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Ações da JHSF saltam 6% após autorização da Anac para voos internacionais em aeroporto; construtoras e varejistas avançam até 5%

Confira os destaques do noticiário corporativo na sessão desta quinta-feira (24)
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Edição MarketMsg e invistaja.info

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LUXM4 | Liq.Corr.: 1.98 | Cresc.5anos: 0.0303 | ROIC: 0.1051 | Mrg.Liq.: 0.0869 | Pat.Liq: 95320000.0 | P/EBIT: 28.63

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BRASIL | invistaja.info — Seguindo o movimento das bolsas internacionais, impulsionadas por expectativas de recuperação econômica, o Ibovespa também registrou ganhos nesta quinta-feira (24).

Em destaque entre as altas, ficaram os ativos da JHSF Participações (JHSF3, R$ 7,84, +6,23%), com ganhos de cerca de 6%: a companhia informou que seu aeroporto executivo recebeu autorização para operar voos internacionais. Assim, passará a se chamar São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional. O aeroporto fica localizado na Rodovia Castello Branco, a 30 minutos da cidade de São Paulo.

Os papéis de varejistas e construtoras também subiram com o maior otimismo sobre a economia, melhora no sentimento do consumidor e também em um movimento de recuperação após as quedas recentes em meio aos possíveis sinais de aceleração do aumento dos juros pelo Copom na próxima reunião de política monetária, em agosto.

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B2W (BTOW3, R$ 70,37, +3,05%), Magazine Luiza (MGLU3, R$ 21,65, +5,20%), Lojas Americanas (LAME4, R$ 22,38, +4,48%) e Cia. Hering (HGTX3, R$ 35,20, +2,24%) avançaram mais de 2%, enquanto Cyrela (CYRE3, R$ 23,53, +0,90%) e MRV (MRVE3, R$ 16,98, +1,31%) subiram cerca de 1%.

Apenas seis ações registraram perdas de mais de 1%, sendo que a Vale (VALE3, R$ 111,03, +0,13%) estava nesse grupo das negativas, mas conseguiu ganhar força no fim do pregão e fechar em alta, ao passo que outras empresas de commodities tiveram ganhos mais acentuados.

Confira os destaques:

Ambev (ABEV3, R$ 17,95, -0,22%)

O Morgan Stanley reduziu o preço-alvo para as ações da Ambev de R$ 14 para R$ 13,80, mantendo recomendação underweight (exposição abaixo da média), destacando que as ações já subiram 25% desde a divulgação dos resultados do primeiro trimestre.

Para os analistas, a expectativa é de que o ritmo de receita e faturamento bruto seja mantido, devido a fatores temporários que tiveram impacto favorável sobre a companhia: alta demanda da cerveja, que o banco avalia que não seja sustentável; pressão sobre a oferta da Heineken, que o banco aponta como atenuada devido a nova capacidade de produção. O banco avalia que o faturamento bruto deve desacelerar no quarto trimestre de 2021 e em 2022, e que as margens podem ser estruturalmente mais baixas.

A expectativa é por um panorama mais competitivo em 2022, dada a expectativa de que a concorrência aumente sua capacidade em, potencialmente, 20%. Espera-se que o faturamento da Ambev se mantenha em 2022, e que a demanda por cerveja desacelere após a reabertura da econômica, avaliando que a receita com o auxílio emergencial da pandemia representou um impulso à demanda maior do que o creditado a ele.

A poupança dos investidores ainda estão 17% abaixo dos níveis anteriores à pandemia. A projeção é de que a menor renda disponível no segundo semestre de 2021 e em 2022, com maior inflação dos alimentos, de 6% segundo suas estimativas, e maiores gastos com serviços reduzam, potencialmente, o consumo de bebidas. O banco espera margens menores por um período maior, especialmente em 2022.

Vale (VALE3, R$ 111,03, +0,13%)

A Vale comunicou que alterou o valor a ser pago por ação em dividendos anunciados na quinta-feira da semana passada (17).  A mineradora tinha anunciado um dividendo de cerca de R$ 2,177096137 por ação e, após a modificação, o valor  definido ficou em R$ 2,189670064. Segundo a empresa, a alteração foi necessária uma vez que a recompra de ações da companhia diminuiu o número de ativos em circulação.

A partir de hoje, dia 24, as ações da Vale negociarão “ex-dividendos”, significando que quem comprar os papéis desse dia em diante não terá direito a receber os proventos. O pagamento ocorrerá no dia 30 de junho para os investidores nacionais e de 8 de julho para quem for dono dos ADRs.

Bancos e indústria química

Em destaque, a Câmara dos Deputados aprovou na noite da véspera a Medida Provisória (MP) que aumenta a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para os bancos de 20% para 25% até o final do ano.

As demais instituições financeiras (como corretoras de câmbio, empresas de seguro, cooperativas de crédito, administradoras de cartão de crédito) pagarão 20% (hoje são 15%) até o final de 2021 e em 2022 voltam para os 15%. Já o fim dos incentivos tributários para a indústria química e petroquímica será de quatro anos. O texto vai para sanção presidencial.

Fleury (FLRY3, R$ 26,62, +0,11%)

A Fleury informou que segue trabalhando para resolver o ataque cibernético do qual foi vítima nesta semana e que vem recebendo o auxílio da Quality Assurance.

“Ressaltamos que nossa base de dados está íntegra e que o atendimento em todas as unidades de atendimento da companhia segue acontecendo por meio de soluções de contingência para garantir a prestação de serviços aos nossos clientes, que seguem recebendo nosso foco de atenção”, destacou a empresa.

Iguatemi (IGTA3, R$ 43,48, +2,43%)

A Iguatemi vai emitir R$ 500 milhões em debêntures. A empresa afirmou que vai usar o capital para reforçar o capital de giro e para alongar as dívidas.

Marfrig (MRFG3, R$ 18,96, +1,94%)

A Marfrig Global Foods afirmou em nota na quarta que comprou um terreno para a construção de uma unidade frigorífica na cidade Yby Yaú, no Departamento de Concepción, no Paraguai, marcando a entrada da companhia em mais um país da América do Sul.

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A intenção de construir uma unidade no país sul-americano já havia sido mencionada pela empresa, principalmente após a realização de uma parceria com a Associação Paraguaia de Produtores e Exportadores de Carne, anunciada em 2020. Na época, a Marfrig disse que os investimentos no projeto poderiam chegar a US$ 100 milhões.

Carrefour Brasil (CRFB3, R$ 21,63, +1,64%)

O Carrefour, dono do Carrefour Brasil, afirmou na quarta que começou uma “reflexão” sobre o tamanho de suas subsidiárias internacionais, mas negou que tenha decidido vender ativos. Uma porta-voz do Carrefour fez o comentário depois que a revista semanal francesa Challenges publicou que o Carrefour está planejando vender subsidiárias na Polônia e em Taiwan e que concedeu mandato à KPMG para auditá-las.

Gerdau (GGBR4, R$ 30,77, +3,29%), Usiminas (USIM5, R$ 19,10, +2,58%), CSN (CSNA3, R$ 44,60, +3,31%)

O Itaú BBA realizou um encontro on-line com Carlos Loureiro, presidente do Inda (Instituto Nacional de Distribuidores de Aço). Ele falou sobre a perspectiva de volumes e preços de aço em alta, que considera uma notícia já antiga. Mas o Itaú afirma que o encontro confirmou que novas altas parecem menos prováveis, dado que estoques estão mais equilibrados, e as importações estão subindo. O banco diz que a produção está próximo ao limite da capacidade no Brasil, e deve continuar alta se produtores decidirem elevar as exportações nos próximos meses, algo menos provável devido à recomposição dos estoques, à valorização do real e a preços mais estáveis. O consumo aparente de aço deve crescer 15% em 2021, diz o Itaú BBA.

O banco mantém avaliação outperform para Gerdau, Usiminas e CSN. Para a Gerdau, indica preço-alvo para 2021 de R$ 45, frente à cotação de R$ 29,79 dos papéis GGBR4; para a Usiminas, de R$ 28, frente à cotação de R$ 18,62 dos papéis USIM5; para a CSN, de R$ 61, frente à cotação de R$ 43,17 dos papéis CSNA3.

Duratex (DTEX3, R$ 22,74, +4,31%)

O Credit Suisse atualizou seu modelo para a Duratex, incorporando os resultados do primeiro trimestre de 2021 e contabilizando maiores remessas da divisão Deca da empresa, que o banco espera que cresça 13% em 2021 na comparação anual, frente à estimativa anterior, de 3%. O banco também incorporou aumentos de preço anunciados no segundo trimestre e a nova previsão para a cotação média do dólar em relação ao real, de R$ 5,2 para 2021, frente à estimativa anterior de R$ 5,5, além de pressões de custos com a alta das commodities.

Assim, o banco elevou de R$ 25 para R$ 27 o preço-alvo da empresa, mantendo recomendação outperform e apontando  que a empresa deve ser uma beneficiária central de um possível ciclo de crescimento de vários anos da construção no Brasil. O banco diz que a relação entre dívida líquida e lucro Ebitda está atualmente em 1,2 vez, e deve cair para 0,8 vez em 2021, segundo sua estimativa. Isso pode abrir espaço para a distribuição maior de dividendos ou crescimento por meio de fusões e aquisições.

O banco espera que a Duratex registre um Ebitda de R$ 2,1 bilhões em 2021, alta de 63% em relação ao ano anterior, e que as margens fiquem em 27%, frente a 22% em 2020.

Rede D’Or (RDOR3, R$ 68,19, -0,89%)

XP e Credit Suisse revisaram suas estimativas para a Rede D’Or. O Credit Suisse reduziu o preço-alvo de R$ 78 para R$ 76, mas mantendo recomendação outperform.

Os analistas do banco suíço incorporaram as novas premissas de expansão no modelo, que se basearam principalmente na estratégia reforçada de expansão orgânica e inorgânica que consequentemente devem impactar margens, capex e início das operações das unidades.

Já a XP retomou a cobertura de Rede D’Or após seu recente aumento de capital, com recomendação de compra e preço alvo de R$ 88 por ação (o anterior era de R$ 85).

“Atualizamos nossos números com os resultados mais recentes da empresa e um novo cenário macro – com o maior impacto no lucro devido às estimativas de taxas de juros mais altas. É importante ressaltar que a empresa aumentou seu plano de expansão para novos leitos – organicamente; e tem sido bastante ativa na área de fusões e aquisições. Em nossa opinião, o aumento de capital logo após seu IPO indica uma agenda de fusões e aquisições mais forte. Portanto, continuamos otimistas com a história de forte crescimento da Rede D’Or e estimamos um crescimento médio anual do lucro líquido de 81% entre 2020-2023”, avaliam os analistas.

Copasa (CSMG3, R$ 16,22, -1,64%)

O Morgan Stanley atualizou a sua avaliação para a Copasa, citando os resultados do primeiro trimestre e a guidance para despesas de capital, aliada à revisão tarifária preliminar divulgada pelo órgão regulador sanitário em Minas Gerais. O banco elevou o Ebitda de curto prazo em 8% em média, principalmente por uma base regulatória acima do esperado. Para o período após 2023, o banco manteve as previsões relativamente inalteradas.

A avaliação é overweight (exposição acima da média do mercado), e o preço-alvo para 2021 ficou inalterado em R$ 21, frente à cotação de R$ 16,49 de fechamento da véspera. O custo ponderado do capital (WACC na sigla em inglês) em reais foi elevado pelo Morgan Stanley de 10,11% para 10,44%.

3R Petroleum (RRRP3, R$ 46,61, -2,31%)

O Morgan Stanley comentou a potencial compra do campo de Papa-Terra pela 3R Petroleum, cuja cobertura iniciou na semana passada. O Morgan Stanley ressalta que a Petrobras iniciou a produção no final de 2013, mas ela ficou abaixo da expectativa, mesmo com investimento de US$ 3,5 bilhões. A produção foi de 15 mil barris de petróleo (bbl) por dia, frente à capacidade instalada de 140 mil bbl por dia.

O banco diz que espera que a potencial compra seja por um valor baixo, mas ressalta que a 3R ainda está no início de sua trajetória como operadora, e campos de águas profundas oferecem um risco maior. No momento, o Morgan Stanley diz avaliar que uma perspectiva neutra deve ser precificada para o projeto. A recomendação do Morgan para a 3R é overweight (exposição acima da média do mercado) com preço-alvo de R$ 58, o que configura uma alta de 21,6% frente o último fechamento.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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CURITIBA | mercados | invistaja.info – Ações da JHSF saltam 6% após autorização da Anac para voos internacionais em aeroporto; construtoras e varejistas avançam até 5%

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