Ações do Magalu fecham em alta de 4,5% e mais varejistas sobem forte; Mater Dei salta 6% após aquisição e PetroRio cai 2%

Confira os principais destaques da B3 na sessão desta quarta-feira (7)
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Edição MarketMsg e invistaja.info

palavras-chave: Ações do Magalu fecham em alta de 4,5% e mais varejistas sobem forte; Mater Dei salta 6% após aquisição e PetroRio cai 2%; invistaja.info;


BMIN3 | P/Cap.Giro: 0.0 | P/EBIT: 0.0 | EV/EBIT: 0.0 | EV/EBITDA: 0.0 | PSR: 0.0 | DY: 0.0

BRASIL | invistaja.info — Com o Ibovespa acelerando ganhos após a divulgação da ata da última reunião de política monetária do banco central dos Estados Unidos, o Federal Reserve, e em um movimento de recuperação após a forte queda do índice na véspera, as altas são praticamente generalizadas entre as ações pertencentes ao benchmark da Bolsa brasileira.

De acordo com o documento, autoridades do Federal Reserve avaliaram no mês passado que o objetivo de mais progresso substancial da recuperação dos EUA ainda não fora atingido de forma geral, embora os participantes esperem que o avanço continue.

A sessão também foi marcada pela divulgação dos dados de vendas no varejo do Brasil, que teve alta de 1,4% em maio na comparação com abril e um salto de 16% na base anual. O resultado ficou abaixo do esperado, principalmente por conta, segundo aponta a XP, de uma performance mais fraca do setor de supermercados.

+Petrobras eleva em 7% preços do gás natural para distribuidoras

Dentro dos segmentos da cobertura da XP, os principais destaques positivos continuam sendo as categorias de vestuário e calçados (alta de 17% na base mensal e de 165% na anual), artigos farmacêuticos (queda de 1,4% na base mensal e alta de 19% na anual) e móveis e eletrodomésticos (alta de 0,6% na base mensal e avanço de 22,5% frente igual mês de 2020).

“Destacamos que a comparação anual foi beneficiada pela fraca base de comparação de 2020 (…) Por outro lado, as vendas do segmento de supermercados e hipermercados tiveram uma leve queda versus maio de 2020 (alta de 1% na comparação mensal e baixa de 4,1% na anual), desempenho principalmente explicado pela base forte de comparação”, apontam.

Ações como de RD (RADL3, R$ 25,90, +5,07%), Magazine Luiza (MGLU3, R$ 22,01, +4,46%), B2W (BTOW3, R$ 66,80, +3,76%) e Locaweb (LWSA3, R$ 26,16, +3,07%) registraram ganhos entre 3% e 5%. Locadoras de veículos, como Unidas (LCAM3, R$ 28,80, +5,46%) e Localiza (RENT3, R$ 66,35, +5,42%) também avançaram, mais de 5%.

Outra razão que justifica a alta das ações desses setores é a queda recente dos rendimentos dos Treasuries nos EUA. O valuation de empresas de crescimento, como desses setores, é altamente correlacionado com as taxas de juros de longo prazo, uma vez que as companhias do setor possuem um perfil de fluxo de caixa de duration [tempo médio em que se recebe os pagamentos de um investimento] alto.

Assim, maior parte de seu valor patrimonial está na perpetuidade, uma vez que fazem parte de setores que combinam alta intensidade de capital com forte crescimento no médio prazo. Portanto, taxas de juros de longo prazo menores, causam valorizações significativamente maiores, e vice-versa.

Fora do Ibovespa, destoando do dia de alta das varejistas, estava a Lojas Marisa (AMAR3, R$ 8,54, -0,47%), fechando com leve queda. O Bank of America (BofA) rebaixou a recomendação para a ação AMAR3 de compra para neutro, ainda que subindo o preço-alvo de R$ 8 para R$ 9,50. Analistas destacam como positivas a forte disciplina no controle de custos e melhorias na gestão, mas apontam que o desemprego e as pressões inflacionárias afetam o consumidor de baixa renda, que é o público-alvo das lojas.

Ainda em destaque, fora do índice, estiveram os fortes ganhos da Mater Dei (MATD3, R$ 17,65, +6,33%), que chegaram a ser superiores a 6% e são de mais de 5% durante a tarde. A companhia anunciou que seu Conselho de Administração aprovou a compra do Grupo Porto Dias, maior rede de hospitais da região Norte do país, em uma transação que envolve R$ 800 milhões, além da emissão de ações.

Entre as petroleiras, movimento diverso em um dia que começou positivo para o petróleo e terminou com o contrato futuro do tipo Brent para setembro fechando em queda de 1,48%, a US$ 73,43 o barril, enquanto o WTI para agosto teve queda 1,59%, a US$ 72,20 o barril.

Na segunda-feira, os ministros da Opep+, que inclui a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Rússia e outros produtores, abandonaram conversas sobre aumento de produção após não conseguirem serem bem-sucedidos nas negociações entre a Arábia Saudita, maior produtor da Opep, e os Emirados Árabes Unidos. Como reação inicial, o petróleo obteve fortes altas nos fins das negociações, porém os preços recuaram, pois os traders se concentraram na possibilidade de alguns produtores “abrirem as torneiras” e começarem a exportar mais barris.

Com isso, as ações da PetroRio (PRIO3, R$ 19,84, -1,98%), após avançarem cerca de 2%, fecharam em queda de quase 2%. Por outro lado, os ativos da Petrobras (PETR3, R$ 28,73, +0,52%;PETR4, R$ 28,05, +1,37%) registraram ganhos, com destaque para alta de mais de 1% dos ativos PN, também em meio ao reajuste de preços de combustíveis realizado nesta semana pela companhia, assim como reajuste do gás natural. “O reajuste deve diminuir a pressão na margem operacional da Petrobras, que tem sido afetada pela alta global nos combustíveis”, destaca a Guide.

Bancos também registraram uma sessão de ganhos, entre 0,7% e 1,4%, como é o caso de Itaú (ITUB4, R$ 29,68, +1,40%), Bradesco (BBDC4, R$ 24,88, +0,73%), Santander Brasil (SANB11, R$ 40,12, +0,73%) e Banco do Brasil (BBAS3, R$ 31,88, +1,34%).

Já a Vale (VALE3, R$ 114,10, +0,29%), uma das poucas ações a subirem na véspera, tem alta com a continuidade da variação positiva da cotação do minério. CSN (CSNA3, R$ 46,13, +3,45%), Usiminas (USIM5, R$ 19,77, +1,49%) e Gerdau (GGBR4, R$ 30, +1,49%) registravam variações positivas mais significativas.

Confira os principais destaques desta quarta-feira (7):

Oi (OIBR3, R$ 1,57, -0,63%;OIBR4, R$ 2,26, -2,16%) 

A Oi realizou nesta quarta-feira  o leilão do controle da InfraCo, que concentra rede de fibra óptica com mais de 400 mil quilômetros de extensão. Sem surpresas, a venda de 57,9% do ativo foi realizada por um valor de R$ 12,9 bilhões.

Como esperado, apenas uma proposta – a dos fundos do BTG Pactual em conjunto com a Globenet Cabos Submarinos – foi apresentada, sendo a vencedora. A Oi permanecerá como sócia minoritária, com 42,1%. O fundo norte-americano Digital Colony também fez uma proposta vinculante pela Infraco no começo do ano, mas não seguiu na disputa.

O certame da InfraCo da companhia é o último dos grandes ativos colocados à venda pela companhia, sendo conduzido pela Sétima Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio, responsável pelo processo de recuperação judicial da tele. O plano de desinvestimentos prevê ainda a venda da rede de TV por assinatura, mas esse é um negócio de apenas R$ 20 milhões, muito pequeno perto dos anteriores.

A transação envolve desembolso de R$ 9,786 bilhões para aquisição de ações da Infraco e capitalização de R$ 3,137 bilhões na unidade de negócios em um prazo de até 90 dias.

A operação agora será homologada e seu fechamento vai depender de aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A perspectiva da Oi é que toda a transação esteja concluída entre o fim de 2021 e o começo de 2022.

A ideia inicial era leiloar 51% da InfraCo, mas a Oi aceitou a proposta revisada do BTG para vender 57,9% da InfraCo, por R$ 12,9 bilhões, implicando em um valuation de mais de R$ 22 bilhões para os ativos como um todo. Veja mais clicando aqui e aqui.

Ambipar (AMBP3, R$ 43,80, +0,46%)

A Ambipar anunciou uma nova aquisição: a companhia informou na noite da véspera que comprou integralmente a Swat Consulting Inc., por meio de sua controlada indireta Ambipar Holding USA. A empresa faturou US$ 7,5 milhões em 2020.

Petrobras (PETR3, R$ 28,73, +0,52%;PETR4, R$ 28,05, +1,37%)

A Petrobras informou na terça que vai promover um aumento de 7% nos preços de venda de gás natural para as distribuidoras a partir de 1º de agosto. A empresa cita a valorização do petróleo no segundo trimestre deste ano. Os reajustes da companhia são realizados trimestralmente, com variações que decorrem da aplicação de fórmulas negociadas nos contratos de fornecimento.

Na véspera, as ações da Petrobras fecharam em queda de mais de 3%. No radar da companhia, estão a pressão dos caminhoneiros para que empresa reveja aumentos de combustíveis anunciados na segunda-feira e a visão de que o ajuste foi insuficiente para fechar o gap ante valores no mercado internacional.

A terça foi de forte volatilidade para os mercados de petróleo, com os futuros de commodity revertendo alta com preocupações de que o fracasso da Opep+ em ratificar um acordo pode levar os produtores a perderem a disciplina na oferta diante do aumento da demanda.

Mesmo com o reajuste recente da petrolífera, o Bradesco BBI vê os preços da gasolina e do diesel com um desconto de 9% e 4%, respectivamente, em relação aos preços internacionais, segundo o analista Vicente Falanga.

A companhia ainda informou nesta quarta-feira que recebeu indicações de candidatos para o Conselho de Administração, caso adotado o procedimento de voto múltiplo para eleição na próxima assembleia geral extraordinária, a ser oportunamente convocada.

Os nomes indicados pelas gestoras Absolute Gestão de Investimentos, Moat Capital Gestão de Recursos e Banco Clássico são: José João Abdalla Filho; Marcelo Gasparino da Silva; e Pedro Rodrigues Galvão de Medeiros.

O anúncio ocorre após a efetivação da renúncia de Gasparino ao cargo de conselheiro. Representante dos minoritários, ele anunciou em abril que deixaria o posto para provocar nova eleição, alegando problemas nos procedimentos da assembleia que o elegeu.

Vale (VALE3, R$ 114,10, +0,29%), CSN (CSNA3, R$ 46,13, +3,45%), Usiminas (USIM5, R$ 19,77, +1,49%) e Gerdau (GGBR4, R$ 30, +1,49%)

Os contratos futuros do aço negociados na China dispararam nesta quarta-feira, com o vergalhão para construção e as bobinas laminadas a quente fechando em alta de mais de 3%, impulsionados por expectativas de cortes de produção.

“Recentemente, a antecipação da redução de produção de aço voltou à tona”, disse a SinoSteel Futures em nota, acrescentando que alguns governos locais emitiram documentos relacionados ao tema, embora detalhes ainda não tenham sido divulgados.

Já a referência do minério de ferro, para entrega em setembro, recuperou-se de perdas registradas na parte matutina da sessão e fechou em alta de 1%, a 1.244 iuanes por tonelada.

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No radar da Vale, a companhia apresentou recurso na Justiça do Trabalho contra a decisão que fixou indenização de R$ 1 milhão por danos morais para cada empregado da mineradora que morreu na tragédia de Brumadinho, em Minas Gerais.

A sentença de primeira instância, publicada no início do mês passado, contemplou 131 funcionários. A mineradora alega, no entanto, que o valor é “absurdo” e “exorbitante” e que é “astronômico” o total de R$150 milhões arbitrado na decisão. Veja mais clicando aqui. 

Méliuz (CASH3, R$ 54,77, -1,21%)

A Méliuz espera precificar em 15 de julho uma oferta bilionária de ações, com esforços restritos, segundo fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quarta-feira.

A operação consiste na distribuição primária de 7.500.000 papéis e secundária de inicialmente 6.010.645 ações, sendo os acionistas vendedores Ofli Campos Guimarães e fundos da Endeavor Catalyst e da Monashees Capital.

A oferta secundária poderá ser elevada em até 50% para atender eventual excesso de demanda. BTG Pactual, Itaú BBA, Morgan Stanley e UBS BB são os coordenadores da oferta.

Com base no preço de fechamento da ação na terça-feira, de R$ 55,44, a oferta alcança R$ 1,1 bilhão, considerando a colocação da totalidade das ações adicionais.

Os recursos com a oferta primária serão usados para ampliar a participação da companhia em marketplace e serviços financeiros, além de potenciais aquisições de empresas consideradas estratégicas.

BRF (BRFS3, R$ 26,37, -0,19%)

A companhia de alimentos BRF anunciou o investimento de US$ 2,5 milhões na startup israelense Aleph Farms, e quer produzir carne cultivada a partir de células bovinas não geneticamente modificadas em 2024, disse à Reuters um executivo da empresa.

A produção deste tipo de carne começa com a obtenção de células de alta qualidade de animais, porém sem o abate. As células são cultivadas fora do corpo do animal com o fornecimento de nutrientes e ambiente propício para seu desenvolvimento.

Ainda em fase de testes, a proteína poderá chegar ao mercado brasileiro na forma de hambúrguer, almôndegas, embutidos como salsicha ou steaks.

O investimento fez parte da segunda rodada de captações da startup israelense que levantou US$ 105 milhões entre diversas companhias pelo mundo.

Somando os aportes obtidos na primeira rodada, o montante obtido chega a US$ 118 milhões.

De acordo com comunicado da BRF, os recursos obtidos pela Aleph serão aplicados para executar planos de comercialização de carne cultivada em larga escala global e expansão do portfólio. “Estudos realizados com base na metodologia de Análise do Ciclo de Vida apontam que a produção de carne cultivada tem potencial para reduzir significativamente a emissão de gases do evento estufa, além de diminuir o uso de terras para criação de animais em mais de 90% e o uso de água em até 50%.”

Mater Dei (MATD3, R$ 17,65, +6,33%)

O Hospital Mater Dei informou na terça-feira que seu conselho de administração aprovou compra do Grupo Porto Dias, maior rede de hospitais da região Norte do país, em uma transação que envolve R$ 800 milhões, além da emissão de ações. O acordo foi acertado sobre uma participação de 70% do Grupo Porto Dias e a Mater Dei vai emitir 27,27 milhões de papéis como parte do pagamento, cerca de 7,1% do capital social total da companhia.

O banco Itaú BBA ressalta que o ativo tem, no momento, 388 leitos em operação, e que deve atingir 592 em 2022. O Mater Dei tem atualmente 624 leitos, e as previsões para fusões e aquisições feitas pelo Itaú são de 300 camas em 2022. O Itaú BBA mantém avaliação outperform (perspectiva de valorização acima da média do mercado), e preço-alvo de R$ 22 para o papel.

Hapvida (HAPV3, R$ 15,32, +2,44%)

A Hapvida anunciou nesta quarta-feira acordos para duas aquisições nas regiões Sudeste e Nordeste do Brasil no total de R$ 475 milhões, seguindo sua estratégia de expansão e consolidação nacional e aumento da verticalização.

Em São Paulo, a companhia assinou proposta vinculante para a compra de até 100% do grupo Grupo HB Saúde de São José do Rio Preto por R$ 450 milhões – considerando a totalidade das ações.

Na Bahia, a subsidiária Ultra Som Serviços Médicos assinou contrato para a aquisição do Hospital Dia Cetro em Alagoinha por 25 milhões de reais, em operação que inclui o imóvel com terreno.

 

Locaweb (LWSA3, R$ 26,16, +3,07%)

O Bradesco BBI iniciou a cobertura da Locaweb com recomendação outperform e preço-alvo de R$ 37 para 2022, ou potencial de valorização de 46% em relação ao fechamento da terça-feira.

A empresa oferece serviços de tecnologia de internet, focada em pequenas e médias empresas. O banco diz ver espaço para valorização devido à penetração relativamente pequena do mercado, amplo leque de produtos com vantagens competitivas, e espaço para aquisições.

O Bradesco ressalta que nos últimos 18 meses a empresa fez cerca de 10 aquisições. O banco avalia que atores globais mesmo setor registram crescimento e monetização de clientes, e afirma que a Locaweb pode estar nos estágios iniciais do setor no Brasil, com espaço para expansão e melhora da monetização nos próximos anos.

O banco ressalta que, entre 2018 e 2020, a empresa obteve uma taxa anual de crescimento composta de 25% em sua receita.

Even (EVEN3, R$ 9,97, +0,50%)

A agência de classificação de risco Standard and Poor’s Global Ratings elevou o rating da Companhia na Escala Nacional Brasil da Even de brAA para brAA+, com perspectiva positiva.

Minerva (BEEF3, R$ 9,44, +1,51%)

A companhia de alimentos Minerva Foods, maior exportadora de carne bovina da América do Sul, lançou e concluiu na quarta-feira, por meio de sua subsidiária em Luxemburgo, a precificação de títulos de dívida no valor total de US$ 400 milhões, informou a empresa em comunicado ao mercado.

Segundo a Minerva, os “bonds” têm taxa de juros de 4,375% ao ano e vencimento em 2031 adicionais, originalmente emitidos em março deste ano. “A emissão das Notas Adicionais faz parte do processo de ‘liability management’ da Minerva, cujo objetivo é o de alongar o perfil dívida da companhia e reduzir o custo da estrutura de capital”, afirmou a empresa.

Os recursos, de acordo com a Minerva, serão utilizados no pagamento antecipado de dívidas da companhia e em usos gerais. A operação recebeu classificação de risco em moeda estrangeira “BB” pelas agências S&P e Fitch Ratings.

(com Reuters, Bloomberg e Estadão Conteúdo)

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REFLEXÃO: Eddy Elfenbein, dono do site Crossing Wall Street: Seja paciente e ignore modismos. Foque no valor e não entre em pânico.

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