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IPCA-15 desacelera novamente, para 0,57% em abril, diz IBGE; projeção era de 0,61%

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Edição MarketMsg e invistaja.info

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LCSA4 | Div.Brut/Pat.: -0.35 | Mrg.Ebit: -0.1577 | ROIC: -0.2874 | ROE: 0.6755 | Pat.Liq: -377568000.0 | EV/EBITDA: -506.56

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação oficial do País, subiu 0,57% em abril, mantendo a tendência de desaceleração após ter alcançado 0,76% em fevereiro e 0,69% em março, informou nesta quarta-feira (26) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O dado ficou abaixo da estimativa dos analistas do mercado financeiro, uma vez que o consenso Refinitiv apontava para inflação de 0,61%

Nos últimos 12 meses, a variação do IPCA-15 foi de 4,16%, abaixo dos 5,36% observados nos 12 meses até março. Nessa leitura, o consenso dos analistas estava em 4,20%.

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Em abril de 2022, o IPCA-15 foi de 1,73%.

Segundo o IBGE, todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram inflação no mês de abril.

Transportes

A maior variação (+1,44%) e o maior impacto no índice do mês (0,29 p.p.) vieram dos Transportes, mas a variação foi menor que os 1,50% de março. Na sequência, contribuíram com o resultado do mês os grupos Saúde e cuidados pessoais (+1,04%) e Habitação (+0,48%), com impactos de 0,14 p.p. e 0,07 p.p., respectivamente.

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Assim como em março, a alta do grupo Transportes foi puxada pelo aumento nos preços da gasolina (+3,47%), subitem que contribuiu com o maior impacto individual no IPCA-15 de abril (0,17 p.p.).

Além disso, também houve alta nos preços do etanol (+1,10%), que já haviam subido 1,96% em março. Óleo diesel (-2,73%) e gás veicular (-2,17%), por sua vez, registraram queda, na contramão dos demais combustíveis (2,84%).

Outro destaque nas altas dentro do grupo Transportes foi o avanço de 11,96% nas passagens aéreas, após recuo de 5,32% em março.

Ainda em Transportes, a variação positiva de ônibus urbano (0,94%) deveu-se aos reajustes de 15,75% nas passagens em Fortaleza (14,17%), a partir de 19 de março, e de 9,09% em Curitiba (4,71%), a partir de 1º de março.

No subitem metrô (0,16%), foi destacado o reajuste de 6,15% nas tarifas, aplicado a partir de 12 de abril no Rio de Janeiro (0,46%).

Já a alta de 0,07% no subitem táxi foi consequência da apropriação residual do reajuste de 11,54% nos preços em Belo Horizonte (0,65%), em vigor desde 13 de fevereiro.

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