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Neoenergia (NEOE3) lucra R$ 1,21 bilhão no 1º trimestre, estável na comparação anual

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Edição invistaja.info e MarketMsg

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OIBR3 | Pat.Liq: -2283720000.0 | Div.Brut/Pat.: -9.61 | P/Ativo: 0.015 | P/Cap.Giro: 0.2 | P/EBIT: -0.16 | ROE: 1.4921

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A Neoenergia (NEOE3) reportou lucro líquido de R$ 1,215 bilhão no primeiro trimestre de 2023 (1T23), montante 0,25% superior ao reportado no mesmo intervalo de 2022, informou a companhia nesta terça-feira (25).O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) totalizou R$ 3,6 bilhões no 1T23, um crescimento de 14% em relação ao 1T22, enquanto o Ebitda ajustado totalizou R$ 2,6 bilhões, alta de 7%.Segundo a companhia, a variação positiva no Ebitda foi influenciada positivamente pela entrega de projetos em negócios renováveis, “incluindo a entrada em operação total, em março, do complexo solar Neoenergia Luzia, na Paraíba, que marca a estreia da companhia na geração fotovoltaica centralizada”.Leia mais: Confira o calendário de resultados do 4º trimestre de 2022 da Bolsa brasileiraO que esperar da temporada de resultados do 4º trimestre de 2022? Confira no que ficar de olhoA receita líquida somou R$ 11,107 bilhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 12% na comparação com igual etapa de 2022.A energia injetada foi de 19.510 gigawatts (GWh) no 1T23, +0,2% versus o 1T22, por melhor mercado na Bahia e em Brasília, absorvendo os impactos de menor temperatura e geração distribuída nas demais concessões.O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 1,272 bilhão no primeiro trimestre de 2023, uma elevação de 39% sobre as perdas financeiras da mesma etapa de 2022.Segundo a companhia, o aumento das despesas financeiras é explicada pela maior despesa com encargos de dívida, maior CDI, além do aumento do saldo médio da dívida devido às captações direcionadas para Capex de novos projetos de transmissão, eólico e solar, além das Distribuidoras.A margem bruta foi de R$ 4,760 bilhões no 1T23, alta de 14% frente a margem do 1T22, impactada pelos efeitos dos reajustes tarifários; do maior VNR, por ajuste pontual na base de remuneração de Neoenergia Coelba e Neoenergia Cosern para Revisão Tarifária, mitigando o impacto do menor IPCA; do maior Capex em transmissão; e do melhor resultado em Renováveis devido à entrada em operação dos Complexos Eólicos Chafariz e Oitis e do Complexo Solar Luzia.As despesas operacionais somaram R$ 970 milhões no 1T23, um crescimento de 9% em relação ao mesmo período de 2022.A Neoenergia investiu R$ 2,1 bilhões no 1T23 (-13% na comparação anual), maior realização em Redes e menor realização em Renováveis devido ao encerramento dos projetos.Em 31 de março de 2023, a dívida líquida da companhia era de R$ 36,827 bilhões, um crescimento de 1% na comparação com dezembro de 2022.O indicador de alavancagem financeira, medido pela dívida líquida/Ebitda ajustado, ficou em 3,06 vezes em março de 2023, queda de 0,09 ponto percentual (p.p.) em relação ao mesmo período de 2022.A Neoenergia encerrou o trimestre com 42 parques eólicos em operação, que somados têm capacidade instalada de 1.389 megawatts (MW), além de duas usinas solares fotovoltaicas Neoenergia Luzia, com 149,2 MWp. A geração de energia eólica e solar foi de 943 gigawatts-hora (GWh), 84,71% acima do observado no mesmo período do ano passado.No segmento de distribuição, a companhia encerrou o trimestre com 16.111 milhões de unidades consumidoras atendidas em suas cinco áreas de concessão, uma adição de 307 mil clientes em relação ao mesmo período do ano passado, alta de 2%.

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REFLEXÃO: Morgan Housel: Se preocupe somente quando você achar que tiver tudo resolvido.

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