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Cyrela (CYRE3) vai construir ‘minicidade’ em antiga fábrica da Kibon

Projeto na capital paulista que mira “padrão Dubai” deverá movimentar R$ 2 bilhões em vendas e ficar pronto em cinco anos

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Edição MarketMsg e invistaja.info

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Uma antiga fábrica de sorvetes da Kibon, no bairro do Brooklin, na zona sul de São Paulo, vai se transformar em algo que, para a incorporadora Cyrela (CYRE3), do empresário Elie Horn, pode ser a “cidade do futuro”. Será a primeira vez que a empresa, que completou 60 anos neste ano, terá um projeto imobiliário em que a proposta é participar do desenvolvimento da capital paulista. “Normalmente, nossa atuação é apenas do portão para dentro”, afirma Efraim Horn, copresidente da Cyrela.Em uma de suas raras entrevistas, Efraim Horn explica que o projeto só vai sair do papel porque a incorporadora teve acesso a um terreno de grandes proporções: nada menos do que 40 mil metros quadrados, uma raridade em São Paulo, especialmente em regiões mais nobres da capital paulista. “Em áreas com legislação possível (para executar os projetos), a maioria já foi aproveitada. Não conhecemos hoje outros potenciais terrenos como este.”Efraim Horn, que preside a companhia desde 2014 ao lado do irmão Raphael, não esconde que este é o mais importante projeto da companhia fundada pelo pai, que hoje está no conselho de administração da empresa. O projeto tem o maior valor geral de vendas (VGV) da história da incorporadora: R$ 2 bilhões. Mais do que isso, o executivo afirma que, na sua visão, esse é um “protótipo de cidade do futuro”. “Nosso projeto é muito pequeno, mas o grande sonho é chegar a um padrão Dubai.”Além das torres residenciais, o projeto contempla um minishopping, de 5,5 mil metros quadrados, uma torre de escritórios e um parque de 13 mil metros quadrados, que será doado para a cidade, com acesso público. A proposta é oferecer ao morador todas as facilidades sem que ele tenha de sair do local.Horn afirma que, pelas proporções do empreendimento, a empresa chegou a se questionar se 2022 era mesmo o melhor momento para o lançamento, diante dos desafios econômicos no País, como os juros altos, que afetam diretamente o mercado imobiliário, além das eleições. “Tínhamos a certeza de que poderíamos lançar em qualquer época de mercado. Ele [o projeto] independe de economia, política e setor imobiliário”, diz.A aposta, segundo Horn, se mostrou acertada. Lançada logo após as eleições, a primeira torre, que terá os menores apartamentos do projeto (de 75 a 125 metros quadrados), teve 45% das unidades vendidas em dez dias, ou 118 apartamentos de um total de 268. O lançamento da próxima torre será no início do ano. A última torre a ser lançada, também em 2023, terá os apartamentos maiores, de até 260 m². O projeto completo deve ser entregue em cinco anos.PotencialDe acordo com o executivo, um dos objetivos por trás do projeto é demonstrar que há bairros em São Paulo que comportam lançamentos desse gênero, por conta de um processo de desindustrialização no passado, o que só não ocorre por causa de restrições na legislação. Na visão do copresidente da Cyrela, é o caso, por exemplo, do Jaguaré e de Interlagos. Nesses locais, segundo o executivo, o poder público também poderia participar, levando universidades, centros tecnológicos e hospitais.No projeto, a incorporadora contará com vários parceiros. O negócio contará com uma divisão de 45% para a Cyrela, outros 45% para a Lavvi (LAVV3) (empresa da própria Cyrela) e 10% para a Hines (que era a dona do terreno da fábrica). O BTG Pactual será o administrador do shopping e também de um prédio de escritórios.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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REFLEXÃO: Bill Mann, da Motley Fool Asset Management: Busque investir em conjunto com grandes gestores, depois, é só ser paciente.

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