Carregando cotações…

Paris proíbe consumo de álcool em público em meio à onda de calor

Investindo como um profissional

Edição MarketMsg e invistaja.info

palavras-chave: Paris proíbe consumo de álcool em público em meio à onda de calor; invistaja.info;


Moradores de Paris buscaram o Rio Sena e o Canal Saint-Martin na esperança de se refrescar das temperaturas extremas que atingiram a cidade na última semana. Os termômetros, que chegaram a registrar mais de 40°C, levaram as autoridades a emitir alertas para a população e até proibir o consumo de bebidas alcoólicas em público. A proibição começou nesta sexta-feira (26).

O chefe da polícia de Paris, Patrice Fature, falou, em entrevista à BGM TV sobre a decisão. “Como vocês sabem, ⁠beber ​álcool sob ​o sol forte pode ter ⁠um efeito ​devastador”, afirmou. Ele acrescentou ​que ⁠também haverá proibição da venda ⁠de bebidas alcoólicas a partir da noite de sexta-feira em Paris.

Onda de calor provoca graves problemas

+Anvisa proíbe comercialização de creatina em goma e mais suplementos; veja quais

O Ministério da Saúde divulgou dados sobre as paradas cardíacas na capital francesa, que chegaram a 25 em um único dia – muito superior à média de 10. Os bombeiros franceses também reportaram um aumento de 100% no número de atendimentos e os hospitais da cidade relataram sobrecarga de pacientes por conta do calor.

O calor extremo já começou a afetar a infraestrutura. Os trilhos da rede ferroviária superaqueceram e dilataram, forçando redução de velocidade e o cancelamento de mais de 70 viagens até a próxima segunda-feira. Enquanto isso, atrações como Museu do Louvre e a Torre Eiffel tiveram mudanças em seus horários de funcionamento.

A alta temperatura também provocou o adiamento da Parada do Orgulho LGBTQ+, inicialmente prevista para acontecer neste sábado.

palavras-chave: Paris proíbe consumo de álcool em público em meio à onda de calor; invistaja.info;

FARIA LIMA | mundo | invistaja.info – Paris proíbe consumo de álcool em público em meio à onda de calor

REFLEXÃO: Harold Pollack, da Universidade de Chicago: Guarde entre 15 e 20% e invista em fundos de índices com taxa baixa.

Leia também:

Três bairros do Rio têm as casas mais caras vendidas no pós-pandemia

Baterias de sal: Morgan Stanley vê marco para adoção da tecnologia do “novo petróleo”

Amamentação pode diminuir o risco de TDAH, afirma novo estudo

Milhares de Vespas invadem Roma no 80º aniversário da scooter que é ícone da Itália

Publique seu negócio no invistaja.info