Carrefour não pretende fazer cisão entre atacarejo e varejo, diz CEO

Noël Prioux, afirmou que para a empresa, um ecossistema global faz mais sentido que um sistema dividido.
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Notícias do mercado financeiro

Edição MarketMsg e invistaja.info

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JOPA4 | Mrg.Liq.: 0.0246 | Div.Brut/Pat.: 1.94 | P/Cap.Giro: 1.09 | P/VP: 1.22 | P/L: 19.95 | Liq.2meses: 2789.1

O Carrefour  (CRFB3) não pretende fazer a cisão entre seus negócios de multivarejo e atacarejo, pelo menos no momento. Em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira, 24, para falar sobre a compra do Grupo BIG, o CEO do Carrefour, Noël Prioux, afirmou que para a empresa, um ecossistema global faz mais sentido que um sistema dividido.

“Nós consideramos que temos muitas sinergias, não obrigatoriamente de compra. Consideramos que ter um ecossistema global é melhor que ter um ecossistema separado”, afirmou Prioux.

No começo do mês, o GPA, que no agregado era o segundo maior grupo varejista do País, dividiu seus ativos entre o Assaí, de atacarejo, e o restante do grupo, com bandeiras como Extra e Pão de Açúcar.

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Os executivos do grupo lembraram que quando compraram o Atacadão, em 2007, havia pouca aposta no mercado no sucesso do chamado “cash and carry”, que hoje é o formato que mais cresce no setor. “É difícil dizer o formato de sucesso em 15 anos, por isso é importante termos uma carteira ampla”, afirmou Stephane Engelhard, diretor de Relações Institucionais.

Pagamento

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O adiantamento de R$ 900 milhões que o Grupo Carrefour fará aos acionistas do Grupo BIG na compra da varejista será financiado totalmente pelo caixa da operação brasileira, de acordo com Sebastien Durchon, vice-presidente de Finanças e Diretor de Relações com Investidores do Carrefour.

Segundo ele, a sede na França não financiará a transação, porque a filial brasileira tem situação financeira confortável o suficiente para arcar com os custos. “Lá na frente, no fechamento, temos que pagar 70% do preço, em caixa, e vamos tomar linhas de dívida no futuro”, afirmou o executivo na entrevista coletiva.

De acordo com Durchon, o pagamento de R$ 5,5 bilhões em dinheiro no âmbito da transação não será difícil para a empresa. “Isso é uma vez o nosso Ebitda. Vamos alcançar uma alavancagem baixa”, afirmou.

A estrutura da transação prevê que parte da compra será financiada com a emissão de ações do Carrefour Brasil, que serão entregues aos acionistas do BIG. Com isso, Walmart e Advent entrarão na base acionária da companhia.

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