EUA: vendas no varejo e pedidos de auxílio desemprego melhores do esperado; produção industrial desaponta

Vendas no varejo se recuperaram com força em março ao subirem 9,8%, enquanto produção nas fábricas se recuperou, mas menos do que a estimativa
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Edição MarketMsg e invistaja.info

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Os EUA divulgaram uma bateria de indicadores na manhã desta quinta-feira (15), com a maioria deles mostrando recuperação econômica do país.

Em destaque, as vendas no varejo se recuperaram com força em março uma vez que os norte-americanos receberam cheques de alívio adicionais do governo e o aumento das vacinações permitiu maior reabertura econômica, consolidando expectativas de um crescimento robusto no primeiro trimestre.

As vendas varejistas aumentaram 9,8% no mês passado, informou o Departamento do Comércio nesta quinta-feira. Os dados de fevereiro foram revisados para cima, para mostrar que as vendas caíram 2,7% em vez de 3,0% como informado antes. Economistas consultados pela Reuters projetavam aumento de 5,9% em março.

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Muitas famílias qualificadas receberam cheques adicionais de US$ 1.400, que fazem parte do pacote de resgate de US$ 1,9 trilhão da Casa Branca aprovado no início do março. O forte estímulo fiscal também prorrogou um suplemento semanal de auxílio-desemprego de 300 dólares financiado pelo governo até 6 de setembro.

Excluindo automóveis, gasolina, materiais de construção e serviços de alimentos, as vendas varejistas avançaram 6,9% no mês passado depois de uma queda revisada de 3,4% em fevereiro. O chamado núcleo das vendas corresponde mais perto ao componente de gastos dos consumidores do Produto Interno Bruto. A informação anterior era de recuo de 3,5% em fevereiro.

Relatório separado do Departamento do Trabalho nesta quinta-feira mostrou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego permaneceram elevados na semana passada, mas provavelmente esse não é um reflexo verdadeiro da saúde do mercado de trabalho.

Os pedidos iniciais totalizaram 576 mil em dado ajustado sazonalmente na semana encerrada em 10 de abril, contra 769 mil na semana anterior. Economistas consultados pela Reuters previam 700 mil solicitações na última semana. Parte da elevação nos pedidos se deve a fraude. O aumento nos programas de auxílio-desemprego, incluindo o subsídio semanal, pode também estar encorajando algumas pessoas a pedir a ajuda e outros a não buscarem trabalho.

Embora os pedidos tenham recuado do recorde de 6,149 milhões em abril de 2020, eles estão bem acima do nível pré-pandemia. Em um mercado de trabalho saudável, os pedidos ficam normalmente na faixa de 200 mil a 250 mil.

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A produção nas fábricas também se recuperou em março em meio ao fortalecimento da demanda doméstica, com a fabricação de veículos aumentando apesar da escassez global de chips semicondutores que forçou algumas montadoras a reduzir a produção.

A produção manufatureira saltou 2,7% no mês passado depois de recuar 3,7% em fevereiro, informou o Federal Reserve, um  pouco abaixo de seu nível pré-pandemia. Economistas consultados pela Reuters, contudo, projetavam aumento de 4,0% da produção manufatureira em março. A produção nas fábricas cresceu a uma taxa anualizada de 1,9% no primeiro trimestre, após acelerar a 12,4% no período de outubro a dezembro.

O forte estímulo fiscal está alimentando a demanda por bens em meio a estoques enxutos, sustentando a manufatura, que responde por 11,9% da economia dos EUA. Mas a mudança na demanda durante a pandemia de Covid-19 causou restrições de oferta em toda a indústria. O Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM) disse este mês que “os fornecedores continuam lutando para atender à crescente demanda”.

As restrições de oferta são mais acentuadas no setor automotivo. Na semana passada, a General Motors Co GM.N e a Ford Motor Co F.N anunciaram mais cortes na produção de veículos por causa da escassez de chips.

A produção nas fábricas de veículos recuperou 2,8% em março, após queda de 10% em fevereiro. A força na manufatura somada a um aumento de 5,7% na mineração levou a uma alta na produção industrial de 1,4% no mês passado, após queda de 2,6% em fevereiro. A produção de serviços públicos caiu 11,4%, conforme as temperaturas aumentaram.

Já o índice de atividade industrial Empire State, publicado pela distrital de Nova York do Federal Reserve, subiu de 17,4 em março para 26,3 em abril. Com isso, superou o nível pré-pandemia. O resultado surpreendeu de longe a previsão de analistas consultados pelo Wall Street Journal, que era de alta a 20.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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