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Israelense Casterra mira expansão da mamona para biocombustíveis no Brasil

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TRFO3 | P/VP: 2.58 | Div.Brut/Pat.: 0.26 | Liq.2meses: 0.0 | P/ACL: 7.37 | EV/EBITDA: 5.12 | P/Ativo: 1.039

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hotWords: mamona mira expansão israelense casterra

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Por Oliver Griffin

SÃO PAULO, 24 ⁠Abr (MarketMsg) – A empresa israelense Casterra quer trabalhar ⁠com agricultores brasileiros para cultivar mamona para uso em ‌biocombustíveis, visando uma área plantada de 200.000 hectares nos próximos cinco anos, disse o CEO e presidente do conselho ‌Ofer Haviv.

O Brasil é uma potência na produção de biocombustíveis, onde vastas plantações de soja e cana-de-açúcar — entre outras matérias-primas — alimentam seus setores de biodiesel e etanol, respectivamente.

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No entanto, a produção brasileira de mamona continua pequena em comparação com ⁠outras ‌commodities.

De acordo com a Conab, a previsão é de ⁠que a mamona cubra apenas 76.200 hectares na safra 2025/26, em comparação com os 48,5 milhões de hectares da soja.

A Casterra, de propriedade da empresa israelense de biotecnologia Evogene, realizou no mês passado testes de campo comerciais ​bem-sucedidos para o cultivo de mamona no Estado da Bahia, com plantações de 74 hectares.

‘Gostaríamos de encontrar grandes ​fazendeiros que começarão a cultivar mamona em escala comercial e agora também estamos conversando com participantes locais que comprarão os grãos dos fazendeiros’, disse Haviv em uma entrevista esta semana.

UM MILHÃO DE HECTARES

Nos próximos dez anos, a ‌área usada para o cultivo da mamona ​poderá atingir 1 milhão de hectares, disse Haviv.

O objetivo é que os agricultores cultivem a mamona durante a segunda safra do Brasil, conhecida como ⁠safrinha, acrescentou ele.

Como ​é tarde demais ​para plantar mamona este ano, a Casterra espera gerar interesse pela safrinha em ⁠2027 e planeja passar 2026 ​estimulando agricultores a cultivar a safra.

A Casterra planeja investir cerca de US$5 milhões a US$10 milhões para formar equipes fortes de ​marketing e suporte agronômico, bem como uma unidade de produção de sementes, disse ele.

A empresa também está ​pesquisando maneiras de ⁠melhorar a qualidade da safra e a capacidade de colheita, acrescentou Haviv, dizendo ⁠que a Casterra se uniu a uma empresa italiana para melhorar o desempenho das colheitadeiras e limitar a perda de grãos.

‘O segundo braço de atividade está melhorando a semente, melhorando o protocolo de crescimento e melhorando o desempenho do maquinário’, disse ​ele.

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Por Oliver Griffin

SÃO PAULO, 24 ⁠Abr (MarketMsg) – A empresa israelense Casterra quer trabalhar ⁠com agricultores brasileiros para cultivar mamona para uso em ‌biocombustíveis, visando uma área plantada de 200.000 hectares nos próximos cinco anos, disse o CEO e presidente do conselho ‌Ofer Haviv.

O Brasil é uma potência na produção de biocombustíveis, onde vastas plantações de soja e cana-de-açúcar — entre outras matérias-primas — alimentam seus setores de biodiesel e etanol, respectivamente.

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No entanto, a produção brasileira de mamona continua pequena em comparação com ⁠outras ‌commodities.

De acordo com a Conab, a previsão é de ⁠que a mamona cubra apenas 76.200 hectares na safra 2025/26, em comparação com os 48,5 milhões de hectares da soja.

A Casterra, de propriedade da empresa israelense de biotecnologia Evogene, realizou no mês passado testes de campo comerciais ​bem-sucedidos para o cultivo de mamona no Estado da Bahia, com plantações de 74 hectares.

‘Gostaríamos de encontrar grandes ​fazendeiros que começarão a cultivar mamona em escala comercial e agora também estamos conversando com participantes locais que comprarão os grãos dos fazendeiros’, disse Haviv em uma entrevista esta semana.

UM MILHÃO DE HECTARES

Nos próximos dez anos, a ‌área usada para o cultivo da mamona ​poderá atingir 1 milhão de hectares, disse Haviv.

O objetivo é que os agricultores cultivem a mamona durante a segunda safra do Brasil, conhecida como ⁠safrinha, acrescentou ele.

Como ​é tarde demais ​para plantar mamona este ano, a Casterra espera gerar interesse pela safrinha em ⁠2027 e planeja passar 2026 ​estimulando agricultores a cultivar a safra.

A Casterra planeja investir cerca de US$5 milhões a US$10 milhões para formar equipes fortes de ​marketing e suporte agronômico, bem como uma unidade de produção de sementes, disse ele.

A empresa também está ​pesquisando maneiras de ⁠melhorar a qualidade da safra e a capacidade de colheita, acrescentou Haviv, dizendo ⁠que a Casterra se uniu a uma empresa italiana para melhorar o desempenho das colheitadeiras e limitar a perda de grãos.

‘O segundo braço de atividade está melhorando a semente, melhorando o protocolo de crescimento e melhorando o desempenho do maquinário’, disse ​ele.

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RIO DE JANEIRO | mercados | invistaja.info – Israelense Casterra mira expansão da mamona para biocombustíveis no Brasil

REFLEXÃO: Bill Mann, da Motley Fool Asset Management: Busque investir em conjunto com grandes gestores, depois, é só ser paciente.

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