Units do Banco Inter saltam 24% com aporte de até R$ 2,5 bi pela Stone; Magalu sobe 8% e BRF cai 2,7%

Confira os destaques do noticiário corporativo na sessão desta segunda-feira (24)
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Edição invistaja.info e MarketMsg

palavras-chave: Units do Banco Inter saltam 24% com aporte de até R$ 2,5 bi pela Stone; Magalu sobe 8% e BRF cai 2,7%; invistaja.info;


LOGN3 | P/Ativo: 0.91 | Liq.Corr.: 2.26 | EV/EBIT: 20.01 | DY: 0.0 | Pat.Liq: 328934000.0 | Cresc.5anos: 0.117

BRASIL | invistaja.info — O grande destaque da sessão desta segunda-feira (24) ficou para o Banco Inter (BIDI11, R$ 223,29, +24,83%), cujas units saltaram mais de 24% em meio a um noticiário agitado sobre reorganização societária e acordo com a StoneCo. A Stone anunciou que vai investir R$ 2,5 bilhões para comprar uma pequena fatia do Banco Inter.

Segundo o comunicado, a participação é limitada a 4,99% e a compra deve ser feita por meio de novas ações a serem emitidas pelo Banco Inter por meio de oferta de ações, dando um assento no conselho para a Stone e o direito de preferência na hipótese de venda de controle pelos próximos 6 anos.

De acordo com os analistas do Bradesco BBI, a parceria estratégica faz muito sentido. Aproveitando a Intershop, a Stone pode conectar sua rede comercial para um canal de distribuição online, que deve ser especialmente importante para pequenas empresas que anteriormente não tinham acesso a este canal.

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Além disso, a integração dos canais físicos e online da Stone com os clientes do Banco Inter também pode melhorar a experiência do usuário e fornecer oportunidades de venda cruzada. Por último, a Stone poderia se beneficiar do acesso do Inter a financiamento barato, o que poderia ajudar com a distribuição de seus negócios de crédito / pré-pagamento.

“Embora ainda não tenhamos detalhes para quantificar o valor potencial acréscimo, acreditamos que a parceria deve ser benéfica para ambas as partes”, avaliam os analistas.

Ainda no radar, BRF (BRFS3, R$ 26,21, -2,67%) caiu forte, mais de 2%, após a disparada da última semana, sendo de 16% apenas na sexta-feira, quando foi anunciado que a Marfrig (MRFG3, R$ 17,99, -0,33%) comprou 24,2% da empresa. Os papéis MRFG3, que caíram 5,2% na sexta, tiveram nova queda.

A Levante Ideias de Investimentos destacou esperar, no curto prazo, um movimento de queda no preço das ações da BRF, com investidores especuladores ou operadores em geral (traders) podendo enxergar uma boa oportunidade de realizar ganhos no curto prazo.

Para a Marfrig, os analistas também apontaram esperar um impacto negativo no curto prazo, dado que não há clareza suficiente sobre o movimento agressivo realizado pela companhia, além do aporte de caixa em montante altíssimo, gerando alavancagem financeira alta novamente para a companhia.

“A movimentação atípica e a justificativa de diversificação de investimento não convenceram o mercado, que já começa a avaliar opções sobre o que poderia ser realizado pela Marfrig mais à frente, com uma possível fusão ou uma nomeação de membros do Conselho de Administração quando o mandato dos atuais CEO (Lorival Luz) e presidente do Conselho (Pedro Parente) se encerrar”, afirmou a Levante (veja mais análises abaixo).

Vale (VALE3, R$ 109,78, +0,35%) e siderúrgicas voltaram a ter um dia de baixa com commodities. Os futuros do minério de ferro na Ásia tiveram nova queda nesta segunda-feira, levando a uma nova série de vendas no complexo de metais, após o órgão de planejamento estatal chinês ter alertado sobre manipulações de preços de commodities com a promessa de agir para conter negociações especulativas.

Ainda no radar, atenção para a Eletrobras (ELET3, R$ 42,27, +1,25%; ELET6, R$ 42,46, +1,99%): após alguns especialistas e associações que representam empresas do setor de energia criticaram mudanças na proposta de privatização da companhia feitas pelo relator do texto na Câmara, deputado Elmar Nascimento (PP-BA), o Ministério de Minas e Energia afirmou que a mudança aumentará a capacidade de investimentos da companhia. Nesta semana também se inicia a tramitação da MP da privatização da companhia no Senado.

As varejistas de e-commerce tiveram alta expressiva após as quedas recentes nos últimos pregões, em meio aos temores de aumento da inflação nos EUA, o que impacta principalmente papéis de techs na Nasdaq, reverberando por aqui.

Além disso, no radar do setor, o Magazine Luiza (MGLU3, R$ 20,00, +7,93%) teve o preço-alvo elevado de R$ 23 para R$ 26 pelo BTG Pactual, que reiterou recomendação de compra para os ativos. Na sexta-feira, o Goldman Sachs já havia destacado oportunidade de compra para os papéis MGLU3, apontando que o espaço potencial de crescimento para o varejo online ainda é motivo de otimismo

Confira mais destaques:

Banco Inter (BIDI11, R$ 223,29, +24,83%) e Stone

A empresa de maquininhas Stone vai investir até R$ 2,5 bilhões no Banco Inter, que vai realizar uma oferta primária de ações (“follow on”) na B3 em paralelo a esse investimento. Com o aporte, a companhia listada na Nasdaq terá até 4,99% do capital do Inter. A Stone terá direito a um assento no conselho do Inter, entrará para o acordo de acionistas e afirma que a parceria poderá levar seus clientes ao shopping virtual (marketplace) do banco, entre outros benefícios.

O preço por Unit que a Stone concordou em pagar é de R$ 57,84, e leva em consideração o desdobramento dos papéis na proporção de um para três, aprovado na última semana. Esse investimento colocará a Stone junto aos atuais controladores do Banco Inter – os Menin, que comandam a empresa através da Inter Holding Financeira, que detém 35,35% do capital.

A empresa fechará um acordo de acionistas com os atuais controladores do Inter, e através dele, terá direito de preferência caso haja mudança no controle do banco. Esse direito terá validade de seis anos e estará sujeito a determinados limites de preço, de acordo com comunicado da companhia. A Stone terá direito a ocupar um dos nove assentos do conselho da instituição.

A Stone destaca, no mesmo comunicado, que o Inter tem uma base de usuários com mais de 10 milhões de clientes e um histórico comprovado no desenvolvimento de produtos e serviços, de contas bancárias ao marketplace.

O aporte será feito através da emissão de novas ações pelo Inter, e será acompanhado de uma oferta desses papéis ao mercado. A Stone deu garantia de compra, em valor que equivale a US$ 471 milhões, antes mesmo da coleta de intenções de investimento (“bookbuilding”) da oferta. O modelo, conhecido como “cornerstone”, é comum em ofertas de ações no mercado internacional, em especial na Ásia, e é diferente dos investidores-âncora, que colocam suas intenções de investimento durante o “bookbuilding”.

Todo o aporte será feito através de caixa e dívidas contraídas especificamente para a transação. A empresa de pagamentos afirma que não levantará recursos adicionais para financiar a compra das ações.

O JPMorgan foi o assessor financeiro da Stone. A assessoria legal ficou por conta de Spinelli Advogados, Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados.

Marfrig (MRFG3, R$ 17,99, -0,33%) e BRF (BRFS3, R$ 26,21, -2,67%)

A processadora de carnes Marfrig confirmou na sexta-feira ter comprado cerca de 24,23% no capital da empresa de alimentos BRF, e disse que a operação “visa diversificar os investimentos” do grupo. Em comunicados, Marfrig e BRF confirmaram as transações, que haviam sido divulgadas antes na imprensa. O negócio somou 196,68 milhões de papéis, comprados via opções e leilões em bolsa.

“A aquisição (…) visa a diversificar os investimentos da Marfrig em um segmento que tem complementaridades com seu setor de atuação numa empresa onde a administração vem realizando uma reconhecida gestão”, disse a Marfrig, a acrescentou que “não pretende eleger membros para o conselho de administração ou exercer influência sobre as atividades da BRF”. Ela também disse que não foram celebrados contratos ou acordos sobre direito de voto.

O movimento da Marfrig evidencia a força da divisão da empresa na América do Norte, onde a demanda tem sido forte e os preços do gado, relativamente baixos. Isso impulsionou o preço das ações da empresa em relação às da BRF, cujas margens foram comprimidas pela maior dependência do Brasil.

Cabe destacar que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu processo administrativo na sexta para analisar assunto relacionado à Marfrig. O site da instituição não explicitou o que está sendo investigado, apenas que se trata de um processo de supervisão referente a “notícias, fatos relevantes e comunicados” da Marfrig.

De acordo com informações do Valor, a CVM investigará a forma de divulgação da compra dos ativos. A Instrução CVM 358, em seu artigo 12, determina que a compra ou venda de participação, direta ou indireta em uma empresa, precisa ser divulgada imediatamente (no mesmo dia) cada vez que ultrapassar os patamares de 5% , 10% , 15%, e assim sucessivamente. A Marfrig deverá ter de esclarecer à CVM como se deu a compra dessa participação, e por que ela não foi divulgada logo que a participação atingiu os 5%, se as compras foram feitas gradualmente.

No último fim de semana, o Bradesco BBI elevou a recomendação para a Marfrig para outperform (desempenho acima da média do mercado), também subindo o preço-alvo de R$ 22 para R$ 25 (upside de 39%). Além disso, reduziu a recomendação de BRF para neutro, com preço-alvo de R$ 32 para os ativos (upside de 19%).

Leia também:–Marfrig e BRF tentarão se unir de novo? Operação tem grandes diferenças com 2019 – e gera dúvidas no mercado–BBI corta recomendação de BRFS3 e eleva de MRFG3; Credit destaca “virada” com operação

“Embora a reação inicial das ações da Marfrig na sexta-feira tenha sido negativa (ações caíram 5,20% na sexta), uma vez que se tornou de conhecimento público que foi ela quem comprou ações da BRF desde a semana passada, estimamos que seu investimento já rendeu R$ 1,1 bilhão dada a valorização das ações … tudo o mais mantido igual, só isso chama por um aumento de 14% no preço das ações da Marfrig. Além disso, vemos o Marfrig como um player melhor em um possível fusão com a BRF. Já as ações da BRF subiram 29% na semana passada, agora resultando em uma alta limitada de preço-alvo. A BRF disse que nenhuma mudança na gestão deve ser esperada (não está claro se a estrutura corporativa pode mudar no futuro)”, apontam os analistas.

Destacando algumas diferenças entre a transação atual com a tentativa de fusão de 2019, o Itaú BBA aponta que o sucesso final de qualquer combinação potencial de ambas as empresas dependerá em grande parte de em quanto tempo o momento positivo na operação da Marfrig na América do Norte será sustentado e a rapidez com que a empresa pode se desalavancar.

“Enquanto prevemos pouca mudança no status quo da BRF (mesmo no pior cenário, as coisas devem permanecerquase como estão), o esforço de desalavancagem da Marfrig poderia ser prejudicado se o processo de recuperação ou o momentum da operação da BRF se mostrar mais desafiador do que o esperado – ou se o momentum operacional da National Beef diminuir mais cedo que o esperado”, avaliam os analistas.

O banco mantém recomendação outperform para a Marfrig, com preço-alvo para 2021 em R$ 26, frente aos R$ 18,05 de fechamento na sexta. E recomendação market perform (desempenho em linha com a média do mercado) para a BRF, com preço-alvo para 2021 em R$ 25, frente aos R$ 26,93 de fechamento na sexta.

Vale (VALE3, R$ 109,78, +0,35%) e minério de ferro

Os futuros do minério de ferro na Ásia tiveram nova queda nesta segunda-feira, levando a uma nova série de vendas no complexo de metais, após o órgão de planejamento estatal chinês ter alertado sobre manipulações de preços de commodities com a promessa de agir para conter negociações especulativas.

O contrato mais negociado do minério de ferro na bolsa de commodities de Dalian, para entrega em setembro, encerrou o pregão diurno com queda de 5,2%, a 1.064 iuanes (US$ 165,46) por tonelada, após mais cedo ter chegado a tocar 1.016 iuanes, nível mais fraco desde 15 de abril.

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O minério de ferro em Dalian já recuou mais de 20% desde um recorde de 1.358 iuanes atingido em 12 de maio, quando restrições ambientais mais duras sobre a produção siderúrgica no país, maior produtor global, impulsionaram um rali nos preços do aço.

Na bolsa de Cingapura, o contrato mais ativo do minério de ferro chegou a cair 7,5%, para US$ 177,35 por tonelada, menor nível desde 30 de abril.

A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, principal órgão de planejamento econômico da China, pediu junto com outras agências do governo que as principais empresa locais de commodities não aumentem os preços, durante uma reunião no domingo.

A reunião ocorreu após um comunicado do gabinete chinês na quarta-feira, que alertou que o governo poderia atuar para conter aumentos de preços visto como irrealistas no cobre, carvão, aço e minério de ferro. “As autoridades chinesas continuam a lançar alertas sobre o aumento dos preços das commodities, gerando temores de que possam apertar regulações”, disseram estrategistas da ANZ em nota.

O Morgan Stanley reduziu suas estimativas para a produção de minério de ferro da Vale para 2021 a 315 milhões de toneladas, devido a restrições no complexo de Itabira e à parada de parte da capacidade até o segundo semestre de 2021, que devem limitar a oferta no ano.

Apesar disso, o banco diz que mantém avaliação overweight (expectativa de valorização acima da média do mercado) para os papéis da Vale devido ao forte preço do minério de ferro e valoração atrativa da Vale em relação a à média histórica e a outras empresas do setor. O Morgan Stanley mantém preço-alvo de US$ 22 para os ADRs VALE  negociados na Bolsa de Nova York.

Aliansce Sonae (ALSO3, R$ 28,71, +1,41%), Multiplan (MULT3, R$ 24,62, +0,41%), brMalls (BRML3, R$ 10,83, -0,18%), Iguatemi (IGTA3, R$ 42,44, -2,14%)

O Bradesco BBI iniciou a cobertura do setor de shoppings centers brasileiro. O banco elegeu a Aliansce Sonae como sua top pick (ação preferida) para o setor, com preço-alvo de R$ 39 para 2021, frente aos R$ 28,31 negociados na sexta.

O banco mantém a Multiplan com avaliação outperform (expectativa de valorização acima da média do mercado) e preço-alvo de R$ 32 para 2021, frente aos R$ 24,52 de fechamento na sexta; neutra (valorização dentro da média do mercado) para a brMalls, com preço-alvo de R$ 13,5 em 2021, frente aos R$ 10,85 de fechamento na sexta; e neutra para Iguatemi, com preço-alvo de R$ 50 para 2021, frente aos R$ 43,37 de fechamento na sexta.

O banco acredita que a reabertura pode ser um fator de curto prazo a impulsionar as ações do setor, mas ressalta que os papéis das empresas brasileiras do setor estão para trás em comparação com aqueles de países em que a vacinação está mais avançada.

Eletrobras (ELET3, R$ 42,27, +1,25%; ELET6, R$ 42,46, +1,99%)

A CGT Eletrosul, controlada da estatal Eletrobras, assinou contrato na sexta-feira para aquisição da participação de 49% da CEEE-T EEEL3.SA na Fronteira Oeste Transmissora de Energia (FOTE), passando a deter 100% das ações da empresa, na qual já era acionista. Segundo fato relevante da Eletrobras, a CGT Eletrosul pagará R$ 83,1 milhões à CEEE-T pela fatia no ativo, em operação que deverá ser concluída no prazo de até 30 dias.

A Eletrobras já havia informado no final de abril que exerceria direito de preferência para compra da participação da CEEE-T na FOTE, assim como da fatia de 49% da companhia gaúcha na Transmissora Sul Litorânea de Energia (TSLE). As vendas dos empreendimentos pela CEEE-T ocorrem enquanto o governo do Rio Grande do Sul prepara a realização de um leilão para venda de sua participação na elétrica. A privatização da empresa está prevista em licitação agendada para 29 de junho.

Ainda no radar da empresa, após alguns especialistas e associações que representam empresas do setor de energia criticaram mudanças na proposta de privatização da Eletrobras feitas pelo relator do texto na Câmara, deputado Elmar Nascimento (PP-BA), o Ministério de Minas e Energia afirmou que a mudança aumentará a capacidade de investimentos da companhia.

Entre os pontos mais controversos acrescentados pelo parlamentar à MP estão a previsão de que o governo precisará contratar 6 gigawatts (GW) em termelétricas a gás nos próximos anos, assim como um volume em pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) em leilões de energia previstos para 2021.

O texto do relator também prevê possível prorrogação do chamado Programa de Incentivo às Fontes Alternativas (Proinfa).

Perguntado sobre a MP, o Ministério de Minas e Energia disse que dados da estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE) “indicam necessidade de contratação de potência a partir de 2026, tendo em vista que cerca de 8 GW de térmicas, inclusive a óleo, serão descontratadas até 2027.”.

A pasta defendeu ainda que a contratação térmica que passou a ser prevista na MP ocorrerá por meio de um novo tipo de leilão, de reserva de capacidade, que permite melhor divisão de custos de geração entre os consumidores.

O ministério também argumentou que as mudanças ao texto que impõem ao governo a obrigação de contratar pequenas hidrelétricas não terão “grandes impactos”, uma vez que essas usinas já têm sido viabilizadas em leilões.

“Por exemplo, em 2019, foram contratados 385 MW/médios dessa fonte. A proposta viabiliza investimentos em Estados que apresentam abundância da fonte por meio da contratação via leilões regulados, que visam atender ao mercado consumidor das distribuidoras, conforme já é realizado. Ou seja, não se vislumbram grandes impactos advindos dessa proposta”.

A pasta disse ainda que a prorrogação do Proinfa só ocorrerá se for vantajosa para os consumidores.

“Há dispositivo que garante que os contratos somente serão renovados, a partir de pedido do gerador, caso a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apure benefícios tarifários na prorrogação, ou seja, se for benéfica para o consumidor”.

Na quarta-feira, quando a Câmara analisou a MP de desestatização, especialistas disseram que os mecanismos que preveem obrigação de contratar usinas específicas, como as térmicas a gás e PCHs, poderiam implicar em custos adicionais nas contas de luz no futuro.

O Fórum das Associações do Setor Elétrico (FASE), com entidades representantes de investidores em diversas áreas da indústria de energia, escreveu em carta que as alterações do relator “distorcem o mercado e trazem efeitos de curto, médio e longo prazo que aumentarão o custo da energia elétrica no Brasil”. Apesar das críticas, o texto aprovado pela Câmara manteve esses pontos, retirando apenas a obrigação expressa de que a contratação das termelétricas ocorresse antes da privatização da Eletrobras.

Petrobras (PETR3, R$ 25,68, +1,02%; PETR4, R$ 26,39, +1,70%)

Em comunicado de esclarecimento, a Petrobras comunicou ao mercado que “ainda não foi definido o momento da lançamento da oferta” de venda da participação na BR Distribuidora. O comunicado aponta  que a venda de sua participação remanescente de 37,5% será realizada por uma oferta secundária de ações (follow-on), conforme comunicado em 26 de agosto do ano passado.

Ainda no radar da companhia, segundo disseram fontes à Reuters, um consórcio da canadense Enbridge, da belga Fluxys e da empresa de private equity norte-americana EIG Global Energy Partners apresentou uma oferta não vinculante para o maior gasoduto de importação de gás natural do Brasil. A Petrobras colocou suas participações no gasoduto TBG de 2.593 quilômetros, que importa gás da Bolívia, e no gasoduto TSB, no extremo sul, à venda em dezembro, com ofertas não vinculantes esperadas até o final de abril.

O consórcio se prepara para apresentar uma oferta vinculante até o prazo de 5 de julho, disseram as fontes, que pediram anonimato para discutir assuntos privados. Não ficou claro se houve outras ofertas pelos ativos, que devem render bilhões de dólares. Se o consórcio for bem-sucedido, isso marcará a primeira incursão da Enbridge na América do Sul. A empresa com sede em Calgary movimenta cerca de 25% do petróleo produzido na América do Norte e quase 20% do gás natural consumido nos Estados Unidos, de acordo com seu site.

CCR (CCRO3, R$ 13,87, +1,69%)

O Bradesco BBI destaca que o portfólio de estradas com pedágio da CCR reportou alta de 4% no tráfego em comparação com o mesmo período de 2019, alta de 2,4 pontos percentuais em comparação com a semana anterior.

O tráfego de passageiros em concessões urbanas caiu 50% em comparação com o mesmo período de 2019, e 0,9 ponto percentual na comparação semanal. O tráfego em concessões de aeroportos caiu 54% na comparação com 2019, e 0,6 ponto percentual na comparação semanal. O Bradesco mantém recomendação outperform e preço-alvo de R$ 18.

Totvs (TOTS3, R$ 32,55, +5,41%)

A Totvs vai emitir R$ 1,5 bilhão em debêntures para “plano estratégico”. O objetivo da captação é levantar recursos para plano estratégica. As debêntures serão vendidas por meio de esforços restritos; papéis têm prazo de três anos.

Banco do Brasil (BBAS3, R$ 32,88, +0,50%)

O Conselho de Administração do Banco do Brasil aprovou, em reunião realizada na semana passada, a cisão da Vice-Presidência de Agronegócios e Governo em duas vice-presidências, sendo a Vice-Presidência de Governo e Sustentabilidade Empresarial e a Vice-Presidência de Agronegócios.

O BB informa ainda que Conselho de Administração, após avaliação pelo Comitê de Pessoas, Remuneração e Elegibilidade, elegeu Antônio José Barreto de Araújo Júnior ao cargo de VicePresidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial e Renato Luiz Bellinetti Naegele ao cargo de Vice-Presidente de Agronegócios. O Conselho de Administração elegeu ainda Adelar Valentim Dias para o ocupar a posição de Diretor de Controles Internos, Éder Luiz Menezes de Faria como Diretor de Suprimentos, Infraestrutura e Patrimônio e Paulo Augusto Ferreira Bouças para ocupar a posição de Diretor de Governo.

(com Estadão Conteúdo e Reuters)

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