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BC vê impacto setorial relevante de tarifa dos EUA, mas efeito agregado ainda incerto

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Edição invistaja.info e MarketMsg

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hotWords: setorial relevante eua, agregado tarifa

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(invistaja.info) – O Banco Central apontouque a política tarifária dos Estados Unidos torna o cenário mais incerto e adverso para o Brasil, ressaltando quesua atuação focará nos mecanismos de transmissão do ambiente externo sobre a inflação local, mostrou nesta terça-feira a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

“A elevação por parte dos Estados Unidos das tarifas comerciais para o Brasil tem impactos setoriais relevantes e impactos agregados ainda incertos a depender de como se encaminharão os próximos passos da negociação e a percepção de risco inerente ao processo”, disse o BC no documento, reforçando que acompanha o tema com atenção.

O governo do presidente Donald Trump formalizou na semana passada a imposição de tarifa de importação de 50% sobre produtos brasileiros a partir desta semana, alegando, entre outros pontos, que o ex-presidente Jair Bolsonaro é perseguido pelo Judiciário.

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Na ata, o BC afirmou que os vetores inflacionários seguem adversos, com pressões no mercado de trabalho, expectativas de mercado para a inflação desancoradas e projeções de preços elevadas, além de uma atividade resiliente, apesar de uma “certa moderação” de crescimento.

“O Comitê reforça que o arrefecimento da demanda agregada é um elemento essencial do processo de reequilíbrio entre oferta e demanda da economia e convergência da inflação à meta”, disse.

Nesse ambiente, a autarquia enfatizou a necessidade de uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

Na semana passada, o BC decidiu interromper o ciclo de alta nos juros básicos ao manter a Selic em 15% ao ano e ressaltou que antecipa uma manutenção da taxa por período longo, pregando cautela diante de incertezas geradas pela tarifa dos EUA sobre produtos brasileiros.

Para a autoridade monetária, uma política fiscal que atue de forma contracíclica e contribua para a redução do prêmio de risco favorece a convergência da inflação à meta.

“A política fiscal tem um impacto de curto prazo, majoritariamente por meio de estímulo à demanda agregada, e uma dimensão mais estrutural, que tem potencial de afetar a percepção sobre a sustentabilidade da dívida e impactar o prêmio a termo da curva de juros”, afirmou.

De acordo com o documento, além da atividade econômica, o BC também seguirá acompanhando o processo de repasse do câmbio para a inflação, após período de maior volatilidade, e as expectativas de mercado para os preços, fator tratado com desconforto por todos os membros da diretoria.

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(invistaja.info) – O Banco Central apontouque a política tarifária dos Estados Unidos torna o cenário mais incerto e adverso para o Brasil, ressaltando quesua atuação focará nos mecanismos de transmissão do ambiente externo sobre a inflação local, mostrou nesta terça-feira a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

“A elevação por parte dos Estados Unidos das tarifas comerciais para o Brasil tem impactos setoriais relevantes e impactos agregados ainda incertos a depender de como se encaminharão os próximos passos da negociação e a percepção de risco inerente ao processo”, disse o BC no documento, reforçando que acompanha o tema com atenção.

O governo do presidente Donald Trump formalizou na semana passada a imposição de tarifa de importação de 50% sobre produtos brasileiros a partir desta semana, alegando, entre outros pontos, que o ex-presidente Jair Bolsonaro é perseguido pelo Judiciário.

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Na ata, o BC afirmou que os vetores inflacionários seguem adversos, com pressões no mercado de trabalho, expectativas de mercado para a inflação desancoradas e projeções de preços elevadas, além de uma atividade resiliente, apesar de uma “certa moderação” de crescimento.

“O Comitê reforça que o arrefecimento da demanda agregada é um elemento essencial do processo de reequilíbrio entre oferta e demanda da economia e convergência da inflação à meta”, disse.

Nesse ambiente, a autarquia enfatizou a necessidade de uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

Na semana passada, o BC decidiu interromper o ciclo de alta nos juros básicos ao manter a Selic em 15% ao ano e ressaltou que antecipa uma manutenção da taxa por período longo, pregando cautela diante de incertezas geradas pela tarifa dos EUA sobre produtos brasileiros.

Para a autoridade monetária, uma política fiscal que atue de forma contracíclica e contribua para a redução do prêmio de risco favorece a convergência da inflação à meta.

“A política fiscal tem um impacto de curto prazo, majoritariamente por meio de estímulo à demanda agregada, e uma dimensão mais estrutural, que tem potencial de afetar a percepção sobre a sustentabilidade da dívida e impactar o prêmio a termo da curva de juros”, afirmou.

De acordo com o documento, além da atividade econômica, o BC também seguirá acompanhando o processo de repasse do câmbio para a inflação, após período de maior volatilidade, e as expectativas de mercado para os preços, fator tratado com desconforto por todos os membros da diretoria.

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REFLEXÃO: Harold Pollack, da Universidade de Chicago: Guarde entre 15 e 20% e invista em fundos de índices com taxa baixa.

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