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O dólar à vista registrou leve alta ante o real nesta sexta-feira, encerrando a semana na estabilidade, conforme o mercado doméstico acompanhou o noticiário sobre o impasse comercial entre Brasil e Estados Unidos, com dados da maior economia do mundo também no radar.
Apesar da estabilidade semanal, a divisa americana acumulou baixa de 3,18% em agosto.
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Na agenda doméstica, o núcleo do índice PCE de inflação dos Estados Unidos subiu 0,3% em julho, após um aumento de 0,3% em junho. Na base anual, o avanço foi de 2,9%. O número foi em linha com o esperado. Economistas consultados pela Reuters previam alta de 0,3% do índice ante junho e avanço de 2,9% na comparação anual.
Atenção ainda à notícia de abertura de um processo pelo Brasil de reciprocidade contra as tarifas americanas, o que pode elevar as incertezas e contribuir para a cautela entre os investidores.
Qual a cotação do dólar hoje?
O dólar comercial subiu 0,29%, a R$ 5,422 na venda. Às 17h04, na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,11%, a R$ 5,426 na venda.
Na quinta-feira, o dólar à vista fechou em baixa de 0,22%, a R$ 5,4062.
Dólar comercial
Compra: R$ 5,421Venda: R$ 5,422
Dólar turismo
Compra: R$ 5,456Venda: R$ 5,636
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O que aconteceu com o dólar?
O dólar à vista subiu ante o real nesta sexta-feira, conforme os investidores avaliavam dados de inflação dos Estados Unidos que vieram dentro do esperado, o que mantinha a perspectiva sobre os próximos passos do Federal Reserve.
O dólar vem sendo afetado desde a semana passada com o aumento das apostas de que o Fed poderá cortar a taxa de juros no próximo mês diante de um mercado de trabalho em desaceleração, o que torna a moeda menos atrativa para investidores estrangeiros.
O foco nesta sexta-feira estava em torno de novos dados de inflação dos EUA que podem alterar as projeções para o Fed, mas vieram em linha com o esperado. O governo norte-americano informou que o índice PCE teve alta de 0,2% em julho, ante um avanço de 0,3% no mês anterior.
Em 12 meses até julho, o índice — que é o indicador de inflação preferido do Fed — repetiu a alta de 2,6% registrada em junho. Tanto o número da base mensal quanto da base anual eram esperados em pesquisa da Reuters com analistas.
Com isso, operadores continuavam a precificar uma chance alta, a 88%, de um corte de 0,25 ponto percentual nos juros em setembro, segundo dados da LSEG, com outra redução da mesma magnitude totalmente precificada até dezembro.
No cenário doméstico, as atenções estavam voltadas para a disputa comercial entre Brasil e EUA. Na véspera, o Ministério das Relações Exteriores acionou a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para analisar a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica sobre os EUA.
A notificação à Camex, feita depois de autorização do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dá início ao processo que pode levar à adoção de medidas de retaliação aos EUA, depois que o governo do presidente Donald Trump impôs tarifas de 50% sobre produtos brasileiros.
A continuidade do impasse entre os dois países tem sido um fator de preocupação recorrente para o mercado doméstico, que tem se mantido atento a qualquer impacto econômico que a situação possa ter para o Brasil.
(Com Reuters)
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REFLEXÃO: Morgan Housel: Se preocupe somente quando você achar que tiver tudo resolvido.
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