Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta sexta-feira – 14/5

Bolsas mundiais sobem nesta sexta em semana marcada por temor com inflação; varejo e indústria nos EUA, alta dos ADRs da Petrobras e mais
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BRASIL | invistaja.info — A sessão desta sexta-feira (14) é de ganhos para as principais bolsas mundiais, em sequência ao movimento de recuperação da véspera após as perdas do início da semana com os temores de inflação nos EUA. Por lá, atenção ainda para a bateria de indicadores, com dados de varejo, produção industrial e de confiança do consumidor no país.

Por aqui, a temporada de resultados é movimentada, com atenção para a repercussão dos balanços de Petrobras, cujos ADRs sobem cerca de 5% no pré-market da Bolsa de Nova York, além de Magalu, IRB, Renner, CCR, Ecorodovias, entre outras companhias. Atenção ainda para a nova baixa do minério de ferro na Bolsa de Dalian e o possível impacto para as ações de Vale e siderúrgicas. Confira os destaques:

1.Bolsas mundiais

+Resultado do 1º tri não ajuda a retomar ânimo e ações da Oi caem forte, mas analistas veem alguns sinais positivos

Os índices futuros americanos têm altas nesta sexta-feira (14) pela manhã, dando continuidade à virada registrada na véspera, depois de dias de perdas em meio a temores sobre a alta da inflação nos Estados Unidos.

Na quinta-feira, os CDC (Centros para Controle e Prevenção de Doenças, em uma tradução livre da sigla em inglês), relaxaram as diretrizes nos Estados Unidos, afirmando que, na maior parte das situações, pessoas completamente vacinadas não precisam usar máscaras, em ambientes abertos ou fechados.

As ações mais expostas à recuperação da economia subiram após o anúncio, com destaque para aquelas do setor aéreo.

Na quinta-feira, o índice Dow subiu 1,29%, enquanto que o S&P ganhou 1,22% e o Nasdaq, 0,72%, encerrando uma sequência de perdas impulsionada pelo temor de inflação. Dados de inflação indicaram alta de 4,2% na inflação em abril em comparação com um ano antes, o ritmo mais rápido desde 2008, impulsionando o temor de que o Federal Reserve alterasse sua política monetária.

Apesar disso, os relatórios de resultado das empresas têm sido fortes, o que pode abrir espaço para a valorização de ações.

Apesar do desempenho positivo na quinta-feira, na semana o índice Dow cai 2,18%, o S&P cai 2,84%, e o Nasdaq, 4,56%. Este índice foi especialmente afetado porque tem um grande número de ações de tecnologia, que têm sido mais fortemente afetadas pelo temor inflacionário.

Nesta sexta, serão divulgados dados sobre vendas no varejo, produção industrial e sentimento do consumidor.

As bolsas asiáticas fecharam em sua maioria em altas na sexta-feira, seguindo o ritmo registrado nos Estados Unidos. As ações no Japão lideraram os ganhos. O índice Nikkei subiu 2,32%, após ter caído mais de 2% na quinta; o Kospi, da Coreia do Sul, subiu 1%.

As bolsas da China continental também subiram. O índice Shanghai composto subiu 1,77%, enquanto que o componente Shenzhen subiu 2,092%. Em Hong Kong, o Hang Seng Index subiu 1,11%. Ações da gigante Alibaba listadas em Hong Kong caíram, no entanto, 4,03% após a empresa divulgar prejuízo operacional no seu quarto trimestre fiscal, o primeiro desde que foi listada na bolsa.

As bolsas europeias também têm altas modestas, acompanhando o movimento positivo nos Estados Unidos e na Ásia. O índice Eurostoxx, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, tem queda de 0,4%. O setor de varejo sobe 1%, enquanto que o de recursos básicos cai 1,7%.

No Reino Unido, o primeiro-ministro Boris Johnson demonstrou preocupação com a transmissibilidade aumentada da nova variante de Covid detectada pela primeira vez na Índia. Ele afirma que nada pode ser descartado como medida potencial para barrar sua propagação.

No mercado de commodities, após a forte queda da véspera, o minério de ferro tem um novo dia de fortes perdas.

Veja o desempenho dos principais indicadores às 7h30 (horário de Brasília):*S&P 500 Futuro (EUA), +0,6%*Nasdaq Futuro (EUA), +1,09%*Dow Jones Futuro (EUA), +0,42%Europa*Dax (Alemanha), +0,52%*FTSE 100 (Reino Unido), +0,61%*CAC 40 (França), +0,64%*FTSE MIB (Itália), +0,34%Ásia*Nikkei (Japão), +2,32% (fechado)*Hang Seng Index (Hong Kong), +1,77% (fechado)*Kospi (Coreia do Sul), +1% (fechado)*Shanghai SE (China), +1,77% (fechado)Commodities e bitcoin*Petróleo WTI, +0,83%, a US$ 64,35 o barril*Petróleo Brent, +0,78% a US$ 67,57 o barril*Bitcoin +2,07%, a US$ 50.401,14**Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian com queda de 7,49%, cotados a 1173 iuanes, equivalente hoje a US$ 182,24 (nas últimas 24 horas).USD/CNY = 6,44

2. Agenda

A agenda dos EUA tem como destaque os dados de preços de importados em abril, com estimativa de alta de 0,6% ante março, segundo consenso Refinitiv. Os dados serão divulgados às 9h30, mesmo horário de vendas de varejo de abril, com expectativa de alta de 1% na comparação mensal.

Às 10h15 serão revelados os dados de produção industrial de abril, com projeção de alta de 1%. Às 11h serão divulgados os estoques empresariais de março, com perspectiva de alta de 0,3%, além dos números de confiança do consumidor de maio.

3. CPI da Covid

Na quinta (13), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 1.917, queda de 24% em comparação com o patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registradas 2.340 mortes.

As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias estaduais de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h. A média móvel de novos casos em sete dias foi de 61.115, alta de 1% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 75.141 novos casos. 37.744.357 pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 17,82% da população. A segunda dose foi aplicada em 18.807.027 pessoas, ou 8,88% da população.

Na quarta-feira, a CPI da Covid no Senado ouviu o gerente-geral da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, que foi presidente da empresa no Brasil em 2020. Ele afirmou que a farmacêutica iniciou seus contatos com o governo brasileiro, assim como de outros países, sobre a potencial vacina em maio e junho de 2020.

Também informou que no período entre maio e novembro não houve contato com ministros de Estado, mas com equipes dos ministérios. Murillo relatou à CPI três ofertas formalizadas ao governo federal. Uma delas foi realizada ainda em 26 de agosto de 2020. “Como era vinculante e estávamos neste processo com todos os governos, teria uma validade de 15 dias. Passados esses 15 dias, o governo do Brasil não rejeitou, tampouco aceitou a oferta”, descreveu Murillo.

O executivo afirmou que telefonou em novembro ao ex-secretário de Comunicação Social da Presidência da República, o publicitário Fabio Wajngarten, conversa relatada na véspera pelo ex-chefe da Secom. Na ocasião, o então presidente da Pfizer no Brasil conversou brevemente com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Eu somente conversei com o ministro da Saúde no mês de novembro e mais numa segunda ocasião, em dezembro. Com o Ministro Guedes conversei nessa ocasião dessa ligação e tive uma conversa posterior no mês de fevereiro”, disse Murillo.

O executivo foi questionado pelo relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), sobre os integrantes de encontro entre representantes da Pfizer no Palácio do Planalto com Wajngarten. Ele não respondeu de imediato porque afirmou que não participou da conversa.

Mas ainda durante a audiência forneceu as informações, repassadas pela diretora Jurídica da Pfizer, Shirley Meschke. Ele confirmou a participação do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), além do assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência, Filipe Martins.

“Após aproximadamente uma hora da reunião, Fabio recebe uma ligação, sai da sala e retorna para a reunião. Minutos depois, entra na sala de reunião Filipe Garcia Martins, da Assessoria Internacional da Presidência da República; Carlos Bolsonaro”, relatou Murillo, segundo informações repassadas pela diretora Jurídica da Pfizer. A gerente de relações governamentais da empresa Eliza Samartini também participou da conversa.

A confirmação reforça tese em estudo pela CPI sobre um comitê paralelo de aconselhamento do presidente da República relatado em outro depoimento, o do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta.

Questionado, Murillo disse não concordar com o termo utilizado pelo então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e pelo presidente Jair Bolsonaro, que classificaram as cláusulas do contrato apresentado pela empresa como “leoninas”. “Não, eu não estou de acordo com essa categorização dessas condições leoninas.”, disse.

“As condições que a Pfizer procurou para o Brasil são exatamente as mesmas condições que a Pfizer negociou e assinou neste momento já com mais de 110 países no mundo”, disse.

Senadores governistas investiram seus esforços em desmontar a narrativa segundo a qual houve atraso no início da vacinação do país.

Centraram seus questionamentos em fatos como a época em que a vacina da Pfizer obteve registro definitivo da Anvisa em fevereiro deste ano e enfatizaram que nas ofertas da empresa, os imunizantes eram tratados como “potenciais”. Também se fiaram nos impedimentos legais de até então sobre a cláusula de responsabilidade.

Questionado, o Murillo relatou que ao menos desde novembro o governo brasileiro já identificava esses entraves legais.

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Senadores independentes e de oposição, por outro lado, questionaram porque o governo não tomou a iniciativa legislativa de adequar a legislação brasileira ainda em novembro para possibilitar o contrato com a farmacêutica, formalizado apenas em março deste ano, e as primeiras remessas foram enviadas apenas em maio.

Ainda tratada como potencial em maio de 2020 por estar em desenvolvimento, a vacina ganhou mais sustentação em novembro, segundo o ex-presidente da Pfizer, quando foi divulgado resultado de estudo clínico apontando eficácia de 95%.

Em sua live semanal pelas redes sociais na quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou: “Fizemos a coisa certa, Pazuello acertou em tudo o que fez ano passado, está tudo esclarecido”. Ele disse avaliar que não teria sido possível iniciar a vacinação ainda em 2020.

Além disso, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) informou na quinta-feira que vai interromper o envase de doses da vacina contra a Covid-19 de Oxford/AstraZeneca por alguns dias na próxima semana por falta de IFA (insumo farmacêutico ativo).

Segundo a Fiocruz, a quantidade de IFA disponível atualmente vai sustentar a produção de vacinas até meados da próxima semana, garantido dessa forma as entregas até a primeira semana de junho.Depois disso, no entanto, a fundação depende da chegada de mais insumos da China.

Mais cedo, o Instituto Butantan havia informado que vai interromper na sexta-feira o envase da CoronaVac, vacina contra Covid-19 da chinesa Sinovac SVA.O, também por falta do IFA enviado pela China.

Anteriormente, o presidente do Butantan, Dimas Covas, afirmou que a demora na liberação pode estar relacionada com falas do presidente Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes, que insinuaram que o vírus teria sido propositalmente desenvolvido pela China. Bolsonaro chegou a falar em uma suposta “guerra bacteriológica”.

4. Pis-Cofins, auxílio, emprego e legalização de ocupação ilegal na Amazônia

O plenário do Supremo Tribunal Federal concluiu na quinta que a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS-Cofins vai produzir efeitos a partir de 15 de março de 2017 e incidir no imposto destacado pela nota. A decisão reduz os valores pagos por empresas e contribuintes, e terá impacto sobre o caixa do governo.

A deliberação ocorreu no julgamento de um recurso apresentado pela União que pretendia discutir o alcance da decisão que o STF tomou quatro anos atrás sobre a exclusão do ICMS do PIS-Cofins.

A corrente vencedora foi do voto da relatora da ação, ministra Cármen Lúcia. “O valor integral do ICMS destacado na nota fiscal da operação não integra o patrimônio do contribuinte –e não apenas o que foi efetivamente recolhido em cada operação isolada–, pois o mero ingresso contábil não configura receita, devendo ser excluído da base de cálculo da contribuição do PIS-Cofins”, disse a ministra.

Além disso, pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha indica que 87% da população vê a nova rodada do auxílio emergencial, prevista para o período entre abril e agosto como insuficiente. O valor previsto é de entre R$ 150 e R$ 375. No ano passado, as rodadas foram de R$ 600, reduzidas posteriormente a R$ 300.

Além disso, após duas semanas de funcionamento o programa de redução temporária de salários e de suspensão de contratos de trabalho durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19) foi aplicado sobre 1.543.441 vagas, segundo informações divulgadas sobre a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

O programa funciona nos mesmos moldes do ano passado, quando vigorou por oito meses para evitar demissões em empresas afetadas pela pandemia de covid-19.

Segundo o Ministério da Economia, 384.682 empregadores aderiram ao programa. Os acordos de suspensão de contratos representam 41,4% do total, o que equivale a 638.893 empregos. Nessa modalidade, os empregados recebem 100% do seguro-desemprego enquanto têm o contrato de trabalho suspenso.

Quanto a casos de redução de jornada, 29,7% dos acordos (458.191) estabelecem redução de 70% dos salários com o recebimento de 70% do seguro-desemprego, e 19% dos acordos (293.693) foram fechados para reduzir o salário em 50% com a complementação de 50% do seguro-desemprego. Um total de 9,9% (152.664) dos acordos preveem a redução de 25% dos salários com o pagamento de 25% de seguro-desemprego.

Além disso, o presidente Jair Bolsonaro afirmou em sua live na quinta que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), está na iminência de colocar o projeto de regularização fundiária em votação no plenário da Casa. O projeto permite a legalização de grandes áreas de terras ocupadas ilegalmente na Amazônia.

Na avaliação da ONG Imazon, na prática o projeto seria uma “anistia” para invasores e desmatadores de terras na Amazônia.

A proposta, que acabou sendo batizada por ambientalistas de “MP da grilagem”, é alvo de críticas de organizações de defesa do meio ambiente e empresas preocupadas com a imagem do Brasil.

O presidente disse que certos países da Europa criticam o Brasil na questão ambiental, mas disse avaliar que se trata de “uma guerra comercial”.

5. Radar corporativo

Na reta final, a temporada de resultados é movimentada. A Petrobras fechou o primeiro trimestre de 2021 deste ano com lucro de R$ 1,16 bilhão. O resultado reverte o prejuízo de R$ 48,5 bilhões no primeiro trimestre de 2020. Os ADRs da companhia sobem cerca de 5% no pré-market da Bolsa de Nova York.

Já o IRB Brasil RE apurou lucro líquido contábil de R$ 50,8 milhões no primeiro trimestre de 2021, resultado 44,9% superior aos R$ 35,1 milhões verificados em igual período de 2020.

O Magazine Luiza apresentou lucro líquido de R$ 258,6 milhões no primeiro trimestre de 2021, alta de 739,7% ante o mesmo período de 2020. O número, porém, foi beneficiado por receitas e despesas não recorrentes, incluindo ganhos relacionados à reversão de provisões tributárias. Assim, a companhia informa que seu lucro líquido ajustado (que exclui os efeitos não recorrentes) foi de R$ 81,5 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 8 milhões no primeiro trimestre de 2020.

Já a Lojas Renner reportou um prejuízo líquido de R$ 147,7 milhões no primeiro trimestre de 2021, depois de lucrar R$ 7,1 milhões no mesmo período do ano passado. A C&A teve prejuízo de R$ 138,5 milhões no primeiro trimestre de 2021, alta de 150% frente as perdas de R$ 55,4 milhões registradas em igual período de 2020. O Ebitda ficou negativo em R$ 37,3 milhões, ante dado positivo de R$ 78,1 milhões no mesmo período de 2020.

A CCR reportou no primeiro trimestre um lucro líquido de R$ 688,9 milhões no critério IFRS, alta de 137,8% sobre igual intervalo de 2020. Já a Ecorodovias sofreu queda de 11,9% no lucro líquido do primeiro trimestre ante o mesmo período do ano passado, para R$ 88 milhões, informou a empresa de concessões de infraestrutura.

A brMalls teve queda de 41,5% no lucro líquido ajustado do primeiro trimestre sobre o mesmo período do ano passado, para R$ 76 milhões. A Rumo anunciou nesta quinta-feira que teve lucro líquido de R$ 175 milhões de janeiro a março, ante prejuízo de R$ 274 milhões um ano antes. A CPFL Energia registrou lucro líquido de R$ 961 milhões no primeiro trimestre de 2021, alta de 6,3% em relação a igual período do ano passado.

A Ânima Educação encerrou o primeiro trimestre de 2021 com lucro líquido ajustado de R$56,3 milhões, 28,5% a mais na comparação anual.

A Mahle Metal Leve registrou lucro atribuível aos sócios controladores da empresa de R$ 126,2 milhões no primeiro trimestre de 2021, alta de 487% na comparação anual. A Triunfo Participações e Investimentos (TPI) teve prejuízo atribuído aos controladores de R$ 49 milhões, uma alta de 228% na comparação anual.

A Randon lucrou R$ 134 milhões, alta de mais de 4.000% no primeiro trimestre de 2021 na comparação anual. O Ebitda teve alta de 226,5%, a R$ 349,27 milhões. O lucro líquido da Sanepar teve queda de 3,7% no primeiro trimestre de 2021 na base de comparação anual, a R$ 246,5 milhões, na comparação anual. A receita líquida da estatal paranaense de saneamento caiu 1,6%, a R$ 1,23 bilhão. Já a Wiz Soluções obteve lucro líquido ajustado de R$ 77,7 milhões no primeiro trimestre de 2021, 38,2% maior do que o alcançado no mesmo período do ano passado.

A Even teve lucro líquido de R$ 83,6 milhões, Ebitda de R$ 111,46 milhões e receita líquida de R$ 683,38 milhões, em crescimentos de 130%, 87,5% e 68% respectivamente na comparação com o primeiro trimestre de 2020. A rede varejista Grupo Mateus reportou um lucro líquido de R$ 157 milhões no primeiro trimestre deste ano, em um crescimento de 53,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

No setor de distribuição de energia elétrica, a Light registrou prejuízo líquido de R$ 40,83 milhões, nos primeiros três meses deste ano depois de ter lucrado R$ 166,7 milhões no primeiro trimestre de 2020. A incorporadora Tecnisa teve prejuízo líquido de R$ 26 milhões no primeiro trimestre de 2021, uma melhora de 55% em relação ao prejuízo líquido de R$ 58 milhões no primeiro trimestre de 2020.

Antes da abertura do mercado, Cogna, Restoque, ABC Brasil e Ser Educacional divulgam seus resultados. Após o fechamento, serão divulgados os dados de Cosan, Cemig, CVC, Enjoei e Vivara.

(Com Reuters e Estadão Conteúdo)

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