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Volume de serviços cai 1,2% em outubro frente setembro, segunda baixa seguida e abaixo do esperado

A projeção do consenso Refinitiv era de alta de 0,1% na base mensal e de 9,5% na comparação anual.
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Notícias do mercado financeiro

Edição invistaja.info e MarketMsg

palavras-chave: Volume de serviços cai 1,2% em outubro frente setembro, segunda baixa seguida e abaixo do esperado; invistaja.info;


EEEL3 | Liq.Corr.: 4.24 | ROE: 0.2306 | P/VP: 1.9 | Cotacao: 375.0 | Cresc.5anos: 0.0231 | Pat.Liq: 1906490000.0

O volume de serviços no Brasil recuou 1,2% em outubro na comparação com setembro, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta terça-feira (14). É a segunda taxa negativa consecutiva, acumulando uma retração de 1,9%.

Com o resultado de outubro, o setor ainda ficou 2,1% acima do patamar pré-pandemia, registrado em fevereiro do ano passado, mas está 9,3% abaixo do recorde alcançado em novembro de 2014.

Na comparação com outubro de 2020, houve uma alta de 7,5%.

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O resultado veio abaixo do esperado. A projeção do consenso Refinitiv era de alta de 0,1% na base mensal e de 9,5% na comparação anual.

Segundo Rodrigo Lobo, gerente de pesquisa, essa perda na base mensal não elimina o ganho de 6,2% observado no período abril-agosto, mas reduz o distanciamento em relação ao nível pré-pandemia. “Em agosto, o setor estava 4,1% acima do patamar de fevereiro de 2020, passando para 3,3% em setembro e 2,1% agora em outubro”, apontou.

Quatro das cinco atividades investigadas recuaram no mês de outubro, com destaque para serviços de informação e comunicação (-1,6%), que apresentaram a segunda taxa negativa consecutiva, acumulando retração de 2,5%.

“O segmento que mostrou o principal impacto negativo foi o de telecomunicações. Essa queda é explicada pelo reajuste nas tarifas de telefonia fixa, que avançaram 7,33% nesse mês. Essa pressão vinda dos preços, acabou impactando o indicador de volume do subsetor”, explica Lobo.

Outra atividade que puxou o índice para baixo foi a de outros serviços, com queda de 6,7%, também a segunda consecutiva, acumulando perda de 12,7%. “Essa é uma atividade muito heterogênea e nesse mês foi impactada principalmente pela menor receita das empresas que atuam na pós-colheita, fazendo beneficiamento de produtos agrícolas, e, também, pela queda em corretoras de títulos e valores mobiliários.

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Por outro lado, os serviços prestados às famílias cresceram 2,7% entre setembro e outubro, emplacando o sétimo resultado positivo consecutivo e acumulando 57,3% de crescimento nesse período.

“Essa foi a atividade que mais sofreu nos meses agudos da pandemia, pois contempla os serviços de caráter presencial. Pouco a pouco, com o avanço da vacinação e aumento da mobilidade das pessoas, os serviços de alojamento e alimentação foram crescendo, mas, ainda assim, é o setor que se encontra mais distante do patamar pré-pandemia, estando 13,6% abaixo do patamar de fevereiro de 2020”, contextualiza o pesquisador.

Com relação a outubro de 2020, o setor de serviços avançou 7,5%, com crescimento em quatro das cinco atividades. “Essa foi a oitava taxa positiva seguida, mas com redução o ritmo de crescimento”, destaca Lobo.

No acumulando do ano, o setor apresenta alta de 11,0%, com crescimento em todos os setores. “Nessa comparação, temos o efeito da baixa base de comparação. Enquanto indústria e comércio iniciaram a recuperação no segundo semestre de 2020, a primeira taxa positiva do setor de serviços, na comparação interanual, só ocorreu em março de 2021, mês em que os serviços cresceram 4,6%”, ressalta.

Regionalmente, a maior parte (23) das 27 unidades da federação teve retração no volume de serviços em outubro de 2021, na comparação com o mês imediatamente anterior. Entre os locais com taxas negativas, o impacto mais importante veio do Rio de Janeiro (-3,2%), seguido por São Paulo (-0,5%), Rio Grande do Sul (-4,0%), Paraná (-2,1%) e Mato Grosso (-6,0%). Em contrapartida, o Ceará (2,0%) registrou a principal expansão em termos regionais.

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FARIA LIMA | economia | invistaja.info – Volume de serviços cai 1,2% em outubro frente setembro, segunda baixa seguida e abaixo do esperado

REFLEXÃO: Harold Pollack, da Universidade de Chicago: Guarde entre 15 e 20% e invista em fundos de índices com taxa baixa.

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