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Mais tarifas sobre o Brasil significam maior desaceleração da atividade, diz FMI

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Edição invistaja.info e MarketMsg

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(MarketMsg) – Tarifas adicionais dos Estados Unidos sobre o Brasil levarão a uma desaceleração mais acentuada da atividade do que o projetado atualmente para o país, segundo uma avaliação preliminar do Fundo Monetário Internacional.

Algumas tarifas – por exemplo, as que incidem sobre produtos de aço e alumínio – já estão afetando a economia brasileira e foram levadas em conta na última previsão do Fundo, disse Petya Koeva-Brooks, vice-diretora do Departamento de Pesquisa do FMI.

“Agora, quando se trata da questão mais ampla do impacto de outras tarifas que foram apresentadas, nossa avaliação preliminar é que isso levaria a uma desaceleração mais acentuada na atividade do que a que estamos projetando atualmente”, disse Koeva-Brooks.

+Grupo Latam soma lucro líquido de US$ 242 mi no 2º trimestre

O FMI prevê que a economia brasileira crescerá 2,3% em 2025, ante uma expansão de 3,4% no ano passado, desacelerando a 2,1% em 2026

Os produtos que estariam sujeitos a essas tarifas adicionais representariam cerca de 1,1 a 1,4 ponto percentual do PIB, acrescentou ela, falando durante uma coletiva de imprensa sobre a atualização do Relatório Perspectiva Econômica Global do FMI, publicada nesta terça-feira.

(Reportagem de Andrea Shalal e Karin Strohecker)

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(MarketMsg) – Tarifas adicionais dos Estados Unidos sobre o Brasil levarão a uma desaceleração mais acentuada da atividade do que o projetado atualmente para o país, segundo uma avaliação preliminar do Fundo Monetário Internacional.

Algumas tarifas – por exemplo, as que incidem sobre produtos de aço e alumínio – já estão afetando a economia brasileira e foram levadas em conta na última previsão do Fundo, disse Petya Koeva-Brooks, vice-diretora do Departamento de Pesquisa do FMI.

“Agora, quando se trata da questão mais ampla do impacto de outras tarifas que foram apresentadas, nossa avaliação preliminar é que isso levaria a uma desaceleração mais acentuada na atividade do que a que estamos projetando atualmente”, disse Koeva-Brooks.

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O FMI prevê que a economia brasileira crescerá 2,3% em 2025, ante uma expansão de 3,4% no ano passado, desacelerando a 2,1% em 2026

Os produtos que estariam sujeitos a essas tarifas adicionais representariam cerca de 1,1 a 1,4 ponto percentual do PIB, acrescentou ela, falando durante uma coletiva de imprensa sobre a atualização do Relatório Perspectiva Econômica Global do FMI, publicada nesta terça-feira.

(Reportagem de Andrea Shalal e Karin Strohecker)

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REFLEXÃO: Harold Pollack, da Universidade de Chicago: Guarde entre 15 e 20% e invista em fundos de índices com taxa baixa.

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