Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta segunda-feira – 16/8

Bolsas mundiais caem após dados da China e com investidores monitorando tensão geopolítica; Focus, reta final da temporada de balanços e mais
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Edição MarketMsg e invistaja.info

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SEER3 | Div.Brut/Pat.: 0.38 | P/ACL: -2.07 | P/L: 12.2 | Liq.2meses: 13325600.0 | Pat.Liq: 1466360000.0 | PSR: 1.411

BRASIL | invistaja.info — A sessão desta segunda-feira (16) tem início com preocupação nos mercados globais. Dados de atividade na China mais fracos do que o esperado fazem investidores recalcularem o crescimento do gigante asiático em 2021, enquanto o país registra um aumento dos casos de COVID-19. Além disso, eles monitoram a tensão geopolítica após o Talibã tomar o poder no Afeganistão.

Durante a semana, os investidores também acompanham o discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, na próxima terça-feira e ata da última reunião do Federal Open Market Commitee (Fomc) na próxima quarta.

Por aqui, atenção para a reta final da temporada de balanços, indicações sobre o relatório Focus, enquanto os investidores monitoram os riscos fiscais e aguardam a votação da reforma do Imposto de Renda (confira o que acompanhar na semana clicando aqui). Confira os destaques da sessão:

+CVC registra prejuízo líquido de R$ 175,5 milhões no 2º trimestre, recuo de 30,4%

1.Bolsas mundiais

As bolsas mundiais têm quedas nesta segunda, após uma semana de dados econômicos positivos nos Estados Unidos.

Investidores monitoram as implicações geopolíticas do colapso repentino do governo do Afeganistão, após o Taleban tomar a capital Kabul, levando à debandada de forças dos Estados Unidos do país.

A semana passada foi essencialmente positiva, marcada pela divulgação de resultados e dados econômicos importantes nos Estados Unidos.

O Dow fechou a semana passada com alta de 0,8%, em 35.515,38 pontos, um recorde; o S&P fechou com alta de 0,7%, em 4.468 pontos; e o Nasdaq, marcado por ações do setor de tecnologia, fechou em queda de 0,1%.

Na quarta-feira passada, o Departamento de Emprego dos Estados Unidos informou que o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 5,4% no mês de julho em relação ao patamar de um ano antes, e 0,5% em relação ao mês imediatamente anterior.

O núcleo da inflação avançou 0,3% em julho na comparação mensal, e 4,3% na comparação anual. Este indicador exclui os preços de alimentação e energia, e é encarado por economistas como uma medida mais confiável, já que esses itens tendem a ser mais voláteis. Os números foram encarados por analistas como sinais de que a inflação está sob controle.

Na quinta-feira, o Departamento de Emprego afirmou que os novos pedidos semanais de seguro-desemprego somaram 375 mil, uma queda pela terceira semana consecutiva, e em linha com as estimativas de analistas.

Além disso, o índice de sentimento econômico da Universidade de Michigan para agosto registrou 70,2 pontos, o patamar mais fraco desde dezembro. O medidor de preços ao consumidor ficou mais forte do que o esperado.

Até o momento, 87% das ações listadas na S&P informaram resultados por ação acima do esperado, segundo dados compilados pelo FacSet. Caso este patamar se mantenha, será o mais elevado já registrado desde o início da análise do FacSet, em 2008.

As bolsas asiáticas fecharam em sua maioria em queda na segunda. Investidores reagiram à divulgação de dados econômicos da China relativos a julho, que indicaram alta de 8,5% nas vendas no varejo na comparação anual, abaixo da expectativa de 11,5% de analistas ouvidos pela agência internacional de notícias Reuters.

A produção industrial cresceu 6,4% no mesmo período, abaixo da expectativa de 7,8%, também segundo analistas ouvidos pela Reuters.

Entre os fatores para o desempenho abaixo da expectativa, o Escritório Nacional de Estatísticas da China citou o impacto de incertezas externas, a pandemia de Covid na China e enchentes, e também afirmou que “a recuperação econômica é instável e desigual”.

Na China continental, o componente Shenzhen perdeu 0,712%, e fechou em 14.693,74 pontos; o índice Hang Seng, de Hong Kong perdeu 0,8%, fechando em 26.181,46 pontos; no Japão, o Nikkei perdeu 1,62%.

O PIB japonês avançou 0,3% no segundo trimestre em comparação com o trimestre imediatamente anterior, quando contraiu 0,9%, segundo dados oficiais preliminares divulgados na segunda, acima da estimativa de alta de 0,2% prevista por analistas ouvidos pela agência internacional de notícias Reuters.

As bolsas europeias têm quedas nesta segunda, na esteira dos resultados das bolsas asiáticas. Investidores aguardam pela divulgação de dados econômicos mais fracos do que o esperado, e monitoram preocupações geopolíticas.

O índice Stoxx 600, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, perde 0,3%. Ações dos setores de gás, varejo, viagem e lazer perdem mais de 1%.

Veja os principais indicadores às 7h30 (horário de Brasília):

Estados Unidos*Dow Jones Futuro (EUA), -0,42%*S&P 500 Futuro (EUA), -0,4%*Nasdaq Futuro (EUA), -0,34%

Europa*FTSE 100 (Reino Unido), -1,22%*Dax (Alemanha), -0,67%*CAC 40 (França), -1,06%*FTSE MIB (Itália), -0,65%

Ásia*Nikkei (Japão), -1,62%*Shanghai SE (China), +0,03% (fechado)*Hang Seng Index (Hong Kong), -0,8% (fechado)*Kospi (Coreia do Sul), -1,16% (fechado)

Commodities e bitcoin*Petróleo WTI, -1,68%, a US$ 67,29 o barril*Petróleo Brent, -1,6%, a US$ 69,46 o barril*Bitcoin, +2,67%, a US$ 47.318,91Sobre o minério: **Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian com alta de 2,29%, cotados a 850,5 iuanes, equivalente hoje a US$ 131,35 (nas últimas 24 horas).USD/CNY = 6,47

2. Agenda

Brasil

8h25: o Banco Central divulga o Boletim Focus, com a expectativa de analistas quanto a indicadores importantes, como inflação, crescimento do PIB e taxa de câmbio no Brasil.

15h: Balança comercial Semanal

Por Dentro dos Resultados

(MarketMsg) entrevista às 15h executivos da Viver (VIVR3) Ricardo Piccinini (diretor presidente e DRI) e Arthur Marin (diretor VP de operações). Às 18h, os executivos da Dotz (DOTZ3) são entrevistados; são eles, Roberto Chade (CEO) e Otávio Araujo (CFO)

Quer fazer perguntas aos CEOs das empresas que se destacam na Bolsa? Acompanhe a série Por Dentro dos Resultados no YouTube do (MarketMsg)

3. Covid no Brasil

No domingo (16), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 860, queda de 11% em comparação com o patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 385 mortes. As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h.

A média móvel de novos casos em sete dias foi de 28.379, o que representa queda de 19% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 13.810 casos.

Chegou a 114.867.227 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 54,25% da população. A segunda dose ou a vacina de dose única foi aplicada em 49.622.252 pessoas, ou 23,43% da população.

No sábado, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o governo federal pretende antecipar a aplicação da segunda dose de vacinas da Pfizer a partir de setembro deste ano, quando todas as pessoas com mais de 18 anos já tiverem tomado ao menos uma dose de vacinas.

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“À medida em que a gente avance na primeira dose, já se rediscutiu colocar a Pfizer no intervalo de 21 dias. Aí a gente avança na segunda”, afirmou Queiroga. “Nós já temos 70% da população acima de 18 anos com uma dose.”

A bula das vacinas da Pfizer indica a aplicação da segunda dose 21 dias depois da primeira, mas o governo brasileiro decidiu estender o prazo para três meses inicialmente por temor sobre o cronograma de chegada dos imunizantes ao país.

Em um evento em Brasília, Queiroga aproveitou também para criticar a decisão do governo de São Paulo de entrar na Justiça para receber doses de vacinas que, de acordo com a Secretaria de Saúde paulista, o ministério deve ao estado e não entregou.

Queiroga insiste que São Paulo retirou doses a mais da CoronaVac diretamente do instituto Butantan, e que as doses de Pfizer não entregues seriam uma equalização.

4. Bolsa Família, contas públicas e política

Em live promovida pela XP Investimentos na sexta (13), o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, afirmou que os últimos cálculos da Receita Federal eram de perda de R$ 20 bilhões em arrecadação com o texto da reforma do Imposto de Renda.

“Muda muito”, afirmou ele. “Se não me engano era alguma coisa em torno de 20 bilhões em termos de perda”, disse.Ele afirmou que, nesse cenário, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios é tida como crucial para abrir espaço no Orçamento de 2022 para acomodar dentro da regra do teto de gastos o Auxílio Brasil, novo programa de transferência de renda do governo Jair Bolsonaro.

Encaminhada nesta semana ao Congresso, a PEC propõe dividir em dez parcelas o pagamento dos precatórios com valor de mais de R$ 66 milhões.

O texto também impõe uma limitação provisória dos pagamentos anuais de precatórios a 2,6% da receita corrente líquida, o que também sujeitará precatórios entre R$ 66 mil e R$ 66 milhões a eventual parcelamento.

Caso a PEC não prospere, Funchal afirma que o plano B seria a redução de gastos tributários. “Qual seria o plano B, o que a gente tem discutido? A gente precisa enviar um plano, a gente vai enviar até meados de setembro um plano de redução de gastos tributários”, afirmou.

“Aí o volume dessa compensação daria a base de compensação para o novo programa.” De acordo com Funchal, o plano vai mirar uma redução de R$ 15 bilhões em gastos tributários para 2022.

“Eu imagino que o presidente tem em mente reforma do IR para um (financiamento do novo Bolsa Família) e esse plano para o diesel”, destacou o secretário.

Segundo Funchal, a expansão do Bolsa Família para que passe a contemplar 17 milhões de famílias com um benefício médio de R$ 280 a R$ 300 demandará entre R$ 26 bilhões e R$ 28 bilhões adicionais. Atualmente, o orçamento do programa é de cerca de R$ 34,9 bilhões, alcançando 14,7 milhões de famílias e com benefício médio de R$ 190.

Em entrevista reproduzida na sexta na Rádio Jovem Pan, o ministro da Economia Paulo Guedes defendeu a proposta de parcelar os precatórios, uma medida que foi criticada em governos anteriores.

Ele disse que ministros que o antecederam negociaram com os credores o pagamento dos chamados superprecatórios, de valores mais elevados, em condições que não são conhecidas. Ele citou os ex-ministros Pedro Malan, Guido Mantega e Henrique Meirelles.

“Eu pelo menos fiz algo à luz do dia, transparente e para todos, a regra se aplica a todos”, afirmou Guedes, ressaltando que a medida dará previsibilidade a um gasto que tem crescido aceleradamente.

“Em vez de resolver o meu problema, porque falta só um ano, eu preferi dar previsibilidade fiscal para os próximos dez, quinze anos, não haverá mais saltos”, afirmou.

Ele negou que a mudança na regra tenha tido relação com despesas previstas para o Bolsa Família para 2022, ressaltando que o programa já estava orçado para o ano que vem quando “de repente” chegou uma conta de R$ 90 bilhões de precatórios, quando a previsão era que o gasto ficaria em R$ 58 bilhões.

Ele reiterou que não poderia pagar esse valor sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal e que sua obrigação é tornar o Orçamento exequível, por isso a proposta de parcelar os precatórios.

Em entrevista publicada nesta segunda no jornal Valor, Guedes afirmou que, sem a adoção de regras que permitam parcelar os precatórios, o governo poderia ter de recorrer à suspensão do funcionamento de alguns órgãos públicos, e mesmo de salários do funcionalismo. “Portanto, não se trata de acomodar as despesas para poder pagar o novo Bolsa Família”, assegurou.

Em fala durante o 4º Encontro Folha Business em Vitória (ES) na sexta, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que o sentimento de mercado virou em meio a preocupações mais recentes com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, incertezas sobre o financiamento do novo Bolsa Família e concessão de incentivos para setores específicos.

Ele afirmou que o compromisso com a sustentabilidade das contas públicas é crucial para o trabalho da autoridade monetária, num momento em que as taxas longas de juros voltam a atingir o patamar de dois dígitos, guiadas pelo temor dos agentes com a elevação dos gastos públicos. E disse que é impossível para qualquer Banco Central do mundo fazer o trabalho de segurar expectativas de inflação com o quadro fiscal descontrolado.

Sobre a inflação, Campos Neto avaliou que alta de preços no país foi influenciada “um pouco” pela desvalorização do real, mas citou a contribuição paralela de “vários outros fatores”, como o aumento dos custos da energia pelo problema hídrico.

Destaque ainda para a entrevista do Secretário do Tesouro, Jeferson Bittencout, ao Estadão, na qual ele reconhece os riscos de retirar os gastos financiados pela venda de ativos da União do resultado primário, inclusive para o pagamento dos chamados “dividendos sociais”. O secretário defende que a criação do fundo para abatimento das dívidas com precatórios pode servir de incentivo à desestatização e não acredita em decisão contrária do STF à PEC. Quanto ao Orçamento de 2022, diz que o governo deve enviá-lo até o final do mês, com os R$ 89 bilhões de precatórios pagos à vista e um Bolsa Família de R$ 34,8 bilhões, pois a PEC não terá tempo suficiente de tramitar até lá.

Já no sábado, um dia depois da prisão do presidente do PTB, Roberto Jefferson, o presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais para afirmar que irá pedir ao Senado a abertura de processo contra os ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso e ameaçou o país com uma “ruptura institucional”.

“Todos sabem das consequências, internas e externas, de uma ruptura institucional, a qual não provocamos ou desejamos. De há muito, os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, extrapolam com atos os limites constitucionais”, escreveu o presidente em suas redes sociais.

“Na próxima semana, levarei ao Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, um pedido para que instaure um processo sobre ambos, de acordo com o art. 52 da Constituição Federal”, acrescentou.

5. Radar corporativo

A temporada de resultados chega na sua reta final. Na noite de sexta-feira, foram divulgados os dados da CVC. A operadora de viagens reportou prejuízo líquido de R$ 175,570 milhões no segundo trimestre deste ano, perda 30,4% menor que a registrada um ano antes, de R$ 252,129 milhões (veja mais clicando aqui).

A Cosan (CSAN3) teve lucro líquido ajustado de R$ 750 milhões entre abril e junho, forte alta frente o ganho de R$ 23,4 milhões registrado em igual período de 2020.

A Boa Safra Sementes (SOJA3) teve lucro líquido de R$ 8,862 milhões no segundo trimestre de 2021, alta de 314,6% na base anual.

No segundo trimestre, a Vivara (VIVA3) viu seu lucro líquido atingir R$ 81,7 milhões, mais do que dobrando em relação ao mesmo período de 2019, ainda antes da pandemia. Na comparação com 2020, a companhia conseguiu reverter um prejuízo.

O Enjoei (ENJU3) teve alta do prejuízo em 10,9 vezes no segundo trimestre, para R$ 30,040 milhões. A Tecnisa (TCSA3) registrou prejuízo líquido de R$ 54 milhões no trimestre, alta de 33%.

Já a Ânima (ANIM3) teve lucro ajustado de R$ 18,7 milhões. Ambipar (AMBP3) e Méliuz (CASH3) também divulgaram seus números nesta segunda-feira antes da abertura da Bolsa. Após o fechamento, IRB (IRBR3), Cemig (CMIG4), entre outras companhias, divulgarão seus números.

Ainda em destaque, a Ultrapar (UGPA3) fechou acordo para vender 100% de sua empresa de químicos especiais Oxiteno para o grupo tailandês de produtos químicos Indorama Ventures por US$ 1,3 bilhão, informaram as companhias nesta segunda-feira.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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REFLEXÃO: Ben Carlson, autor de A Wealth of Common Sense – A riqueza do senso comum, em tradução livre: Menos é mais. O processo de investimento deve ser mais importante que os resultados. Comportamento correto na hora de investir é a chave.

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