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No meio do caminho do Brasil: Holanda, Japão e Suécia definem rumo na Copa do Mundo

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Uma pedra no sapato, uma pedreira dos últimos tempos ou o adversário mais conhecido. Um dos três será o rival do Brasil na segunda fase da Copa do Mundo de 2026. Tratam-se, respectivamente, de Holanda, Japão e Suécia.

As seleções fecham o Grupo F junto da já eliminada Tunísia. Os adversários dos dois primeiros colocados vêm do Grupo C, em enfrentamento cruzado: o primeiro de uma chave enfrenta o segundo da outra.

O terceiro, que, antes de a rodada iniciar, é a Suécia, tende a conseguir a classificação entre os oito melhores nessa posição. Este terá pela frente França ou Noruega, que brigam pela liderança do Grupo I.

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CADA UM, UMA PEDRA

Os holandeses têm cinco confrontos com o Brasil em Mundiais e três vitórias (1974, 2010 e 2014). Em 1994, nos Estados Unidos, foi 3 a 2 para os brasileiros. Em 1998, triunfo da seleção brasileira nos pênaltis após empate por 1 a 1.

O Japão tem apenas um jogo contra o Brasil em Mundiais. A derrota por 4 a 1 em 2006. Os japoneses, contudo, não são mais os mesmos. Desde a Copa de 2022, eles bateram Alemanha (duas vezes), Espanha, Inglaterra e os próprios brasileiros. A vitória sobre o Brasil foi em outubro, por 3 a 2, já em cima de Carlo Ancelotti.

Já a Suécia, derrotada na final de 1958, é a seleção que o Brasil mais enfrentou em Copas. São sete encontros, com cinco vitórias brasileiras e dois empates. O duelo mais recente foi na semifinal de 1994, vencida por 1 a 0 com gol de Romário.

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A HORA DA ESTRELA: MEMPHIS DEPAY TENTA AJUDAR HOLANDA A FAZER SALDO

Na Copa do Mundo em que Messi, Haaland, Mbappé e, com atraso, Cristiano Ronaldo se destacam, o maior artilheiro da Holanda ainda não mostrou seu brilho. A chance será contra a frágil Tunísia, às 20h (de Brasília), em Kansas City.

Memphis Depay saiu do banco no empate com o Japão e na goleada sobre a Suécia. O máximo que o corintiano fez, por enquanto, foi a assistência para o quinto gol holandês no último jogo.

Para confirmar a liderança da chave, a Holanda apenas precisa vencer ou torcer para que o Japão não vença ou não a supere no saldo de gols. A melhor forma de garantir isso é marcar contra a Tunísia.

O técnico Ronald Koeman já indicou que a goleada sobre a Suécia não diminui a sede do time. “Houve momentos suficientes em que pensamos: poderia ter sido melhor”, falou Koeman após a partida. “Sabemos que as coisas podem melhorar, mas também é possível ver a alta qualidade desta equipe. Um prazer de assistir.”

À Tunísia, cabe apenas buscar uma despedida digna, após duas goleadas e mudança de técnico. A inspiração para isso vem de 2022, quando, já eliminada, bateu a França no último jogo da fase de grupos.

FICHA TÉCNICA

TUNÍSIA X HOLANDA

TUNÍSIA – Mouhib Chamakh; Dylan Bronn, Montassar Talbi e Omar Rekik; Yan Valery, Ellyes Skhiri, Rani Khedira, Hannibal Mejbri, Elias Saad e Ali Abdi; Firas Chaouat. Técnico: Hervé Renard.

HOLANDA – Bart Verbruggen; Denzel Dumfries, Jan Paul van Hecke, Virgil van Dijk e Jorrel Hato; Ryan Gravenberch, Frenkie De Jong e Tijjani Reijnders; Donyell Malen, Memphis Depay (Crysencio Summerville) e Cody Gakpo. Técnico: Ronald Koeman.

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ÁRBITRA – Katia Itzel García (MEX).

HORÁRIO – 20h (de Brasília).

LOCAL – Arrowhead Stadium, em Kansas City (Estados Unidos).

ONDE ASSISTIR – CazéTV.

EM BUSCA DA MELHOR POSIÇÃO

O Japão mostrou até aqui que superou os desfalques de astros do time. Com a tendência de vitória da Holanda no outro jogo, as seleções japonesa e sueca fazem uma espécie de confronto direto para, no mínimo, a segunda posição. O caminho para que os japoneses liderem é vencer e superar os holandeses em saldo.

O técnico Hajime Moriyasu, no comando do Japão há oito anos, instalou uma mentalidade vencedora no time, que tem ajudado a equipe nas vitórias sobre gigantes. “Nossa abordagem sempre se baseou em dois pilares: dar tudo de si para vencer a partida que temos pela frente e ter a coragem de continuar nos desafiando a evoluir”, falou após golear a Tunísia.

A Suécia precisa se recuperar da goleada sofrida para a Holanda. Para ser líder, precisa vencer e torcer para que os holandeses não ganhem da Tunísia.

O técnico Graham Potter é o comandante perfeito para as “causas impossíveis”. O inglês se popularizou na Suécia ao conduzir o Ostersunds da quarta divisão do país até a elite.

A seleção sueca tem um ataque potencializado por Viktor Gyokeres, Anthony Elanga e Alexander Isak. Desde outubro, quando Potter assumiu, foram 17 gols marcados em oito jogos, mas 19 sofridos. Será a prova mais importante para a defesa sueca até aqui.

FICHA TÉCNICA

JAPÃO X SUÉCIA

JAPÃO – Zion Suzuki; Shogo Taniguchi, Tsuyoshi Watanabe e Junnosuke Suzuki; Yukinari Sugawara, Kaishu Sano, Ao Tanaka, Ritsu Doan, Yuito Suzuki e Daizen Maeda. Koki Ogawa. Técnico: Hajime Motiyasu.

SUÉCIA – Kristoffer Nordfeldt; Gustaf Lagerbielke, Isak Hien e Victor Lindelof; Alexander Bernhardsson, Kim Kallstrom, Yasin Ayari, Benjamin Nygren e Gabriel Gudmundsson; Alexander Isak e Viktor Gyokeres. Técnico: Graham Potter.

ÁRBITRO – Iván Barton (El Salvador).

HORÁRIO – 20h (de Brasília).

LOCAL – AT&T Stadium, em Arlington (Estados Unidos).

ONDE ASSISTIR – TV Globo, SporTV, SBT, N Sports, CazéTV e Globoplay

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REFLEXÃO: Morgan Housel: Se preocupe somente quando você achar que tiver tudo resolvido.

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