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palavras-chave: Passaporte do Brasil se mantém entre os 20 mais fortes do mundo; veja índice; invistaja.info;
O Brasil continua em 2026 como um dos países com o passaporte “mais forte” do mundo, sendo aceito sem necessidade de visto em 169 nações. O País figura na 16ª posição do Henley Passport Index, ao lado da Argentina e um pouco abaixo do Chile (14º lugar), aceito sem restrições em 174 países.
Mais uma vez, o índice foi liderado por Singapura, com aceitação em 192 países, seguido por Japão, Coreia do Sul e Emirados Árabes.
Em sua 20ª edição, índice Henley destacou a expansão da mobilidade global no período: hoje, o passaporte “médio” oferece acesso sem visto a 108 destinos no mundo, ante apenas 58 países quando o índice foi lançado, em 2006.
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Foram listados alguns destaques no ano: o Reino Unido subiu uma posição, para o 6º lugar, desde o início do ano, após garantir acesso sem visto à China e ao Malawi, enquanto o Canadá subiu para a 7ª posição, seguindo ganhos semelhantes.
Já os Estados Unidos permaneceram em 1º lugar e agora tem um dos poucos passaportes de alto nível cujos cidadãos ainda precisam de visto para visitar a China.
Também foi citada a recente ascensão dos Emirados Árabes Unidos, que registrou a maior melhora de qualquer passaporte na história do índice, adicionando 153 destinos sem visto ao longo de 20 anos. Com isso, subiu de uma posição do meio do ranking para se tornar um dos passaportes mais poderosos do mundo. “Um exemplo marcante de como o engajamento diplomático sustentado e a cooperação internacional podem transformar a mobilidade global”, disse a Henley em comunicado.
A Europa ainda domina as posições mais altas, mas o equilíbrio mudou. O Top 10 agora inclui 38 passaportes do continente, em comparação com 26 em 2006, com mais países competindo dentro de uma faixa mais estreita de alta mobilidade. Isso reflete uma tendência mais ampla: o poder dos passaportes expandiu-se globalmente, mas a vantagem relativa tornou-se mais difícil de manter.
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Christian H. Kaelin, presidente da Henley & Partners e criador do Henley Passport Index, afirmou em nota que os dois conjuntos históricos revelam uma mudança profunda na natureza do poder global.
“Vinte anos de dados mostram que o poder dos passaportes é uma das expressões mais claras do capital geopolítico de um país. Isso reflete muito mais do que apenas paz ou prosperidade. Os passaportes mais fortes do mundo pertencem a nações que outros países desejam como parceiros — para comércio, investimento, segurança ou cooperação. A mobilidade é, em última análise, uma medida do valor que outros países atribuem ao relacionamento que têm com você”, afirmou Kaelin.
Outro ponto destacado foi que os resultados contrastam fortemente com o mais recente Índice Global de Paz, que também marca seu aniversário de 20 anos, mostrando seu quadro mais sombrio até agora.
De acordo com o Instituto de Economia e Paz, o mundo está experimentando o maior número de conflitos estatais desde a Segunda Guerra Mundial, com a paz global diminuindo pelo 12º ano consecutivo.
Hoje, 119 dos 163 países medidos são menos pacíficos do que em 2008, enquanto 103 países estiveram envolvidos em um conflito externo nos últimos cinco anos — quase o dobro do número registrado quando o índice começou.
O Índice de Passaportes Henley é baseado em dados exclusivos da Timatic, da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).
Confira o ranking até a 16ª posição:
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REFLEXÃO: Morgan Housel: Se preocupe somente quando você achar que tiver tudo resolvido.
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