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palavras-chave: Dólar fecha em alta, a R$ 6,18, em sessão com maior volatilidade e agenda esvaziada; invistaja.info;
CSAB3 | DY: 0.0 | EV/EBIT: 0.0 | ROE: 0.0189 | PSR: 312.32 | Cotacao: 30.5 | EV/EBITDA: 0.0
ListenToMarket: Dólar fecha em alta, a R$ 6,18, em sessão com maior volatilidade e agenda esvaziada – Áudio gerado às: 17:30:21
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O dólar fechou em leve alta nesta sexta-feira, encerrando uma sessão em que a moeda norte-americana oscilou entre períodos de ganhos e perdas, à medida que os investidores digeriam os poucos dados e notícias compartilhados no dia e operavam em meio à baixa liquidez no mercado, o que permite maior volatilidade.
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Qual é a cotação do dólar hoje?
O dólar à vista fechou em alta de 0,29%, a 6,183 reais na venda. Na semana, a divisa acumulou perda de quase 0,2%
Na B3, às 17h03, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,31%, a 6,208 reais na venda.
hotWords: esvaziada alta, fecha 6,18, dólar
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Dólar comercial
Compra: R$ 6,183
Venda: R$ 6,183
Dólar turismo
Compra: R$ 6,263
Venda: R$ 6,443
O que aconteceu com o dólar hoje?
Depois de oscilar entre leves perdas e ganhos desde a abertura, o dólar encerrou a sessão com leve alta. No pano de fundo, seguem as preocupações dos investidores com a dificuldade de redução da dívida pública brasileira e com os riscos externos – como a possibilidade de desaceleração do crescimento da China -, mas o volume reduzido de negócios e o avanço significativo da moeda no final de 2024 mantém o dólar oscilando no mesmo intervalo das últimas duas semanas.“O que a gente vê agora é acomodação por conta de falta de negócios”, afirmou o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo.Segundo ele, a grande demanda por dólares para pagamentos de dividendos e acertos entre filiais e matrizes de multinacionais ocorreu no último trimestre do ano passado, e isso tira um pouco da pressão para o avanço da moeda americana no momento.A economista-chefe da gestora Lifetime, Marcela Kawauti, destaca que o pano de fundo macroeconômico para o dólar segue sem alterações desde o final do ano passado, com dúvidas dos investidores tanto em relação a questões domésticas – trajetória da dívida pública, principalmente – quanto em relação ao exterior, que também vem exercendo pressão para a valorização da moeda americana.“O dólar está carregando incerteza do final do ano passado, principalmente em relação à política fiscal, com aprovação do pacote de contenção de gastos, mas com economia muito menor”, afirmou Kawauti. “Lá fora ambiente externo está bastante desfavorável, acaba puxando o dólar para cima também. Tem a expectativa da posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que pode ajudar a moeda americana”, avaliou.As medidas prometidas por Trump, diz Kawauti, tem potencial inflacionário e podem diminuir o espaço para o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) diminuir os juros. “Um novo embate sobre o limite de endividamento do país traria incertezas ao cenário e motivaria a busca dos investidores por segurança, outro elemento que pode fortalecer o dólar.
(Com Estadão Conteúdo e Reuters)
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