Após Copom, mercado passa a prever taxa Selic em 5% no fim de 2021, com inflação de 4,71%

Meta do Banco Central para a inflação neste ano é de 3,75%, com uma banda de tolerância de 1,5 ponto percentual, para cima ou para baixo
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BRASIL | invistaja.info — Após o Banco Central (BC) iniciar na semana passada o ciclo de alta da taxa básica de juros com uma intensidade acima das previsões da maior parte do mercado, os agentes econômicos passaram a prever no relatório Focus desta semana a Selic no patamar de 5% ao ano no fim de 2021.

Em alta pela segunda semana seguida, a projeção anterior apontava para uma taxa de juros de 4,5% em dezembro.

Para 2022, a estimativa também subiu, e a previsão dos investidores agora é que o BC leve a taxa Selic para 6% ao fim do ano que vem, ante 5,5% na projeção prévia.

+Governo brasileiro ainda não pediu aos EUA vacinas da Covid, dizem fontes

O aperto monetário mais forte tem relação com a crescente pressão inflacionária esperada para os próximos meses.

Em alta há 11 semanas, a projeção do mercado compilada no Focus para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aponta agora inflação de 4,71% em 2021, contra 4,60%, no levantamento anterior, e 3,82%, há quatro semanas.

Antes do início das revisões para cima, o mercado esperava uma alta de 3,32% do índice de preços, depois da inflação de 4,52% registrada em 2020.

A meta do BC para a inflação em 2021 é de 3,75%, com uma banda de tolerância de 1,5 ponto percentual, para cima ou para baixo.

Para 2022, ano em que a meta cai para 3,50%, a projeção no relatório Focus aponta para o IPCA em 3,51%, praticamente estável na comparação com a semana passada (3,50%).

Leia também:• BC eleva Selic a 2,75%, mas ativos de risco seguem na preferência de gestores; entenda por que

No que tange ao ritmo de recuperação da atividade econômica, a expectativa é de que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil registre crescimento de 3,22% neste ano, em linha com os 3,23% previstos na semana passada.

Para 2021, o crescimento da economia brasileira esperado pelo mercado é de 2,39%, o mesmo do levantamento anterior.

Por fim, em relação ao câmbio, a projeção se manteve estável em R$ 5,30 para 2021, e subiu, pela quarta semana, de R$ 5,20 para R$ 5,25, no fim de 2022.

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Em alta pela segunda semana seguida, a projeção anterior apontava para uma taxa de juros de 4,5% em dezembro.

Para 2022, a estimativa também subiu, e a previsão dos investidores agora é que o BC leve a taxa Selic para 6% ao fim do ano que vem, ante 5,5% na projeção prévia.

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O aperto monetário mais forte tem relação com a crescente pressão inflacionária esperada para os próximos meses.

Em alta há 11 semanas, a projeção do mercado compilada no Focus para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aponta agora inflação de 4,71% em 2021, contra 4,60%, no levantamento anterior, e 3,82%, há quatro semanas.

Antes do início das revisões para cima, o mercado esperava uma alta de 3,32% do índice de preços, depois da inflação de 4,52% registrada em 2020.

A meta do BC para a inflação em 2021 é de 3,75%, com uma banda de tolerância de 1,5 ponto percentual, para cima ou para baixo.

Para 2022, ano em que a meta cai para 3,50%, a projeção no relatório Focus aponta para o IPCA em 3,51%, praticamente estável na comparação com a semana passada (3,50%).

Leia também:• BC eleva Selic a 2,75%, mas ativos de risco seguem na preferência de gestores; entenda por que

No que tange ao ritmo de recuperação da atividade econômica, a expectativa é de que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil registre crescimento de 3,22% neste ano, em linha com os 3,23% previstos na semana passada.

Para 2021, o crescimento da economia brasileira esperado pelo mercado é de 2,39%, o mesmo do levantamento anterior.

Por fim, em relação ao câmbio, a projeção se manteve estável em R$ 5,30 para 2021, e subiu, pela quarta semana, de R$ 5,20 para R$ 5,25, no fim de 2022.

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REFLEXÃO: Tom Gardner, da Motley Fool: Encontre lideres notáveis e uma missão para o longo da vida.

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