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Ibovespa recua em sintonia com exterior, repercutindo dados de inflação e retirada de estímulos; dólar sobe

Commodities que operavam em alta mais cedo também inverteram sinal e operam no terreno negativo
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Edição MarketMsg e invistaja.info

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BRFS3 | Pat.Liq: 7599850000.0 | Liq.Corr.: 1.2 | Mrg.Liq.: 0.0088 | Div.Brut/Pat.: 3.18 | P/L: 40.72 | Mrg.Ebit: 0.0639

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O Ibovespa opera em queda nos negócios desta sexta-feira (17) acompanhando o sentimento de aversão ao risco no mercado internacional. Em Nova York, é dia de evento quádruplo: vencimento de contrato de opções sobre índices, futuros de índices, opções sobre ações e futuros de ações. O dia também é de vencimento de opções na Bolsa brasileira. A conjunção de vencimentos promete trazer uma dose extra de volatilidade aos negócios, que também repercutem dados de inflação e as retiradas de estímulos pelos grandes Bancos Centrais.

Nesta madrugada, foi a vez do Banco Central do Japão anunciar que vai reduzir o financiamento emergencial da economia, adotado na pandemia. A autoridade monetária japonesa, porém, enfatizou que os juros vão continuar negativos, ainda que outros Bancos Centrais aumentem as taxas, sinalizando com uma postura ainda bastante flexível na comparação com outros BCs.

Na Europa, novos indicadores mostram que a inflação continua acelerando. Os preços ao produtor na Alemanha saltaram 19,2% em novembro na comparação anual, maior alta em 60 anos, impulsionados pelos custos de energia, que subiram quase 50%. O Banco Central Europeu (BCE) não deve subir juros no ano que vem, mas já anunciou que deve encerrar seu programa emergencial de compra de títulos até o próximo mês de março.

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O primeiro grande Banco Central a subir juros desde o início da pandemia foi o BC da Inglaterra, que subiu a taxa de 0,10% para 0,25% ao ano, surpreendendo o mercado. Como os casos de infecção pela variante ômicron do coronavírus têm aumentando no Reino Unido, levando à novas restrições, os investidores não esperavam que o BC britânico adotasse uma postura mais hawkish desde já.

Tudo isso aconteceu depois que o Banco Central dos Estados Unidos (Federal Reserve) decidiu acelerar o ritmo da retirada de estímulos (tapering), reduzindo a compra de títulos públicos em US$ 30 bilhões por mês. A expectativa é que o programa de compra de ativos também seja encerrado em março de 2022. A partir daí, o Fed deve realizar três altas de juros só no ano que vem. As taxas, hoje, oscilam entre zero e 0,25% ao ano. Os Estados Unidos também têm registrado os maiores índices de inflação em décadas.

Aqui no Brasil, já em clima de recesso, a agenda de indicadores econômicos está esvaziada. A aversão ao risco no exterior joga contra a Bolsa brasileira, assim como a queda no preço das commodities, incluindo o minério de ferro, que inverteu sinal.

Leia mais: Paulo Guedes diz que atividade econômica vai desacelerar em 2022

Os números do mercado

Às 10h13 (horário de Brasília), o Ibovespa caía 0,88%, aos 107.453 pontos. O Ibovespa futuro para fevereiro de 2022 recuava 1%, aos 108.845 pontos.

O dólar comercial opera em alta de 0,56%, a R$ 5,710 na compra e R$ 5,711 na venda. O dólar futuro para janeiro de 2022 avançava 0,18%, a R$ 5,715.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2023 opera em alta de quatro pontos-base, a 11,74%; DI para janeiro de 2025 sobe oito pontos-base, a 10,70%; e o DI para janeiro de 2027 sobe cinco pontos-base a 10,55%.

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Bolsas no exterior e commodities

As ações de tecnologia voltam a puxar os índices em Nova York para baixo. As techs e outras empresas em crescimento são diretamente impactadas pela perspectiva de alta de juros nos Estados Unidos, já que as taxas maiores interferem no fluxo de caixa futuro dessas companhias, que passam a ser negociadas com desconto.

A Nasdaq, bolsa com maior exposição a essas empresas, caiu quase 3% na sessão de ontem e hoje o seu índice futuro recua mais 1,1%. O Dow Jones futuro opera em baixa de 0,4% e os futuros do S&P 500 recuam 0,63%.

Já as Bolsas europeias, que ontem descolaram de Nova York e fecharam em alta, hoje operam com comportamento semelhante ao do mercado americano. Os índices reagem à escalada da inflação e ao aumento de casos da variante ômicron, que tem se espalhado de forma alarmante no continente. O Reino Unido reportou 90 mil casos em um único dia, na quinta-feira, mas o número de mortes segue estável.

O índice pan-europeu Stoxx 600, que mede o desempenho de empresas de 17 países, recuava 1,01%.

Na Ásia, uma boa parte das Bolsas fechou em queda. Tensões na relação entre Estados Unidos e China voltaram a pesar sobre os negócios depois que os americanos fizeram uma lista de empresas chinesas passíveis de sanções comerciais, como restrições de investimentos e exportações.

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O índice Nikkei, da Bolsa do Japão, fechou em baixa de 1,79%; o índice chinês Shanghai SE recuou 1,16%; o Hang Seng, de Hong Kong, teve queda de 1,20%; e o Kospi, da Coreia do Sul, fechou em alta de 0,38%.

Na bolsa chinesa de Dalian, o preço do minério de ferro inverteu sinal e passou. As cotações do petróleo também estão em baixa: o barril do Brent recuava 1,89%, a US$ 73,60. O do WTI caía 2,03%, a US$ 70,87.

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REFLEXÃO: Rich Greifner, da Motley Fool: Pense a longo prazo, seja paciente e busque por retornos assimétricos.

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