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Fed sinaliza novas altas de juros em 0,5 ponto nas próximas reuniões, aponta ata do Fomc

Reunião de política monetária do Federal Reserve de 3 e 4 de maio terminou com um aumento de 0,50 ponto percentual na taxa de juros
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Edição MarketMsg e invistaja.info

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MOVI3 | Liq.Corr.: 2.25 | P/Ativo: 0.288 | Cresc.5anos: 0.2572 | Div.Brut/Pat.: 4.28 | EV/EBIT: 6.44 | P/EBIT: 2.72

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Os integrantes do Comitê de Política Monetária do Federal Reserve sinalizaram mais aumentos na taxa de juros básica em 0,5 ponto percentual nas próximas duas reuniões, mostrou a ata da última reunião do Fomc (Federal Open Market Committee), divulgada nesta quarta-feira (25).

“A maior parte dos participantes julgou que aumentos de 50 pontos base nos juros provavelmente seriam apropriados nas próximas reuniões”, afirmou a ata. Além disso, os membros do Comitê de Mercado Aberto indicaram que “uma postura restritiva da política monetária pode se tornar apropriada dependendo da evolução das perspectivas econômicas e dos riscos para essas perspectivas”.

A reunião de política monetária do Fed de 3 e 4 de maio terminou com um aumento de 0,50 ponto percentual na taxa de juros, e o que o chair do Fed, Jerome Powell, chamou recentemente de “ampla percepção” de que altas semelhantes serão aprovadas quando as autoridades se reunirem em junho e novamente em julho para tentar conter uma inflação muito acima da meta do banco central dos EUA.

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Os integrantes do Fed destacaram a necessidade de subir os juros para combater a inflação, que eles passaram a ver como  uma ameaça importante ao desempenho da economia e que corria o risco de subir mais sem a ação do banco central americano.

“Todos os participantes concordaram que a economia dos EUA estava muito forte, o mercado de trabalho estava extremamente apertado e a inflação estava muito alta”, destacou o documento, com riscos de uma inflação ainda mais inclinada “para o lado positivo” devido aos problemas de oferta global em curso, a guerra na Ucrânia e bloqueios contínuos por conta do coronavírus na China.

Nesse contexto, “os integrantes concordaram que o Comitê (Federal Open Market) deve mudar rapidamente a postura da política monetária para uma postura neutra… Eles também observaram que uma postura restritiva da política pode se tornar apropriada”.

“Muitos integrantes” também julgaram que elevar os juros agora “deixaria o Comitê bem posicionado no final deste ano para avaliar os efeitos do fortalecimento da política [de aperto monetário]”.

A ata mostra o Fed debatendo sobre a melhor forma de conduzir a economia em direção a uma inflação mais baixa sem causar uma recessão ou elevar a taxa de desemprego substancialmente – uma tarefa que “vários participantes” da reunião deste mês disseram que seria desafiadora no ambiente atual.

“Vários” deles também apontaram que os dados começaram a indicar que a inflação “pode ​​não estar mais em tendência de piora”. Mas mesmo eles concordaram que era “muito cedo para ter certeza de que a inflação atingiu o pico”.

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A economia, enquanto isso, permaneceu sólida, com autoridades do Fed destacando que o consumo segue forte, dificultando o alívio da pressão dos preços.

A expectativa de analistas era também de que a ata deste último encontro já começasse a moldar o debate sobre o que acontecerá a seguir.

Autoridades de todo o espectro da política monetária respaldaram os aumentos de juros planejados para junho e julho, alinhando-se ao esforço de Powell para tornar a redução da inflação a principal prioridade do Fed.

Mas, para além disso, as autoridades começaram a estabelecer uma ampla gama de posições, desde uma pausa total nos aumentos das taxas neste outono (nos EUA) até pedidos de uma série agressiva de elevações de 0,50 ponto percentual nas reuniões de setembro, novembro e dezembro.

Os dados de inflação ainda não mostraram uma queda convincente em relação aos níveis que deixaram as autoridades do Fed nervosas e atraíram comparações com os choques inflacionários dos anos 1970 e início dos anos 1980. A medida de inflação preferida do Fed roda a mais de três vezes a meta de 2% do banco central.

Enquanto isso, alguns analistas passaram a ver mais riscos de recessão, e investidores em contratos vinculados à taxa de juros do Fed recentemente reduziram suas estimativas de o quão altos os custos dos empréstimos subirão.

(com Reuters)

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REFLEXÃO: Rich Greifner, da Motley Fool: Pense a longo prazo, seja paciente e busque por retornos assimétricos.

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