Ação da Usiminas salta 6,8% com dividendo; Petrobras e PetroRio avançam e Banco Inter sobe 7% após compra de fintech nos EUA

Confira os destaques da B3 na sessão desta sexta-feira (27)
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Edição invistaja.info e MarketMsg

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IRBR3 | P/EBIT: -5.01 | EV/EBIT: 0.0 | P/VP: 1.55 | Cotacao: 5.15 | Mrg.Liq.: -0.1183 | Pat.Liq: 4211780000.0

PORTO ALEGRE | invistaja.info — O Ibovespa registrou ganhos na sessão desta sexta-feira (27) após uma forte queda na véspera, com os investidores monitorando os sinais de política monetária nos EUA.

As ações da Usiminas (USIM5, R$ 18,50, +6,81%) subiram mais de 6% com o anúncio da aprovação de R$ 1,2 bilhão em dividendos, mas também na esteira do melhor humor com o minério de ferro. O contrato janeiro do minério de ferro negociado em Dalian registrou avanço de 4,40%, a 880 iuanes, nesta sexta, fechando a semana em alta e interrompendo uma sequência de cinco perdas semanais.

Já o Banco Inter (BIDI11, R$ 71,86, +7,06%) subiu cerca de 7% após anunciar acordo para a aquisição da fintech norte-americana USEND, que atua no mercado de câmbio e de serviços financeiros, incluindo remessas de dinheiro entre países.

+3R Petroleum apresenta melhor proposta por Polo Potiguar, da Petrobras; ações RRRP3 saltam até 7,9%

A ação da Minerva (BEEF3, R$ 8,35, +0,85%) fechou em leve alta, tendo de pano de fundo anúncio das primeiras iniciativas para investimentos no mercado da Austrália, com a aquisição dos frigoríficos Sharke Lake e Great Eastern Abattoir, ambos especializados em ovinos e localizados na costa oeste do país.

As ações da Petrobras (PETR3, R$ 29,08, +3,05%; PETR4, R$ 28,49, +3,64%) também avançaram, antes da assembleia de acionistas e com a alta do petróleo no exterior. A companhia também divulgou que a 3R Petroleum (RRRP3, R$ 37,90, +7,21%) fez a melhor proposta, acima de US$ 1 bilhão de dólares, pelo Polo Potiguar.

O petróleo também ajudou na alta das ações da estatal, assim como da PetroRio (PRIO3, R$ 19,40, +7,42%). A commodity fechou esta sexta com alta de 2,16% para o barril do Brent, a US$ 71,70, enquanto o WTI avançou 1,96%, para US$ 68,74.

Entre as altas, destaque também para a MRV (MRVE3, R$ 13,67, +4,75%) e Cyrela (CYRE3, R$ 21,31, +6,87%), que subiram forte. O Morgan Stanley revisou suas projeções para o setor, destacando o forte sell-off dos últimos meses, por conta das taxas de juros e custos mais altos, além de preocupações quanto às perspectivas de crescimento.

Os analistas fizeram uma dupla elevação de recomendação para a MRV, que passou de underweight (exposição abaixo da média do mercado) para overweight (exposição acima da média do mercado), com preço-alvo de R$ 17, o que corresponde a um potencial de valorização de 30% em relação ao fechamento da última quinta-feira (26). Enquanto isso, eles mantiveram a recomendação overweight para a Cyrela, com preço-alvo de R$ 30, ou um upside de 50% em relação ao fechamento da véspera.

Confira mais destaques abaixo:

Petrobras (PETR3, R$ 29,08, +3,05%; PETR4, R$ 28,49, +3,64%)

A Petrobras informou na quinta-feira que, concluída a etapa de verificação e efetividade da proposta comercial, a companhia Excelerate Energy avançou para a etapa de habilitação do processo de arrendamento do Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia (TR-BA).

Além disso, o comprador da Refinaria Isaac Sabbá (Reman), da Petrobras, em Manaus (AM), disse na quinta-feira que a aquisição tem como objetivo elevar a oferta de combustíveis e derivados de petróleo e gás para a região de influência da unidade. A Petrobras informou na quarta ter assinado contrato com a Ream Participações para a venda da Reman e de seus ativos logísticos associados, por US$ 189,5 milhões.

Também na quinta, a Associação Nacional dos Petroleiros Acionistas Minoritários da Petrobras (Anapetro) afirmou em comunicado que encaminhou requerimento à petroleira pedindo que não participe da 17ª Rodada de Licitações de blocos exploratórios neste ano, “dada a fragilidade ambiental e jurídica” de áreas em oferta. A rodada está marcada para 7 de outubro, com a oferta de 92 blocos exploratórios marítimos nas bacias de Campos, Santos, Pelotas e Potiguar.

A companhia ainda comunicou que a 3R Petroleum (RRRP3) apresentou a melhor proposta pelo Polo Potiguar, que contempla um conjunto de 26 concessões de campos de produção terrestres e de águas rasas, incluindo a refinaria Clara Camarão, no Rio Grande do Norte. O valor da proposta foi superior a US$ 1 bilhão.

A Petrobras afirmou que a celebração da transação dependerá do resultado das negociações, bem como das aprovações corporativas necessárias.

A 3R declarou que a transação está alinha com a estratégia de geração de valor para os seus acionistas, por meio de aquisições de campos maduros que apresentem potencial de incremento de produção e reservas, bem como sinergias com o portfólio atual da companhia.

A Guide apontou que a notícia é positiva e, caso a proposta se concretize, será um importante passo para a 3R, não só pelo valor da proposta que é significativo para a petrolífera, mas também por gerar sinergias importantes, contribuindo com a geração de caixa.

Usiminas (USIM5, R$ 18,50, +6,81%)

O Conselho de Administração da Usiminas aprovou a distribuição de R$ 1,211 bilhão em proventos referentes ao lucro do primeiro semestre. Serão R$ 829,9 milhões em dividendos totalizando R$ 0,646624597 por ação ordinária e R$ 0,711287057 por ação preferencial e mais R$ 448,6 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), o que representa um valor líquido de R$ 0,297122971 a cada ação ordinária e de R$ 0,326835268 a cada ação preferencial.

O pagamento será feito no dia 5 de outubro e a data com, que é o dia em que os investidores precisam ter papéis da empresa em carteira para terem direito aos proventos, é o dia 31 de agosto. As ações serão negociadas “ex-proventos” no dia 1º de setembro, ou seja, quem comprar os papéis a partir desse dia não terá direito a receber os dividendos ou os JCP.

Banco do Brasil (BBAS3, R$ 30,53, +1,53%)

O BB informou que, em reunião de 18 de agosto, foi aprovado o valor de R$ 527,136 milhões a título de remuneração aos acionistas sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), relativos ao terceiro trimestre de 2021, correspondendo a R$ 0,18473964825 por ação.

Os JCP serão pagos em 30 de setembro e terão como base a posição acionária de 13 de setembro, sendo as transferências de ações a partir de 14 de setembro efetuadas “ex” JCP.

Camil (CAML3, R$ 9,65, +1,58%)

A Camil comunicou a aprovação de pagamento de JCP no valor bruto de R$ 25 milhões, o que equivale a R$ 0,068715167 por ação ordinária. Os JCP serão pagos no dia 13 de setembro de 2021.

“O valor indicado poderá ser atualizado, em decorrência das operações do programa de recompra vigente, caso haja movimentação”, destacou em comunicado.

Minerva (BEEF3, R$ 8,35, +0,85%)

A Minerva Foods celebrou na quinta-feira suas primeiras iniciativas para investimentos no mercado da Austrália, com a aquisição dos frigoríficos Sharke Lake e Great Eastern Abattoir, ambos especializados em ovinos e localizados na costa oeste do país, informou a empresa em comunicado.

Segundo a Minerva, maior exportadora de carne bovina da América do Sul, os investimentos serão realizados e as plantas exploradas por meio de uma joint venture em fase final de constituição com a SALIC, na qual a empresa brasileira deterá fatia de 65% e a SALIC a participação restante de 35%.

O investimento total da joint venture será de aproximadamente US$ 35 milhões, incluindo a aquisição dos ativos, aportes para melhoria das estruturas das plantas e capital de giro, disse a companhia. A Minerva acrescentou que a expectativa é de que os frigoríficos estejam aptos para início de operação no prazo de 60 dias.

Cielo (CIEL3, R$ 2,88, -0,69%)

A agência de classificação de risco Moody’s cortou o rating da Cielo de Ba1 para Ba2, com perspectiva estável, citando a queda na participação de mercado e dos lucros da maior empresa de pagamentos do país.

“Embora o mercado brasileiro de cartões e pagamentos eletrônicos apresente fundamentos de crescimento de longo prazo favoráveis, a Moody’s acredita que a concorrência continuará a aumentar, não só de outros adquirentes que estão reduzindo os preços, mas de meios de pagamento alternativos, desenvolvimentos tecnológicos e regulatórios”, afirmou a Moody’s no relatório.

Em destaque: Cielo é alvo de “fato relevante” falso sobre fechamento de capital e recomenda aos investidores checagem de informações

A agência citou entre outros fatores que o Ebitda da Cielo caiu de R$ 8,2 bilhões em 2016 para R$ 2,7 bilhões, e previu que Ebitda da companhia será de, em média, R$ 3 bilhões anuais nos próximos dois anos.

Magazine Luiza (MGLU3, R$ 19,03, +1,22%)

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O Magazine Luiza informou que as assembleias gerais extraordinárias da companhia e da KabuM! aprovaram a incorporação de 1,4 milhão de ações da empresa adquirida. O Magalu também adquiriu outras 564,8 mil ações da KabuM!.

Com isso, depois da transação, a Kabum se torna subsidiária integral da companhia. Os acionistas que não votaram favoravelmente à incorporação, que se abstiveram de votar ou que não compareceram à assembleia contam com 30 dias para exercer direito de retirada.

Ainda em destaque, o Magalu aprovou um novo programa de recompra de até 40 milhões de ações por um período de 18 meses, encerrados em 25 de fevereiro de 2023.

Banco Inter (BIDI11, R$ 71,86, +7,06%)

De forma a competir com as fintechs americanas Chime e SoFI, o Banco Inter anunciou acordo para aquisição de 100% da USEND, empresa norte-americana especializada na oferta de serviços financeiros e não-financeiros.

O banco informa em comunicado que a USEND possui uma solução digital competitiva para realização de remessas de dinheiro entre países, com licença de instituição financeira em mais de 40 estados norte-americanos, e mais de 150 mil clientes. Hoje, a USEND opera também no mercado de cartão de débito, gift cards, recarga de celulares e deve lançar até o fim do ano sua plataforma de investimentos e seguros, além de cartão de crédito.

“Com a aquisição da USEND, o Inter terá a vantagem de contar com estrutura e base de clientes sólidas, se posicionando como um full digital banking nos EUA, oferecendo produtos e serviços mais baratos, justos e eficientes”, explica o CEO do Inter, João Vitor Menin.

“A consequência será fortalecer a competição das fintechs nos Estados Unidos, levando as soluções da USEND e o nosso know-how de digital banking, sendo a primeira empresa brasileira do segmento a fincar os pés de forma firme nos Estados Unidos”, acrescentou. Com a união das duas empresas, o Inter planeja desenvolver a plataforma, com oferta de produtos financeiros e não financeiros, mas também investir em marketing on-line, alavancando a base de clientes, e acelerando a captura de share dentro do mercado americano, o maior do mundo.

Cogna (COGN3, R$ 3,39, -0,29%)

A Cogna anunciou a emissão de R$ 900 milhões de debêntures simples, não conversíveis em ações, visando alongar o perfil de sua dívida, em duas séries de R$ 608 milhões e R$ 292 milhões. O total é menor do que o desejado inicialmente de até R$ 1,25 bilhão.

As debêntures farão jus a uma remuneração equivalente a 100% da Taxa DI, acrescida de um spread de: (i) 2,60% por ano para as Debêntures da 1ª Série; e (ii) 2,95% por ano para as debêntures da 2ª Série. Os pagamentos serão feitos semestralmente.

As Debêntures da 1ª Série serão amortizadas na sua data de vencimento: 24 de agosto de 2024; as Debêntures da 2ª Série serão amortizadas em duas parcelas: i) em 20 de agosto de 2025; e ii) em 20 de agosto de 2026 – sua data de vencimento.

A Cogna também aditou à escritura de uma debênture privada de um total de R$ 220 milhões com uma remuneração equivalente a 100% da Taxa DI, acrescida de um spread de 2,75% (0,8% anteriormente). Os pagamentos de juros serão feitos semestralmente enquanto o valor nominal será pago anualmente a partir de agosto de 2023 até a sua data de vencimento em 15 de agosto de 2026.

Adicionalmente, a companhia tem R$ 1,8 bilhão em dívidas com data vencimento nos próximos 12 meses, com custos entre CDI + 0,75% e CDI + 1,70%, os quais são abaixo dos custos da emissão anunciada.

Méliuz (CASH3, R$ 40,40, +0,30%)

O Méliuz comunicou a aprovação da substituição de Bernardo Francisco Pereira Gomes ao cargo de membro independente do Conselho de Administração, elegendo, para o seu lugar, Marcos de Barros Lisboa.

O conselheiro eleito completará o mandato remanescente, em consonância ao artigo 13 do Estatuto Social da Companhia.

Afya (NASDAQ: AFYA)

A Afya, grupo educacional focado em cursos de medicina, teve um lucro líquido de R$ 22 milhões no segundo trimestre,  65,6% abaixo na comparação com igual período de 2020. O lucro líquido ajustado foi de R$ 65,1 milhões, redução de 27,3%.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado teve alta de 36% para R$ 160,6 milhões.  A receita líquida subiu 35,8% para R$ 372,3 milhões, no segundo trimestre. A companhia tinha, em junho, 13,4 mil alunos de medicina, alta de 47,2%.

A margem Ebitda (Ebitda sobre receita líquida) caiu um ponto percentual para 42,1%.

O Credit Suisse apontou que a  Afya reportou os resultados do primeiro semestre que atingiram o seu guidance em receita e margem, reforçando que é um case de fluxo de caixa previsível e de crescimento.

Porém, os analistas notam que a expansão inorgânica e diversificação para o digital levaram a um guidance mais conservador para o segundo semestre, refletindo potencialmente em consequências negativas nas margens. Os analistas comentam que o impacto dos cursos de especialização são transitórios.

“Acreditamos que a redução no guidance no segundo semestre seja natural com a consolidação das aquisições e expansão dos serviços digitais. Porem, a competição para as escolas de medicina no Brasil levou a um aumento no preço das aquisições, o que afetou a necessidade de capital da companhia. Mesmo assim, ainda acreditamos que a Afya é um case de estabilidade, que deve apresentar mais crescimento com a incorporação dos novos serviços (e da base correspondente de clientes)”, apontam.

Gerdau (GGBR4, R$ 28,95, +1,79%), Usiminas e CSN (CSNA3, R$ 37,45, +2,43%)

O Bradesco BBI participou da Conferência CRU em Atlanta, a maior conferência siderúrgica da América do Norte, com a presença de várias siderúrgicas, distribuidores, fabricantes e outros participantes do mercado.

Segundo os analistas do banco, embora seja uma visão consensual de que os preços do aço serão corrigidos no curto prazo(especialmente os aços laminados a quente), os gargalos de logística estão demorando mais para se dissipar, o que pode ajudar a suavizar a pressão sobre os preços.

Também houve mensagens positivas sobre a demanda de aço dos EUA: construção residencial ainda em alta, eletrodomésticos em alta; no lado negativo, setor auto está inativo (escassez de chips). Do lado da oferta: nova capacidade de laminados planos de 5 milhões de toneladas chegando (cerca de 10% do mercado), enquanto as importações estãoaumentando devido aos altos spreads de preço no mercado doméstico em comparação ao material importado.

Já os preços da sucata de primeira linha podem permanecer bem suportados com o início de novas capacidades de EAF (aço em forno elétrico), sugerindo alguma compressão nas margens das siderúrgicas à frente. “A descarbonização foi um grande tema e as usinas americanas estão bem posicionadas. Em algum ponto, um imposto doméstico sobre o carbono nos EUA é uma possibilidade, junto com um ajuste de fronteira de carbono para as importações”, apontam.

De acordo com os analistas, as mensagens são mistas para Gerdau (recomendação de compra, preço-alvo de R$ 46). Eles mantêm preferência pela Usiminas (recomendação de compra, preço-alvo de R$ 34) e CSN (recomendação de compra, preço-alvo de R$ 67) no setor siderúrgico.

Klabin (KLBN11, R$ 26,72, +1,25%) e Suzano (SUZB3, R$ 61,90, +0,34%)

O Bradesco BBI participou de conferência por chamada com a Arauco sobre o segundo trimestre de 2021.O banco ressalta que a gestão mencionou que os preços da Arauco para celulose de fibra curta devem cair US$ 15 por tonelada, a US$ 655 por tonelada. E os preços para celulose de fibra longa devem ficar estáveis em US$ 860 pot tonelada, e para celulose UKP também estáveis, em US$ 770 por tonelada.

Os analistas veem que os preços provavelmente vão se enfraquecer até setembro na China, mas em um ritmo mais lento. A demanda da Europa continua a compensar pelo mercado chinês mais fraco, e questões de logística continuam a ser um fator.

O banco mantém a avaliação de que os preços se estabilizarão em entre US$ 620 e US$ 630, em especial à medida que a demanda seja retomada na China no quarto trimestre. Em geral, estoques estão entre normais e baixos. O banco aponta a Klabin é sua escolha favorita (top pick em inglês) no setor na América Latina, seguido pela CMPC e pela Suzano, com preço-alvo de R$ 95, frente à cotação de R$ 61, 69 de quinta. Para todas estas, mantém avaliação outperform. Para a Copec, mantém avaliação neutra.

(Reuters e Estadão Conteúdo)

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