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ListenToMarket: Seguro de celular: saiba quando compensa pagar pela proteção – Áudio gerado às: 7:1:57
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perigosas, mobilidade e necessidade para trabalho podem levar à contratação do serviço

Segundo a 36ª edição da pesquisa anual do FGVcia sobre o mercado brasileiro de TI e o uso nas empresas, atualmente, há 1,3 smartphone por habitante no Brasil, totalizando 272 milhões de aparelhos. Para efeitos de comparação, para cada televisão vendida, são comercializados 2,2 celulares no Brasil.
Com esse aumento na presença dos smartphones na vida dos brasileiros e uma dependência cada vez maior, levanta-se a pergunta: vale a pena fazer um seguro para celular? Por conta disso, levantamos os pontos positivos e negativos sobre o serviço para atestar se ele compensa ou não.
Seguro para celular e seu funcionamento
Basicamente, o seguro para celular é uma apólice que pode oferecer cobertura para roubos, furtos, furtos qualificados (quando existem vestígios de crime) e quebra acidental. Em alguns casos, até mesmo danos causados por agentes externos, como líquidos e outros, são cobertos pelo serviço.
A contratação geralmente ocorre com o pagamento de uma mensalidade ou de um prêmio, que pode variar de acordo com alguns fatores, como:
- marca e modelo do smartphone;
- valor de mercado e valor segurado;
- tipos de cobertura;
- existência de uma franquia, que é quando o segurado precisa desembolsar uma quantia em cada sinistro.
Quando a pessoa precisa acionar algum sinistro coberto, a seguradora pode gerar indenizações, consertos ou até mesmo substituição, dependendo dos termos da apólice. Para isso, o contratante precisa pagar o valor da franquia (percentual ou valor fixo que o segurado arca) para obter esses serviços.
Pontos positivos
Tranquilidade financeira
Caso haja roubos ou quebra de aparelho, geralmente, o custo para consertar tende a ser alto. Quando se tem o seguro, é possível evitar prejuízos financeiros inesperados.
Cobertura ampla
Para quem trabalha com o celular, se deslocando frequentemente, ou mora em locais de risco, ter um seguro pode trazer mais tranquilidade e segurança.
Uso despreocupado
Quando se tem proteção, é possível usar o aparelho com menos receio em transporte público, ruas movimentadas e ambientes mais perigosos.
Pontos negativos
Custo mensal e franquias
O seguro implica no pagamento de valores mensais, cujo custo depende do modelo, do valor e da cobertura. Além disso, a franquia pode pesar no momento do sinistro.
Coberturas limitadas
Os planos não cobrem tudo. Rachaduras na tela, danos menores e perdas simples, quando não há roubo ou furto, geralmente, não são contemplados.
Avaliação de risco
Quem não usa o aparelho fora de casa, possui cuidado redobrado com o dispositivo e reside em local seguro pode acabar arcando com mais custos do que se mantivesse o aparelho sem sinistros.
Possíveis burocracias
Dependendo da seguradora, ela exige documentos, como boletim de ocorrência, comprovação do valor do aparelho, entre outros. Além disso, alguns seguros contam com período de carência e até mesmo condições específicas.
Quando o seguro vale a pena?
O seguro compensa em casos de aparelhos caros ou quando o usuário depende do smartphone para trabalhar. Locais com alto índice de roubos e acidentes também são fatores importantes, principalmente se o dispositivo ficar exposto constantemente.
Para saber se vale a pena ou não, o melhor caminho é fazer as contas: saber quanto custarão as mensalidades, além da franquia, e comparar com o valor de substituição ou conserto. Além disso, também é importante verificar o que está sendo coberto e se atende às necessidades requisitadas.
Portanto, para quem possui um aparelho moderno, com muitos recursos, o seguro pode trazer mais tranquilidade. Para quem possui um celular Motorola, por exemplo, que costuma ser durável e dispor de uma boa assistência técnica, o seguro serve para dar uma proteção complementar, reduzindo o prejuízo em acidentes e roubos, principalmente se for um modelo mais visado.