Ações de Vale e CSN caem com minério e CBA salta 7%; Rede D’Or sobe 4% em estreia no Ibovespa e Minerva avança 6,7%

Confira os destaques da B3 na sessão desta segunda-feira (6)
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LIPR3 | Cresc.5anos: 0.0 | ROE: 0.1261 | Liq.Corr.: 3.85 | EV/EBIT: -121.85 | ROIC: -0.0405 | P/VP: 4.02

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LONDRINA | invistaja.info — Em uma sessão de volume reduzido por conta do feriado nos Estados Unidos, o Ibovespa virou ainda pela manhã e fechou em alta, com destaque para as ações de mineradoras e siderúrgicas, com perdas de 2%.

Os papéis de Vale (VALE3, R$ 97,06, -1,57%) e CSN (CSNA3, R$ 34,15, -1,90%) recuaram puxados pela derrocada do minério de ferro na China. O contratos futuro da commodity negociados na bolsa de Dalian registraram queda de 6,65%, cotados a US$ 111,97, seu menor valor em sete meses. Por outro lado, Usiminas (USIM5, R$ 16,54, +1,60%) e Gerdau (GGBR4, R$ 27,69, +1,13%) fecharam no positivo.

O recuo acontece em meio às recentes ações da China para limitar os volumes de aço no resto do ano. Na última medida, autoridades da cidade de Handan anunciaram restrições que vigoram até o fim de outubro, de acordo com o site do governo. As regras, que incluem o fechamento de alguns fornos, podem reduzir a capacidade siderúrgica da cidade em 8,6%, estima a consultoria Mysteel.

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Atenção ainda para a mudança no Ibovespa, que passa a contar com 91 ações em sua carteira, com a entrada de 7 novos papéis a partir de hoje. Das novidades, apenas Rede D’Or (RDOR3, R$ 71,32, +4,12%) e Petz (PETZ3, R$ 26,61, +0,04%) fecharam em alta, enquanto Alpargatas (ALPA4, R$ 56,30, -0,86%), Banco Pan (BPAN4, R$ 17,19, -0,81%), Banco Inter PN (BIDI4, R$ 20,16, -0,30%), , Méliuz (CASH3, R$ 35,20, -0,56%) e Dexco, ex-Duratex (DXCO3, R$ 19,65, -2,96%) recuaram.

Dessas, no noticiário da Rede D’Or, a companhia aprovou na noite de sexta a distribuição de R$ 1,960 bilhão em dividendos intermediários e R$ 168,922 milhões em JCP. Os valores correspondem a R$ 0,994190 e R$ 0,085684 por ação ordinária, respectivamente.

Os papéis de frigoríficos subiram, após abrirem com perdas expressivas com atenção para o noticiário envolvendo a suspensão das exportações de carne para a China após o Ministério da Agricultura confirmar no sábado a ocorrência no Brasil de dois casos atípicos da doença Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como “vaca louca”.

O avanço dos papéis ocorre porque as empresas têm reafirmado que seguirão atendendo à demanda. A Minerva informou que continuará atendendo a China por meio de quatro plantas de abate localizadas no Uruguai e Argentina, sem comprometer a participação de mercado e relacionamento com clientes. Já a Marfrig informou que possui, na América do Sul, treze plantas habilitadas para a China, sendo sete no Brasil, quatro no Uruguai e duas na Argentina.

Analistas do Bradesco BBI também afirmaram que a notícia não deve ter um grande impacto na avaliação das empresas de proteínas, com a expectativa de que as exportações sejam retomadas em breve.

Das ações do setor, Marfrig (MRFG3, R$ 21,89, +2,58%) e JBS (JBSS3, R$ 32,10, +3,22%) subiram mais de 2%, enquanto a Minerva (BEEF3, R$ 8,31, +6,68%) saltou quase 7% e liderou os ganhos do índice.

Uma das melhores ações do Ibovespa no ano, a WEG (WEGE3, R$ 36,38, +0,36%) chegou a subir mais de 1%, mas perdeu força durante a tarde. No noticiário da companhia, o Citi iniciou cobertura para os papéis com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 50.

Os analistas afirmam que a empresa combina um bom histórico de crescimento, geração de fluxo de caixa e forte potencial com eletrificação de veículos e energias renováveis. Segundo eles, a WEG tem 60% das suas vendas fora do Brasil, mas pequena participação de mercado, o que com o real desvalorizado, aumenta sua competitividade.

Fora do índice, os papéis da Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3, R$ 13,50, +6,89%) dispararam 7%, puxados pela disparada do alumínio, que tem a maior alta em dez anos após a ocorrência de um golpe militar na Guiné, que é o maior produtor de bauxita do mundo.

Confira os destaques:

Vale (VALE3, R$ 97,06, -1,57%) e siderúrgicas

Restrições ambientais e maior oferta pioram o cenário para o minério de ferro e derrubaram as cotações no mercado de futuros.

O contrato da commodity caiu para menos de US$ 130 a tonelada em meio às recentes ações da China para limitar os volumes de aço no resto do ano. Na última medida, autoridades da cidade de Handan anunciaram restrições que vigoram até o fim de outubro, de acordo com o site do governo. As regras, que incluem o fechamento de alguns fornos, podem reduzir a capacidade siderúrgica da cidade em 8,6%, estima a consultoria Mysteel.

Leia mais: Mais restrições à produção de aço na China derrubam minério

“As restrições à produção de aço devem se intensificar, e as usinas adotam uma atitude de esperar para ver, sem disposição de comprar”, disse o analista da CITIC Futures, Zeng Ning. As exportações da Austrália têm aumentado, disse, e as vendas externas do Brasil atingiram recorde para o mês de agosto. Os estoques de minério de ferro nos portos da China subiram pela terceira semana, para o maior nível desde abril, de acordo com a Steelhome.

CSN (CSNA3, R$ 34,15, -1,90%)

A agência de classificação de risco de crédito Moody’s elevou na sexta-feira o rating da siderúrgica CSN de Ba3 para Ba2, citando a melhora no perfil de liquidez e alavancagem da empresa nos últimos meses. Entre os motivos para a decisão, a Moody’s citou a posição de caixa da CSN de R$ 22,2 bilhões no fim de junho, valor que sobe a R$ 25,3 bilhões se incluir as ações que detém da Usiminas.

A agência também mencionou no relatório as iniciativas da CSN para aumentar a liquidez financeira, incluindo a oferta pública inicial de ações (IPO na sigla em inglês) de R$ 4 bilhões da subsidiária CSN Mineração.

Frigoríficos

O Ministério da Agricultura confirmou no sábado a ocorrência no Brasil de dois casos atípicos da doença Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como “vaca louca”, o que desencadeou a suspensão temporária de exportações de carne bovina para a China a partir desta data, disse a pasta em comunicado. Um dos casos foi identificado em um frigorífico de Nova Canaã do Norte (MT) e o outro em Belo Horizonte (MG), informou o ministério.

A suspensão das exportações passou a valer a partir do sábado, até que as autoridades chinesas concluam a avaliação das informações já repassadas sobre os casos.

Estes são o quarto e quinto casos atípicos de vaca louca identificados no país em mais de 23 anos de vigilância para a doença. O Brasil nunca registrou a ocorrência de caso de EEB clássica, pontuou o ministério. A pasta disse que, após a confirmação do diagnóstico ocorrida na sexta-feira, o Brasil notificou oficialmente a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês), conforme preveem as normas internacionais.

Para o Bradesco BBI, a notícia não deve ter um grande impacto na avaliação das empresas de proteínas. “Embora o Brasil tenha suspendido as exportações de carne bovina para a China, conforme exigido pelo acordo comercial, esperamos que essas restrições sejam retiradas em breve, uma vez que esses casos foram confirmados como atípicos”, afirmam os analistas lembrando que, em 2019, quando o Brasil teve casos atípicos de vacas loucas, as exportações de carne bovina para a China foram suspensas por apenas 13 dias.

Banco do Brasil (BBAS3, R$ 29,65, +1,79%)

O Banco do Brasil informou na sexta-feira que desistiu de se desassociar da entidade que representa os grandes bancos do país, Febraban, na esteira de um mal-estar na semana passada com o conteúdo de um manifesto pedindo harmonia entre os Poderes da República.

O anúncio acontece após a Febraban ter reafirmado na noite da véspera seu apoio ao manifesto, respeitando posições contrárias do BB e da Caixa Econômica Federal e se distanciando de movimento liderado pela Fiesp, das indústrias de São Paulo. O manifesto, também subscrito por outras entidades setoriais, pedia harmonia entre os Poderes, e desagradou o presidente Jair Bolsonaro, que tem tido embates frequentes com membros do STF.

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Petrobras (PETR3, R$ 27,37, +0,26%; PETR4, R$ 26,46, +0,49%)

A Petrobras iniciou na sexta-feira uma campanha de esclarecimento sobre o preço da gasolina, que em alguns postos do país já chega perto de R$ 7 por litro, segundo afirmaram fontes da empresa à agência internacional de notícias Reuters.

Em vídeo, que inicialmente será divulgado nos canais da Petrobras, mas deve virar peça publicitária, a empresa mostrará que recebe apenas R$ 2 do valor de venda nas bombas dos postos, segundo afirmaram fontes à Reuters. Elas pediram para não ser nomeadas. A peça vai destacar o peso do imposto estadual, o ICMS, na formação do preço final da gasolina, alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro.

Méliuz (CASH3, R$ 35,20, -0,56%)

A Méliuz aprovou em assembleia geral extraordinária (AGE) na sexta-feira (3) o desdobramento da totalidade de suas ações, na proporção de 1 para 6, sem modificação do valor do capital social da companhia.

As ações da companhia passam a ser negociadas desdobradas a partir do dia 9 de setembro, sendo que os papéis resultantes da operação serão creditados aos acionistas até 13 de setembro.

A empresa ressaltou que a operação de divisão dos ativos não resultou em sobras decorrentes de frações de ações.

Os papéis resultantes do desdobramento da Méliuz “conferirão aos seus titulares os mesmos direitos das ações ordinárias existentes, inclusive em relação à distribuição de dividendos e/ou juros sobre capital próprio e eventuais remunerações de capital que vierem a ser distribuídos pela companhia”, afirmou a empresa, em comunicado.

Ser Educacional (SEER3, R$ 12,81, +0,79%)

O grupo de educação Ser Educacional anunciou na sexta-feira acordo para a aquisição da Starline Tecnologia S.A., proprietária da plataforma Prova Fácil, entrando no mercado de gestão de provas. Todos os executivos da EdTech continuarão à frente da Prova Fácil e ainda contarão com o apoio financeiro e estratégico da Ser Educacional, acrescentou a companhia.

Brisanet (BRIT3, R$ 12,15, +2,10%)

O Bradesco BBI iniciou a cobertura da Brisanet, com avaliação outperform e preço-alvo para 2022 de R$ 17, frente à cotação de R$ 11,9 de sexta. O banco diz que a Brisanet é a maior provedora de serviços internos de internet (ISP na sigla em inglês) do Brasil, e é focada principalmente no Nordeste do Brasil, onde a empresa já tem uma forte presença, com 14% dos acessos da região, atrás apenas da Oi, com 16%. A Brisanet é líder no segmento de fibra ótica.

O banco diz que o Nordeste ainda tem baixa penetração da fibra ótica em relação a outras regiões, de apenas 29% dos domicílios, e a Brisanet é eficiente em aplicação de investimentos, o que sustenta sua expectativa de expansão lucrativa. O banco mantém avaliação outperform e preço-alvo de R$ 17, frente à cotação de R$ 11,9 de sexta.

Sinqia (SQIA3, R$ 22,67, -1,00%)

A provedora de tecnologia para o sistema financeiro Sinqia precificou na quinta-feira uma oferta restrita de ações com distribuição primária a R$ 23 por papel, totalizando R$ 400 milhões. O preço fixado saiu com um desconto de cerca de 1% em relação à cotação de fechamento da ação na quinta-feira, de R$ 23,27. De acordo com fato relevante, após a oferta o novo capital social da companhia passará para R$ 813,3 milhões, dividido em 87.941.972 ações ordinárias.

CCR (CCRO3, R$ 11,98, +0,50%)

A CCR comunicou na sexta-feira que a Andrade Gutierrez enviou a carta a demais acionistas do bloco de controle da companhia dando prazo de 30 dias para exercerem ou não o direito de preferência para a aquisição da totalidade da participação do grupo na empresa.

Além da Andrade Gutierrez, com participação de 14,86% na CCR, também fazem parte do grupo de controle e são signatários do acordo de acionistas da companhia o Grupo Soares Penido (15,05%) e a Mover Participações (14,86%), anteriormente conhecida como Camargo Côrrea.

Cosan (CSAN3, R$ 22,35, +0,99%)

O Itaú BBA comentou o anúncio pela Cosan da assinatura de uma segunda rodada de investimentos por meio de uma transação privada com a Compass. Segundo a empresa, o aumento de Capital foi executado por Bradesco Vida e Previdência, BC Gestão de Recursos, Prisma Capital e Núcleo Capital, por meio de um acordo que prevê subscrição de R$ 1,44 bilhão e a emissão de novas ações que somam 7,68% do valor da Compass.

A transação se baseia em valoração de R$ 17,31 bilhões, o que sugere a mesma valoração paga pela Atmos Capital na primeira capitalização, de R$ 810 milhões, anunciada pela empresa no final de maio de 2021. Com as duas rodads, a Compass terá elevado seu capital em ações em R$ 2,25 bilhões, assim, a participação da Cosan sobre a Compass recuará a 88%.

O Itaú diz ver o negócio como positivo, capaz de permitir que a Compass continue a levar sua estratégia a cabo, e indica o benefício da estratégia de holding da Cosan e seus benefícios. O Itaú mantém avaliação outperform (perspectiva de valorização acima da média do mercado) para a Cosan, e preço-alvo para 2021 de R$ 30, frente à cotação de sexta de R$ 22,13.

Stone (NASDAQ: STNE)

Na sexta-feira, O Itaú BBA realizou uma videoconferência com a gestão da Stone, com presença do vice-presidente de finanças e IRO, Rafael Martins, e com Marcos Reis, do setor de relações com investidores.

Segundo o banco, a gestão afirmou que o impacto do mal funcionamento do sistema de registro de novos recebíveis foi exacerbado por outros fatores, como baixa flexibilidade para o pagamento de dívidas e negociações em um cenário pandêmico volátil.

A empresa disse que não antecipa provisões adicionais no segundo semestre, avaliando que a taxa de cobertura está em níveis saudáveis. O banco diz que ainda é cedo para prever a velocidade do crescimento de portfólio da empresa com a volta de desembolsos de empréstimos.

O Itaú mantém avaliação outperform para a Stone, e preço-alvo de US$ 65, frente à cotação de US$ 44,63 dos papéis STNE na sexta na Nasdaq.

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REFLEXÃO: Bill Mann, da Motley Fool Asset Management: Busque investir em conjunto com grandes gestores, depois, é só ser paciente.

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