estima que a venda pode reduzir a relação entre dívida líquida e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de 3,4 vezes para a faixa superior de 2 vezes, além de gerar uma economia bruta anual de R$ 500 milhões a R$ 800 milhões em despesas com juros.

Em meio a tantas especulações, o papel sofre com volatilidade e também com cautela dos analistas. De acordo com compilação da Reuters feita com analistas que cobrem CSNA3, 7 tem recomendação de manutenção e 3 de venda.

Magalu (MGLU3): baixa de 46,51%

As ações do Magazine Luiza (MGLU3) acumulam uma das piores performances do Ibovespa em 2026, com queda de 49,37% no ano até o fim de junho. A pressão sobre os papéis se intensificou após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre, período em que a companhia registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 33,9 milhões, revertendo o lucro de R$ 11,2 milhões obtido no mesmo intervalo do ano anterior. Somente em junho, os ativos recuaram mais de 24%, aprofundando as perdas já observadas nos meses anteriores.

Entre os fatores que pesaram sobre o desempenho da varejista está o cenário de juros elevados. Para analistas, patamar mais alto da Selic aumentou o peso das despesas financeiras sobre os resultados da companhia. Mesmo com a operação apresentando desempenho razoável, o endividamento se tornou mais oneroso à medida que os juros avançaram, pressionando o lucro líquido da empresa.

O ambiente competitivo no comércio eletrônico também trouxe desafios para o Magazine Luiza no início do ano. No primeiro trimestre, o volume de vendas do e-commerce registrou queda superior a 10%, tanto nas operações próprias quanto no marketplace.

De acordo com Lucas Ozório, gerente de Relações com Investidores da companhia, o movimento foi influenciado pela forte concorrência em produtos de menor valor vendidos por outras plataformas. Como resultado, as vendas totais da empresa, somando lojas físicas, e-commerce e marketplace, atingiram R$ 15,2 bilhões, recuo de 5,6% na comparação anual.

Apesar da forte desvalorização das ações, parte do mercado vê espaço para recuperação no segundo semestre. O Citi elevou a recomendação para os papéis de venda para neutra ao entender que a queda acumulada já incorporava um cenário de juros elevados e consumo mais fraco.

MRV (MRVE3): desvalorização de 31,61%

As ações da MRV (MRVE3) reagiram no semestre a um cenário mais desafiador para o setor de construção civil e perderam mais de 30%. Algumas novidades, como medidas do governo envolvendo o uso de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para quitar dívidas, passaram a preocupar investidores.

O setor de construtoras é diretamente impactado, uma vez que o fundo é uma importante fonte de financiamento para o mercado imobiliário. Ao mesmo tempo, preocupações com a alta dos custos de construção e com a inflação do setor contribuíram para aumentar a cautela em relação às empresas do segmento.

O ambiente de custos mais elevados tem sido um dos principais fatores de preocupação para os investidores. Segundo análise do Bradesco BBI, a inflação da construção segue difícil de prever, enquanto sinais de aceleração do INCC-M aumentam as incertezas sobre as margens das incorporadoras. O banco avalia que a falta de visibilidade sobre eventuais revisões orçamentárias mantém a pressão vendedora sobre as ações do setor e prolonga a postura defensiva do mercado diante das construtoras.

No caso específico da MRV, o UBS-BB rebaixou a recomendação das ações de compra para neutra e reduziu o preço-alvo de R$ 12 para R$ 7. A instituição apontou como principal motivo a deterioração das perspectivas macroeconômicas no Brasil, com expectativa de juros elevados por mais tempo.

Leia mais: UBS-BB corta recomendação para MRV (MRVE3) após piora nos juros; ação cai mais de 3%

De acordo com o banco, esse cenário reduz o potencial de crescimento dos lucros da operação doméstica e torna a ação menos atrativa em relação a outros nomes do setor. Após a divulgação do relatório, os papéis chegaram a cair mais de 3% na Bolsa.

Outro ponto que segue gerando preocupação é a situação da Resia, subsidiária da MRV nos Estados Unidos. Segundo o UBS-BB, a operação continua enfrentando dificuldades, com prejuízos recorrentes, ritmo mais lento de locação dos empreendimentos e rentabilidade pressionada por juros elevados.

Minerva (BEEF3): queda de 30,39%

As ações da Minerva (BEEF3) têm enfrentado um ano difícil na Bolsa, acumulando forte desvalorização em 2026. Em meio a esse cenário, surgiram especulações sobre uma possível oferta pública de aquisição (OPA) para fechamento de capital da companhia. Os controladores estariam avaliando a recompra de mais de 45% das ações em circulação, em uma operação que poderia custar entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2,3 bilhões e incluir prêmio de cerca de 30% sobre a cotação dos papéis.

Na avaliação da Genial Investimentos, a tese faz sentido diante do desconto em que a Minerva negocia em relação ao preço-alvo médio do mercado e do potencial de captura de valor com a integração dos ativos adquiridos da Marfrig na América do Sul.

A corretora destaca que o mercado ainda não estaria precificando integralmente essas sinergias. Por outro lado, o principal entrave para uma eventual operação não seria o valor da ação, mas o custo de financiamento, já que a empresa segue com alavancagem elevada e enfrentando um ambiente de juros altos.

O setor também enfrenta ameaças, que fizeram o papel cair mais de 5% no dia 19 de junho. Uma delas foi a possibilidade de a China ampliar sua demanda por carne bovina brasileira. A fala, que teria vindo do embaixador da China citado pelo Ministério da Agricultura (Mapa), reacendeu as discussões sobre a necessidade de ampliar a cota de exportação do Brasil para o mercado chinês, que poderia elevar tarifas e reduzir a competitividade da proteína brasileira.

Leia mais: O que o Brasil deve fazer para a sua carne não ser tarifada pela China?

Cogna (COGN3): desvalorização de 29,91%

Após alta de mais de 200% no acumulado de 2025, os papéis da companhia educacional apresentam queda de mais de 29% nos primeiros seis meses de 2026. No balanço do primeiro trimestre, os papéis recuaram mais de 1%. A Cogna (COGN3) apresentou dados aquém das expectativas, com a Kroton apresentando desempenho inferior devido ao menor volume de cursos a distância, maiores gastos com marketing e provisões para devedores duvidosos.

O BTG Pactual avalia que o ciclo de captação do primeiro semestre de 2026 reforçou um cenário de volumes mais fracos no setor de educação, especialmente no EAD (ensino a distância), mas com melhora gradual no mix de alunos e cursos. Segundo o banco, as companhias vêm priorizando segmentos de maior rentabilidade, estratégia que ajuda a compensar a desaceleração nas matrículas.

A Cogna, por exemplo, registrou queda de 14% na captação total de alunos na comparação anual, pressionada pelo recuo de 32% no EAD, enquanto os cursos presenciais e híbridos avançaram

Preocupações sobre juros altos com a inflação pressionada também impactaram as ações da companhia.

Confira as ações do Ibovespa que caíram no 1º semestre:

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