Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta quarta-feira – 7/7

Ata do Fomc, vendas no varejo, CPI da Covid e mais destaques do mercado na sessão desta quarta-feira
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MARINGÁ | invistaja.info — Após a queda da véspera, os principais mercados internacionais voltam a apresentar apetite ao risco nesta quarta-feira (7), no dia da divulgação da tão esperada ata do Federal Open Market Commitee (Fomc). Ontem, um movimento de correção associado a dados fracos do setor de serviço nos EUA no mercado internacional e o clima político mais conturbado por aqui fizeram com que o Ibovespa fechasse em queda de 1,44% e o dólar ultrapasse os R$ 5,20 (veja mais clicando aqui).

Nesta data, os investidores também acompanham os dados de varejo no Brasil, além da CPI da Covid, que ouve o ex-diretor do departamento de logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, exonerado na semana passada depois de acusações de ter pedido propina de US$ 1 por dose em negociações sobre a compra da vacina AstraZeneca pelo governo. Confira mais destaques:

1. Bolsas mundiais

+Câmara pode votar privatização dos Correios nos próximos dias; governo quer venda de 100% em único leilão

Os índices futuros americanos têm leves altas nesta quarta (7). Na terça (6), o S&P recuou 0,2%, encerrando uma sequência de sete dias de altas; o Dow Jones perdeu 208,98 pontos; e o Nasdaq subiu cerca de 0,2%, atingindo um novo recorde.

Ações de empresas associadas à retomada da economia, como Caterpillar, Chevron e JPMorgan Chase recuaram na terça, enquanto que ações de grandes empresas de tecnologia, como Amazon, Apple e Alphabet, dona do Google, tiveram ganhos.

O barril de petróleo WTI recuaram na terça após atingir o maior nível em mais de seis anos, mas voltam a ter alta. A instabilidade no mercado de petróleo ocorre após o adiamento indefinido das conversas entre membros da Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep) e seus aliados (grupo conhecido como Opep+), após os países não serem capazes de atingir um consenso sobre qual será sua política de produção a partir de agosto. Já nesta data, o barril de petróleo cru WTI avança 1,01%, a US$ 74,38.

Na véspera, os rendimentos dos Treasuries caíram, com a taxa de dez anos a caminho de sua mais longa sequência de quedas em 16 meses, conforme investidores procuravam sinais sobre a trajetória da política monetária do Federal Reserve e após dados sinalizarem que o setor de serviços norte-americano desacelerou. Indicador do ISM para o setor de serviços dos EUA, que responde por cerca de dois terços da atividade econômica do país, mostrou crescimento moderado em junho e abaixo do ritmo recorde de maio.

Os dados vieram na esteira de um relatório de emprego divulgado na sexta-feira, que foi analisado como um indicativo de melhora no mercado de trabalho, mas ainda não-suficiente para sinalizar uma economia que pode estar sujeita a um superaquecimento.

Nesta quarta, investidores aguardam pela divulgação da ata do Federal Reserve, que deve dar mais informações sobre o rumo da política monetária do banco central dos Estados Unidos. A expectativa é de que as minutas foquem em sinais de progresso nos indicadores de emprego do país, e que os integrantes do Fed demonstrem menos preocupação com a possibilidade de que a alta recente da inflação se torne uma tendência persistente.

Caso o banco central americano indique a intenção de desacelerar seu programa de compra de cerca de US$ 120 bilhões em títulos e hipotecas por mês, esta seria uma grande mudança em relação à política que vem sendo implementada desde 2020, com o impacto da pandemia. O movimento poderia indicar a intenção do Fed de elevar as taxas referenciais de juros dos Estados Unidos, hoje próximas a zero.

As bolsas asiáticas têm desempenhos variados nesta quarta, que marcou a estreia da fabricante chinesa de carros elétricos, Xpeng, na bolsa de Hong Kong. As ações da empresa chegaram a subir 2%, mas fecharam o dia estáveis, em uma sessão marcada por cautela após o S&P encerrar na terça a trajetória de sete dias consecutivos de avanços.

O índice Hang Seng, de Hong Kong, recuou 0,4%; na China continental, o Shanghai composto subiu 0,66%; no Japão, o Nikkei recuou 0,96%; na Coreia do Sul, o Kospi perdeu 0,6%.

Na Europa, o índice Stoxx600, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, avança 0,61%, com destaque para o setor de recursos básicos, que sobe 1,7%. Quase todos os setores e principais bolsas operam no positivo.

Veja o desempenho dos principais indicadores às 7h30 (horário de Brasília):Estados Unidos*Dow Jones Futuro (EUA), +0,06%*S&P 500 Futuro (EUA), +0,13%*Nasdaq Futuro (EUA), +0,4%Europa*FTSE 100 (Reino Unido), +0,56%*Dax (Alemanha), +0,81%*CAC 40 (França), estável*FTSE MIB (Itália), +0,36%Ásia*Nikkei (Japão), -0,96% (fechado)*Hang Seng Index (Hong Kong), -0,4% (fechado)*Kospi (Coreia do Sul), -0,6% (fechado)*Shanghai SE (China), +0,66% (fechado)Commodities e bitcoin*Petróleo WTI, +1,772%, a US$ 74,67 o barril*Petróleo Brent, +1,6%, a US$ 75,72 o barril*Bitcoin, +1,93%, a US$ 34.640,86Sobre o minério: **Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian com alta de 1,02%, cotados a 1.244 iuanes, equivalente hoje a US$ 192,43 (nas últimas 24 horas).USD/CNY = 6,46

2. Agenda

Às 8h, a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulga o IGP-DI de junho. Na sequência, às 9h, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela os dados de vendas no varejo em maio. A expectativa, segundo projeções da Refinitiv, é de alta de 2,4% na comparação com abril e de 16,5% frente o mesmo período de 2020. Às 14h30, será divulgado o fluxo cambial semanal.

A agenda política também é movimentada. Na Câmara, Paulo Guedes, ministro da Economia, deve participar de audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle a partir das 9h; durante a tarde, a Comissão especial da proposta de reforma administrativa promove audiência pública com o ministro. Durante a manhã, a CPI da Covid o ex-diretor do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias presta depoimento. Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, convoca instalação da Comissão Mista de Orçamento às 10h.

Às 15h são divulgadas as atas da reunião do Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc em inglês) do Federal Reserve. Às 16h30, Raphael Bostic, membro do Fomc, realiza um discurso.

3. Covid e CPI

Na terça (6), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 1.557, queda de 19% em comparação com o patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 1.787 mortes. As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h.

A média móvel de novos casos em sete dias foi de 48.954, queda de 37% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 62.730 casos.

Chegou a 78.474.659 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 37,06% da população. A segunda dose ou a vacina de dose única foi aplicada em 27.795.289 pessoas, ou 13,13% da população.

Na terça, a CPI da Covid ouviu o depoimento da servidora do Ministério da Saúde Regina Célia Oliveira, fiscal do contrato para a compra da vacina indiana Covaxin, da Bharat Biotech, comercializada no Brasil com intermédio da Precisa Medicamentos.

Ela confirmou que só foi nomeada para fiscalizar o contrato para a compra da vacina indiana Covaxin no dia 22 de março, quase um mês depois da assinatura do acordo, dia 25 de fevereiro, que está sob suspeita de irregularidades.

“Eu gostaria de explicar, porque a portaria de nomeação que me indicou como fiscal desse contrato só foi publicada no dia 22. Eu não poderia me manifestar antes disso”, disse. Ainda assim, a servidora afirmou não ter visto nada de “atípico” na documentação referente ao processo de importação da vacina indiana.

Além disso, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) apontou à CPI indícios de manipulação de documento utilizado pelo governo federal para tentar desacreditar as denúncias de possíveis irregularidades no processo de importação da vacina indiana.

O documento havia sido apresentado pelo ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde e atual assessor especial do Palácio do Planalto, coronel da reserva Elcio Franco, ao lado do ministro da Secretaria de Governo, Onyx Lorenzoni, para rebater as denúncias de irregularidades relatadas à CPI pelo deputado Luís Miranda (DEM-DF) e pelo irmão dele, o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda.

À CPI, os irmãos Miranda apresentaram versões de invoices apresentadas ao longo da negociação para a compra das vacinas. Uma dessas versões foi apontada pelo ministro Onyx Lorenzoni e pelo assessor especial Elcio Franco como falsa, ocasião em que mostraram o que seria a versão verdadeira agora denunciada por Tebet.

Tebet apontou o que considerou indicações de “clara comprovação de falsidade”. “Nós estamos falando de falsidade ideológica formulada por alguém. Ele tem a marca e o logotipo desenquadrados, não estão alinhados em alguns pontos, como se fosse uma montagem. Eu tenho inúmeros erros de inglês, e, talvez, o mais desmoralizante dele seja o (erro) 17: no lugar de preço, ‘price’, está ‘prince’”, descreveu.

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Após a intervenção de Tebet, a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) pediu a realização de perícia técnica nas invoices que tratam da Covaxin.

Em seu depoimento à CPI, os irmãos Miranda afirmaram que informaram o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre suas suspeitas de irregularidade, e que o presidente teria afirmado que acionaria a Polícia Federal, o que não ocorreu. Miranda chegou a afirmar, em entrevista, que recebeu oferta de propina para não atrapalhar o contrato da Covaxin.

Com base nas afirmações dos irmãos, os senadores pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) na segunda-feira uma investigação de Bolsonaro, afirmando haver “grandes chances” de o mandatário ter cometido o crime de prevaricação ao não ter atuado. Bolsonaro afirma que teria determinado ao então ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, apurar o caso e que este não teria encontrado qualquer irregularidade na negociação.

Os irmãos Miranda também afirmaram que, na conversa com Bolsonaro, o presidente teria atribuído o caso a Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo no Congresso. Posteriormente, em depoimento à CPI, o intermediário de vendas de vacina da empresa Davati, o policial militar Luiz Paulo Dominguetti, afirmou que recebeu pedido de propina de US$ 1 por dose de imunizante do então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias. Barros é apontado como um dos fiadores da nomeação de Dias, o que o deputado federal nega.

Reportagem publicada na terça à noite pelo jornal Folha de S. Paulo afirma que a Receita Federal acusa Barros de ter montado uma “engenharia” com empresas para simular operações financeiras. E de não ter comprovado a origem de depósitos bancários que somam R$ 2,2 milhões entre 2013 e 2015. A cobrança contra barros, que inclui juros de mora e multa de 150% sobre o valor devido, índice cobrado em casos de sonegação, fraude ou conluio, chega a R$ 3,7 milhões.

A investigação da Receita levou à abertura de um inquérito da Polícia Federal sobre suspeita da prática de lavagem de dinheiro decorrente de corrupção. Barros nega ter cometido crimes, e diz ser “mais uma vítima do ativismo político que imperou nos órgãos de fiscalização nesse período recente”. Ele afirma que a PF teria sido “induzida a erro pela Receita, que simulou uma situação contábil fictícia”.

Nesta quarta, a CPI ouve Roberto Ferreira Dias, o ex-diretor de logística citado pelo PM Dominguetti como responsável por pedido de propina de US$ 1 por dose de vacina.

Além disso, o presidente da CPI da Covid no Senado, Omar Aziz (PSD-AM), disse nesta terça-feira que a comissão vai funcionar durante um eventual recesso parlamentar em julho. Os parlamentares poderão entrar em recesso na segunda quinzena do mês caso o Congresso vote a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) até o dia 17 de julho.

4. Indicação ao STF e reforma tributária

Segundo reportagem de capa do jornal O Estado de S. Paulo, com a aposentadoria de Marco Aurélio Mello, o presidente Jair Bolsonaro anunciou na terça em reunião com sua equipe que decidiu indicar o ministro-chefe da Advocacia Geral da União (AGU), André Mendonça, para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal.

Mendonça é pastor da Igreja Presbiteriana Esperança de Brasília, e conta com o apoio da maioria dos líderes evangélicos cortejados por Bolsonaro para a campanha das Eleições de 2022. Mas ele enfrenta resistência no Senado, que apreciará a indicação. Quando foi ministro da Justiça, ele se desgastou com o Congresso e com o Judiciário, após requisitar à Polícia Federal a abertura de inquéritos contra críticos e adversários de Bolsonaro com base na Lei de Segurança Nacional.

Segundo reportagem do jornal O Globo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já aceita realizar mudanças na proposta sobre a segunda etapa da reforma tributária, que altera o Imposto de Renda e foi encaminhada há duas semanas pelo governo ao Congresso.

A versão enviada ao Congresso previa a redução de cinco pontos percentuais do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) até 2023, de 25% para 20%. Agora, Guedes aceita a redução para 15% já em 2022.

Nos cálculos do governo, uma redução de 7,5 pontos exigiria um corte de R$ 20 bilhões em subsídios. Segundo O Globo, para cobrir a redução do imposto de renda e reduzir a resistência ao projeto de reforma tributária, o governo teria um custo total de R$ 80 bilhões. Parte seria coberta pelo corte de subsídio e parte por dividendos.

Assim, de acordo com o jornal, o ministro aceitou cortes de subsídios e regimes especiais que equivaleriam a R$ 40 bilhões. Estão na mira do ministério o regime especial para a indústria petroquímica e isenções para xarope de refrigerantes produzidos na Zona Franca de Manaus.

O relator da reforma do Imposto de Renda, Celso Sabino, reafirmou em entrevista ao Estadão seu desejo de manter a alíquota de 20% sobre lucros e dividendos, mas diz que a redução no IRPJ, originalmente prevista de 25% para 20%, pode ser maior. Nas suas contas, a cada 2,5 pp. de redução do IRPJ, o impacto arrecadatório é de R$ 19 bilhões. Ainda segundo ele, medidas de controle e contra a elisão fiscal podem ser enxugadas. O deputado não deu resposta objetiva sobre a restrição da declaração simplificada para quem ganha até R$ 40 mil por ano, sobre a faixa de isenção de R$ 20 mil para tributação de lucros e dividendos nem sobre o fim da dedutibilidade de Juros sobre Capital Próprio.

Por meio de nota, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia afirmou na terça que a economia brasileira apresenta “bons motivos” para expectativa de “forte crescimento” em 2021. A secretaria disse avaliar que a consolidação fiscal e as reformas pró-mercado continuam e que há muito a ser feito.

“Maior crescimento do PIB, aumento da produtividade, aumento do investimento privado, aumento do emprego e de renda dos brasileiros, taxa de juros estrutural mais baixa e inflação mais baixa são alguns dos benefícios provenientes do binômio de reformas pró-mercado e aprofundamento no processo de consolidação fiscal”, afirmou a secretaria do Ministério da Economia.

A nota destacou que a continuidade da agenda é de “suma importância” para o desenvolvimento do país e que “há muito para ser feito”, mesmo depois da aprovação recente da MP da Eletrobras e do projeto de lei que autoriza o Banco Central a receber depósitos voluntários remunerados, em consonância com outros bancos centrais.

Entre os projetos em tramitação estão a reforma tributária, a modernização do setor elétrico e a reforma administrativa (na Câmara dos Deputados) e o marco legal do mercado de câmbio, autorização de ferrovias e a mudança do regime de partilha para concessão na exploração de petróleo no pré-sal (no Senado Federal).

5. Radar corporativo

A sessão desta quarta-feira marca o leilão da InfraCo da Oi, o último dos grandes ativos colocados à venda pela companhia. Apenas uma proposta – a dos fundos do BTG Pactual em conjunto com a Globenet Cabos Submarinos – teria sido apresentada.

A Ambipar informou na noite da véspera que comprou integralmente a Swat Consulting Inc., por meio de sua controlada indireta Ambipar Holding USA.

Já a Petrobras informou na terça que vai promover um aumento de 7% nos preços de venda de gás natural para as distribuidoras a partir de 1º de agosto. A empresa cita a valorização do petróleo no segundo trimestre deste ano. Os reajustes da companhia são realizados trimestralmente, com variações que decorrem da aplicação de fórmulas negociadas nos contratos de fornecimento.

O Ministério Público Federal informou na terça que o procurador-geral da República, Augusto Aras, se posicionou na terça de maneira contrária à privatização de serviços postais e correio aéreo nacional da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). A manifestação foi encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada pela Associação dos Profissionais dos Correios (ADCap). Aras ratifica posição já fornecida pela PGR em que argumenta que a Constituição não permite a prestação indireta dos serviços postais e do correio aéreo nacional.

A BRF comunicou, em consonância com o comunicado ao mercado de 04 de março de 2021, que participou na rodada de investimentos (Série B) promovida pela Aleph Farms, startup israelense que desenvolve proteínas em laboratório a partir das células animais, no montante de US$ 2,5 milhões. “Em conexão com este aporte e o capital alocado por outros investidores, os recursos desta captação serão destinados à comercialização global em larga escala dos produtos feitos a partir de carne cultivada, assim como expansão do portfolio da startup”, destaca a empresa.

O Hospital Mater Dei informou na terça-feira que seu conselho de administração aprovou compra do Grupo Porto Dias, maior rede de hospitais da região Norte do país, em uma transação que envolve R$ 800 milhões, além da emissão de ações. O acordo foi acertado sobre uma participação de 70% do Grupo Porto Dias e a Mater Dei vai emitir 27,27 milhões de papéis como parte do pagamento, cerca de 7,1% do capital social total da companhia.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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