Defaults corporativos podem subir para maior nível desde 2009, aponta S&P Global Ratings

Com maior endividamento corporativo, saúde de crédito de setores duramente atingidos, como companhias aéreas e lazer, não deve melhorar antes de 2022
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Negociando na bolsa de valores

Edição invistaja.info e MarketMsg

palavras-chave: Defaults corporativos podem subir para maior nível desde 2009, aponta S&P Global Ratings; invistaja.info;


CEDO3 | Pat.Liq: 126789000.0 | P/L: -1.77 | Liq.2meses: 101407.0 | ROE: -0.4611 | Liq.Corr.: 0.84 | P/Cap.Giro: -2.04

(invistaja.info) — A emissão global de dívida atingiu um ritmo sem precedentes, o que pode elevar a inadimplência de empresas para o maior nível em mais de uma década.

Essa é a opinião da S&P Global Ratings, segundo a qual a dívida mundial subiu para um recorde de US$ 201 trilhões no fim do ano passado, equivalente a 267% do PIB. Com a maior alavancagem global, também aumenta o risco de default, e a inadimplência de empresas pode subir para o nível mais alto desde 2009, quando houve o impacto da crise financeira global, disse a S&P em relatório na quinta-feira.

Os riscos decorrentes da acumulação de dívida podem ser vistos na recente turbulência do mercado de títulos, com o aumento dos rendimentos dos Treasuries e preocupações com a inflação, que atingiram títulos corporativos no mundo todo. O mercado de crédito permanece volátil, com os spreads de títulos asiáticos em dólar com grau de investimento asiático tendo encolhido até 2 pontos-base na manhã de quinta-feira, depois de no início desta semana atingirem o nível mais alto em quase um mês, segundo um índice Bloomberg Barclays.

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A S&P disse que a taxa de default corporativo em 12 meses para empresas com grau especulativo nos EUA pode aumentar para 7% no final de 2021 em relação a 6,6% um ano antes. Na Europa, o indicador subiria de 5,3% para 6,5%, segundo a agência.

Com o maior endividamento corporativo, a saúde de crédito de setores duramente atingidos, como companhias aéreas e lazer, não deve melhorar antes de 2022, de acordo com a S&P. Dito isso, a agência de classificação de risco acredita que a recuperação contínua da economia global poderia evitar uma crise da dívida no curto prazo, apesar da taxa recorde de endividamento em relação ao PIB.

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REFLEXÃO: Michael Batnick, gestor de patrimônios da Ritholtz: Evitar erros catastróficos é mais importante do que construir o portfólio perfeito.

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