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Bitcoin engrena e volta a superar os US$ 28 mil com traders reagindo a dado de inflação nos EUA

Negociando na bolsa de valores

Edição invistaja.info e MarketMsg

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BRAP3 | P/ACL: 130.26 | P/EBIT: -413.19 | Liq.Corr.: 1.11 | DY: 0.1239 | EV/EBIT: -393.2 | Pat.Liq: 7477000000.0

Após iniciar o dia estável, abaixo dos US$ 27.600, o Bitcoin (BTC) virou para alta e voltou a ser negociado acima dos US$ 28.000 logo após a divulgação dos dados de inflação ao consumidor nos Estados Unidos referente a abril, que veio em linha com o esperado.

O índice de preços ao consumidor dos EUA (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,4% no mês passado, informou o Departamento do Trabalho, após alta de 0,1% em março. Por outro lado, na base anual, a alta foi de 4,9%, ante expectativa de 5% pelo consenso Refinitiv.

O Bitcoin teve um início de semana conturbado por causa do congestionamento de sua própria blockchain e de interrupções temporárias de saques na Binance, que fez o criptoativo recuar e perder os US$ 28.000. Pouco após as 10h20, a moeda digital era cotada a US$ 28.186 após alta de 1,2% em 24 horas, segundo dados do agregador de preços Coingecko.

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As demais criptomoedas acompanham o BTC e também avançam. O Ethereum (ETH) subia 1,5% no mesmo horário, a US$ 1.877, o XRP (XRP), saltava 1,1%, para US$ 0,43, e a Litecoin (LTC) avançava 3%, para US$ 81.

Para Fernando Pereira, gerente de conteúdo da Bitget, o salto do Bitcoin não deve ter muita sobrevida. Para ele, movimento de preço registrado ao longo de abril mostra o enfraquecimento da pressão compradora, o que deixa a criptomoeda em condições de provável consolidação de preço entre US$ 27.000 e US$ 30.000, ou queda para região de US$ 25.000.”

Semana conturbada

A rede do BTC ficou “entupida” no início de semana e gerou uma fila de transações à espera de confirmações por causa da “febre” de armazenamento de tokens não fungíveis (NFTs) e negociações de memecoins inspiradas no sucesso da Pepe Coin (PEPE).

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Pepe Coin: token sobe 50 mil vezes, cria milionários, mas desaba — e deixa rastro que ameaça o Bitcoin

Dados on-chain (da blockchain) desta manhã mostram que o número de transações não confirmadas caiu para pouco menos de 400.000, de quase 500.000 no último domingo. Além disso, as taxas, que chegaram a US$ 20 no começo da semana, os maiores níveis da história, foram reduzidas para pouco mais de US$ 5.

“O pano de fundo macro permaneceu praticamente inalterado nas últimas semanas, com grande foco na Binance (suspensão de saques e questões regulatórias) e se as pessoas estão armazenando criptos seriamente em carteiras frias“, disse Edward Moya, analista sênior da formadora de mercado Oanda, em nota.

hotWords: dado volta engrena superar bitcoin

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Carteiras frias são dispositivos de armazenamento de criptos que ficam fora da internet. Quando investidores preferem guardar ativos digitais nelas, e não em exchanges ou carteiras online privadas, é sinal de saúde para o mercado, visto que pretendem segurar o ativo no longo prazo.

No mês passado, dados da Receita Federal mostraram que no Brasil a movimentação de criptoativos fora de corretoras quadruplicou.

Confira o desempenho das principais criptomoedas às 10h20:

As criptomoedas com as maiores altas nas últimas 24 horas:

As criptomoedas com as maiores baixas nas últimas 24 horas:

Confira como fecharam os ETFs de criptomoedas no último pregão:

 

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REFLEXÃO: Robert Brokamp, da Motley Fool: Diversificação reduz os riscos, aumenta a previsibilidade e impulsiona os retornos.

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