Ações de Vale e siderúrgicas caem forte com derrocada do minério; Localiza tem baixa de 7% e só 3 ações do Ibovespa sobem

Confira os destaques da B3 na sessão desta sexta-feira (30)
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Edição invistaja.info e MarketMsg

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HAPV3 | Pat.Liq: 7979400000.0 | P/VP: 7.07 | P/Ativo: 4.091 | Div.Brut/Pat.: 0.26 | EV/EBITDA: 27.83 | P/ACL: -26.59

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BELO HORIZONTE | invistaja.info — A sessão é de queda generalizada para o Ibovespa, com o índice chegando a cair quase 3% na mínima registrada na tarde desta sexta-feira (30).

O movimento de queda, que permeava toda a sessão, foi intensificado após a fala do presidente Jair Bolsonaro, a uma rádio de que pretende dar aumento de 50% no Bolsa Família, defendendo que o país se endivide para custear o programa.

Em meio a esse cenário, mesmo com o petróleo em leve alta, as ações da Petrobras (PETR3;PETR4) se descolaram do movimento da commodity, com PETR4 em baixa de quase 3% e PETR3 caindo 2%. Apenas 3 ações do Ibovespa registravam ganhos: Vivo (VIVT3), JBS (JBSS3) e WEG (WEGE3), sendo que só a Vivo tinha alta de mais de 1%.

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As ações da Vale (VALE3), que registravam forte queda de mais de 3% em meio à sessão de baixa do minério, intensificou as perdas para mais de 4%. Siderúrgicas como CSN  (CSNA3), Gerdau (GGBR4)  também foram impactadas pela queda da commodities.

Até mesmo a Usiminas (USIM5), que tentava registrar ganhos após registrar um forte resultado, passou a ter queda de mais de 1%. A Usiminas registrou lucro líquido de R$ 4,5 bilhões no período, um recorde trimestral, alta de 277% frente os R$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre de 2021 e revertendo o prejuízo de R$ 395 milhões do mesmo período de 2020.

No mercado de commodities, os contratos futuros do minério de ferro na Ásia despencaram na sessão pressionados pela decisão da China de reduzir a produção de aço –em linha com seu esforço de descarbonização – e pela redução na demanda doméstica pelo material de construção e manufatura. O minério de ferro na bolsa de commodities de Dalian fechou em queda de 8,1%, a 1.027 iuanes (US$ 158,95) por tonelada, com uma perda mensal de quase 8%, a mais acentuada desde fevereiro de 2020. Já na bolsa de Cingapura, a matéria-prima siderúrgica despencava 7,7%, a  US$ 175,95 a tonelada.

Na quinta-feira, o preço “spot” do minério de ferro foi negociado a menos de US$ 200 a tonelada pela primeira vez desde 28 de maio, conforme dados da consultoria SteelHome. Nesta sexta, o mercado “spot” apresentou forte queda de US$ 12,50, atingindo US$ 185 por tonelada. “Os preços caíram à medida que a demanda por minério de ferro enfraquece, diante da política da China de reduzir a produção de aço como forma de cortar emissões”, disse Vivek Dhar, analista de commodities do Commonwealth Bank of Australia.

Entre outras empresas que divulgaram seus resultados, Localiza (RENT3) tem forte baixa, de mais de 7%, após o resultado, puxando os ativos da Unidas (LCAM3). Para o Santander, o segmento de seminovos foi o grande destaque da Localiza. Por outro lado, as margens de aluguel de carros vieram fracas, abaixo do esperado pelo banco.

Confira no que ficar de olho:

ClearSale (CLSA3)

Esta sexta-feira marca a estreia das ações da ClearSale, provedora digital de soluções antifraude, com o ticker CLSA3. O papel foi precificado no topo da faixa indicativa, a R$ 25 na oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês).

A oferta movimentou R$ 1,3 bilhão sendo que, apenas com a venda de 31.806.250 ações novas, a empresa levantou R$ 795,2 milhões. Os recursos serão usados para financiar seu crescimento orgânico e para aquisições.

Méliuz (CASH3)

O Méliuz comunicou ao mercado na noite de quinta que assinou contrato para a compra da totalidade da Alter Pagamentos, empresa especializada na negociação de criptoativos. O valor da transação é de aproximadamente R$ 25,9 milhões, sujeitos a condições e ajustes ao encerramento da transação.

Segundo o Méliuz, a aquisição tem como um de seus principais objetivos trazer “um time talentoso de empreendedores e de desenvolvedores, além do conhecimento em um segmento de negócios de alto crescimento que poderá contribuir como uma boa ferramenta de engajamento e atração de novos usuários para a companhia”.

A transação está sujeita à aprovação dos acionistas da companhia e o contrato de compra e venda de cotas está sujeito a condições suspensivas usuais para operações dessa natureza.

“A Alter é uma empresa especializada na negociação de criptoativos, que desde 2018 vem atuando na melhora da experiência dos usuários no uso de criptomoedas em transações financeiras do dia a dia”, destaca o comunicado.

A Alter, que possui um time de 24 pessoas, sendo 9 do time de produto e desenvolvimento, movimentou no primeiro semestre de 2021 um volume de R$ 184 milhões em negociações de Bitcoin, um volume 14 vezes maior do que o mesmo período de 2020. Entre outros serviços, ela consolida em um único aplicativo uma carteira de criptomoedas com integração a uma conta digital e um cartão pré-pago.

NotreDame (GNDI3)

A NotreDame Intermédica anunciou a compra do Hospital Santa Martha. A companhia destacou que o enterprise value foi de R$ 160 milhões, incluindo imóvel.

PetroRio (PRIO3)

Na quinta, a PetroRio informou que a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) concedeu a redução de royalties para o campo de Tubarão Martelo. Segundo a empresa, a medida busca incentivar investimentos em revitalização e toda a produção incremental que virá de novos aportes no campo de Tubarão Martelo terá a alíquota reduzida para 5%.

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras informou a assinatura de contratos para a venda de suas participações de 20% na Termelétrica Potiguar (TEP) e de 40% na Companhia Energética Manauara (CEM) para a Global Participações Energia S.A. (GPE), por meio das subsidiárias GFT Participações e GFM Participações, respectivamente.

O valor total das transações é de R$ 160,3 milhões, sendo R$ 81,3 milhões pela TEP e R$ 79 milhões pela CEM, a serem pagos no fechamento das transações. As operações, segundo comunicado da estatal, precisam ter aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A TEP é uma holding controlada pela GPE, dona de 80% do capital, e possui participações societárias diretas nas empresas Areia Energia e Água Limpa Energia, proprietárias de pequenas centrais hidrelétricas, localizadas em Tocantins, com capacidades instaladas de 11,4 MW e 14,0 MW, respectivamente.

Além disso, a TEP detém 60% do capital social da CEM, que possui uma usina termelétrica a gás natural localizada no Amazonas, com 85,4 MW de capacidade instalada.

A GPE atua desde 2001 no segmento de geração de energia elétrica, controlando sete usinas nos Estados do Rio Grande do Norte, Amazonas, Tocantins e Bahia. A GPE assinou recentemente com a Petrobras contrato para compra de mais três usinas termelétricas, localizadas no Polo Industrial de Camaçari, na Bahia.

Neoenergia (NEOE3)

A elétrica Neoenergia informou na quinta que iniciou a operação comercial do Complexo Eólico Chafariz, no Sertão da Paraíba, com 17 meses de antecedência em relação ao início da vigência do contrato no Mercado Regulado. Segundo a empresa, os dez primeiros aerogeradores do empreendimento começaram a funcionar com plena execução e possuem capacidade de instalação correspondente à 34,65 megawatts (MW). Os demais aerogeradores seguem em fase de teste em andamento.

Grupo SBF (SBFG3)

O Itaú BBA atualizou o seu modelo para o grupo SBF, dono da Centauro, visando incorporar a perspectiva melhor da Fisia e o bom momento operacional da empresa. O banco vê os papéis a caminho de ganhar exposição à categoria de varejo nos esportes, por conta de sua estratégia bem sucedida.

O BBA mantém avaliação market perform (perspectiva de valorização dentro da média do mercado), elevando o preço-alvo de R$ 26 para 2021 para R$ 40 em 2022.

Usiminas (USIM5)

A Usiminas registrou lucro líquido de R$ 4,5 bilhões no segundo trimestre de 2021, um recorde trimestral, alta de 277% frente os R$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre de 2021 e revertendo o prejuízo de R$ 395 milhões do mesmo período de 2020.

A receita líquida saltou 296% frente o segundo trimestre de 2020, indo de R$ 2,425 bilhões para R$ 9,596 bilhões.

Ecorodovias (ECOR3)

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A administradora de concessões de infraestrutura Ecorodovias informou na quinta-feira lucro líquido de R$ 127,4 milhões no segundo trimestre, alta de 260,8% em relação ao de um ano antes. Já o Ebitda pró-forma de abril a junho somou R$ 570,5 milhões, alta ano a ano de 32,6%.

Para a XP, a companhia apresentou resultados neutros, com Ebitda ligeiramente abaixo das estimativas, mas com alta na base anual refletindo as melhorias de tráfego conforme os impactos do COVID-19 suavizam.

“Do lado positivo, destacamos a melhoria contínua do tráfego, com tráfego comparável em alta de 1,7% versus o segundo trimestre de 2019 (período pré-pandêmico), com os dados de tráfego de maio e junho 3,6% e 2,7% acima dos níveis de 2019, respectivamente, recuperando-se da queda de 3,8% no tráfego em abril (impactado pela segunda onda da pandemia no Brasil). Do lado negativo, notamos uma contração da margem Ebitda de cerca 0,5 ponto na base anual para concessões maduras de rodovias, refletindo pressão de custos durante o trimestre, apesar da contínua recuperação da receita”, apontam. A XP reiterou recomendação neutra para a Ecorodovias e preço-alvo de R$ 12,40 por ação.

Fleury (FLRY3)

O grupo de medicina diagnóstica Fleury teve lucro líquido de R$ 65,5 milhões no segundo trimestre, uma reversão do desempenho negativo impactado pelas medidas de isolamento social de um ano antes. O lucro Ebitda foi de R$ 219,7 milhões, ante cerca de R$ 20 milhões no mesmo período de 2020. Em termos recorrentes, a Fleury teve lucro líquido de R$ 86,6 milhões, revertendo prejuízo de R$ 73 milhões no segundo trimestre do ano passado.

A XP aponta que o Fleury registrou resultados mistos, com uma surpresa positiva do aumento da receita de novos negócios, mas que foi compensada por margens mais baixas devido a custos mais altos.

“A receita líquida ficou em linha com nossas estimativas em R$ 932 milhões, mas o Ebitda ajustado atingiu R$ 249 milhões (queda de 15% em comparação ao que esperávamos) com uma margem Ebitda Ajustada de 27%, queda de 5,2 pontos em comparação ao trimestre anterior e 4,6 pontos percentuais abaixo de nossas estimativas”, apontam os analistas.

Eles reiteraram recomendação neutra para a companhia, já que – embora crescente – o resultado de novos negócios ainda é pequeno e estão cautelosos quanto à pressão nas margens.

O Morgan Stanley afirma que o Fleury continua a apresentar recuperação em V, impulsionada por demanda maior por procedimentos eletivos e exames de Covid. Mas custos acima do esperado levaram o Ebitda a ficar 8% abaixo da estimativa do Morgan Stanley, mas 4% acima do consenso do mercado, diz o banco. O banco aponta que o faturamento bruto está em linha com a estimativa, com alta de 104% na comparação anual.

O banco diz que, na reabertura do setor de saúde, prefere os papéis da Rede D’Or (RDOR3). O Morgan Stanley ressalta que não há restrições a procedimentos eletivos, e que a Covid vem levando a taxa de ocupação alta em hospitais e, potencialmente, a receitas mais altas no segundo trimestre. Assim, espera que hospitais e laboratórios tenham resultados fortes no curto prazo, enquanto que planos de saúde devem arcar com uma taxa maior de perdas médicas e lucratividade menor. Para o Fleury, o banco mantém avaliação underweight (perspectiva de valorização abaixo da média do mercado) e preço-alvo de R$ 29.

Localiza (RENT3)

A Localiza divulgou na quinta lucro líquido de R$ 447,9 milhões no segundo trimestre, um salto de 398,2% ante mesma etapa de 2020. O desempenho veio acima da previsão média de analistas consultados pela Refinitiv, de R$ 409,2 milhões.

A XP aponta que a Localiza reportou bons resultados(em linha com as expectativas da casa e as do mercado), com lucro líquido de R$ 448 milhões (apenas 7% inferior ao trimestre anterior apesar do impacto negativo da segunda onda de COVID no trimestre).

Os principais pontos positivos foram: (i) dinâmica consistente do aluguel de frotas evidenciada por variações positivas na base trimestral no resultado (tarifas, volumes, Ebitda e margem Ebitda); e (ii) bons resultados do seminovos, com menor depreciação e margens fortes refletindo preços mais altos de carros usados (preço médio do carro vendido em alta de 31% na comparação anual). Do lado negativo, os analistas notaram o volume mais fraco do Rent-a-Car (RaC) e a dinâmica da margem (queda de 8% e 4,2p.p. T/T respectivamente). A XP reiterou recomendação de compra e preço alvo de R$ 76,00 por ação.

Cesp (CESP6)

A Companhia Energética de São Paulo (Cesp) encerrou o segundo trimestre de 2021 com um prejuízo líquido de R$ 18,1 milhões, revertendo o ganho de R$ 137,8 milhões observado um ano antes.

O Ebitda ajustado foi de R$ 221,7 milhões, 17,5% abaixo do consenso Bloomberg de R$ 268,7 milhões. O desempenho reflete principalmente as condições hídricas deterioradas ao longo do trimestre e o GSF mais baixo associado portanto a custos mais altos de aquisição de energia.

“Temos uma avaliação negativa dos resultados da Cesp no segundo trimestre de 2021. Estimamos um custo de aquisição de energia de R$ 140 milhões contra os R$ 197 milhões reportados pela empresa, sendo esta a principal diferença para os nossos números”, aponta a XP.

Contudo, os analistas da casa destacam que a Cesp continua sendo uma das melhores histórias e de cobertura do setor elétrico, dado (i) o alto potencial de geração de caixa das ações, que acreditamos se traduzirá em maiores dividendos ou crescimento e (ii) o risco-retorno positivo implícito na gestão da passivos contingentes e a opcionalidade relativa à indenização da UHE Três Irmãos. A recomendação segue de compra na CESP, com preço-alvo de R$ 34 por ação;

O Credit Suisse avalia que os resultados da Cesp ficaram abaixo do esperado, por conta principalmente de gastos maiores com compra de energia. O banco diz que a “hidrologia negativa” já está em grande medida precificada, mas prevê que os papéis continuarão pressionados até o início da próxima estação chuvosa.

O banco destaca que a receita líquida ficou em linha com sua estimativa, refletindo volumes e preços médios maiores, de R$ 80 milhões no segundo trimestre de 2021, receitas maiores por conta de ajustes de preços e perdas menores com derivativos, visando proteger contratos no mercado livre atrelados à taxa de câmbio.

Os custos totais subiram 20,6% na comparação anual, e ficaram 16,4% acima da estimativa do Credit, por conta principalmente de custos maiores de compra de energia. As despesas com pessoal, propaganda, serviços e outras (PMSO na sigla em inglês) subiram 5,9% no ano, 11,3% abaixo da estimativa do Credit.

O Credit Suisse mantém recomendação outperform (perspectiva de valorização acima da média do mercado) e preço-alvo de R$ 32,40.

CTEEP (TRPL4)

A companhia de transmissão de energia elétrica Isa Cteep, Transmissão Paulista, registrou um lucro líquido de R$ 248,1 milhões no segundo trimestre de 2021, o que representa uma contração de 73,01% em relação ao reportado no mesmo período do ano passado.

O resultado ficou bem abaixo da estimativa da XP, de R$ 484,7 milhões. “A diferença com relação à nossa estimativa pode ser explicada por: (i) uma despesa financeira maior do que a esperada e, (ii) uma equivalência patrimonial menor do que a esperada”, apontam.

Os analistas veem o resultado da CTEEP como ligeiramente negativo. “No entanto, acreditamos que os resultados operacionais fortes reforçam a estabilidade e resiliência do segmento de transmissão de energia. Por outro lado, acreditamos que tal estabilidade já está precificada, e mantemos nossa recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 26 por ação”, apontam.

Grendene (GRND3)

A fabricante de calçados Grendene, dona das marcas Ipanema, Rider e Melissa, passou de prejuízo no segundo trimestre de 2020 para um lucro líquido de R$ 33,2 milhões no mesmo período deste ano. Já a receita da empresa subiu 531% na base anual, para R$ 358 milhões.

A XP avalia que a Grendene divulgou resultados fracos e abaixo de suas expectativas, mostrando redução do volume de pares vendidos e nas margens de rentabilidade (piores margens bruta e Ebitda dos últimos 10 anos), devido à queda no consumo gerada por conta da pandemia e do aumento de custo das matérias-primas que impactaram diretamente o desempenho da companhia no trimestre.

Apesar do resultado, o mês de junho trouxe um faturamento expressivo (alta de 81,5% versus maio) como resultado da reabertura do comércio, o que traz uma expectativa positiva para os próximos trimestres. Os analistas reiteraram recomendação neutra para GRND3, com preço-alvo de R$ 10,70 por ação.

Aura Minerals (AURA33)

O Credit Suisse avaliou como positivo o anúncio pela Aura Minerals de que a mina de San Andres foi reaberta após invasão em julho. O banco ressalta que a mina responde por 30% da produção da Aura Minerals, e diz que a reativação será importante para cumprir com suas diretrizes de produção.

Segundo a companhia, a interrupção deverá ter impacto limitado em sua projeção de produção consolidada para 2021, podendo afetar mais significativamente a extremidade superior da projeção de produção de 2021 para sua operação de Honduras.

A XP estima um impacto de 1,5 mil onças por semana, por conta da suspensão e mantém recomendação de compra para a mineradora, com preço-alvo de R$ 95 por BDR.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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REFLEXÃO: Rich Greifner, da Motley Fool: Pense a longo prazo, seja paciente e busque por retornos assimétricos.

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