Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta sexta-feira – 20/8

Bolsas mundiais seguem cautela com variante delta e preocupações sobre crescimento no radar; falas de Guedes e de secretário do Tesouro e mais
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Edição MarketMsg e invistaja.info

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BELO HORIZONTE | invistaja.info — A sessão desta sexta-feira (20), com agenda mais esvaziada, encerra a semana com o tom mais cauteloso em meio ao avanço da variante delta do COVID-19 pelo mundo e, consequentemente, o impacto nas perspectivas de crescimento.

Além disso, o noticiário sobre pressão regulatória do governo da China segue em destaque, com atenção aos setores de tecnologia e educação. Enquanto isso, o contrato futuro mais negociado na Bolsa de Dalian, na China, após a derrocada de mais 7% na véspera (e que fez a ação da Vale cair mais de 5%), opera próximo à estabilidade. Já o contrato futuro da commodity negociado em Singapura subiu 5,9%, a US$ 138,30 a tonelada nesta sexta-feira na sequência de uma queda de 12% na véspera, mas segue no nível mais baixo desde dezembro.

Na agenda, sem indicadores econômicos, os investidores acompanham eventos que contam com a participação de Bruno Funchal, secretário do Tesouro, e Paulo Guedes, ministro da Economia. Confira os destaques:

+Muito além do combustível: o que a mudança de BR Distribuidora para Vibra Energia representa, segundo o CEO

1. Bolsas mundiais

As bolsas mundiais operam em queda, em meio a temores sobre a variante delta de Covid, regulação de empresas de tecnologia na China e redução da expectativa de produção do setor automobilístico no Japão, apesar de sinais positivos do ministro das Finanças da Alemanha sobre a economia do país.

Estados Unidos

Na quinta, as bolsas americanas tiveram uma sessão turbulenta, em que o S&P fechou com alta de 0,1%. O Nasdaq composto também subiu 0,1%, mas o Dow perdeu 66,57 pontos.

Conforme o fim da temporada de divulgação de resultados se aproxima, os três índices caminham para fechar a semana com perdas, no que pode ser o pior desempenho semanal do S&P e do Dow desde junho, e o pior do Nasdaq desde maio.

Ásia

Na sexta, o governo chinês manteve inalteradas as taxas de juros primários com vencimento em um ano, em 3,85%, assim como as taxas com vencimento em cinco anos, em 4,65%. O anúncio está em linha com a expectativa de analistas ouvidos pela agência internacional de notícias Reuters.

As ações de tecnologia de empresas chinesas tiveram outro dia de fortes perdas, em meio à incerteza sobre o patamar da pressão regulatória pelo governo chinês.

Em reunião de terça-feira, o Comitê Central para Assuntos Financeiros e Econômicos da China disse que esforços devem ser feitos para encontrar um equilíbrio entre garantir um crescimento econômico estável e evitar riscos financeiros, de acordo com o veículo estatal Xinhua.

Na sexta, as ações da Meituan recuaram 4,54%; do Alibaba, 2,59%; da JD.com perderam 2,11%; mas as do Tencent subiram 1%. Assim, o índice Hang Seng Tech, de Hong Kong, perdeu 2,46%; e o índice Hang Seng como um todo recuou 1,84%.

Na China continental, o Shanghai composto perdeu 1,1%, a 3.427,33 pontos; e o componente Shenzhen perdeu 1,614%, a 14.253,53.

No Japão, os papéis de empresas do setor automobilístico continuam a registrar perdas, após o anúncio na quinta-feira de que a empresa deverá cortar em 40% sua produção global em setembro em relação àquilo planejado anteriormente, segundo informações reproduzidas pela agência internacional de notícias Reuters.

Na sexta, os papéis da Toyota recuaram 4,09%; os da Nissan, 7,25%; e os da Honda, 4,84%. Na quinta, as ações da Toyota também haviam recuado mais de 4%. Na Coreia do Sul, o Kospi perdeu 1,2% na sexta.

Europa

Na quinta, o índice Stoxx 600, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países da Europa, perdeu 1,7%, em grande medida por conta da divulgação, no dia anterior, da ata da última reunião do Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve, que indicaram que as autoridades do banco central americano já começam a discutir a redução do ritmo de compra de títulos antes do final de 2021, contanto que a economia se estabilize no ritmo esperado.

Os participantes do Fomc concordaram, no entanto, que o nível de emprego ainda precisa progredir antes que o Fed considere elevar as taxas de juros nos Estados Unidos. Também pesam na Europa os temores sobre o impacto da variante delta de Covid.

Nesta sexta, o índice Stoxx 600 recua 0,27%. O ministro das Finanças da Alemanha, Olaf Scholz, afirmou que indicadores econômicos e sobre sentimento do mercado apontam para uma recuperação duradoura e provavelmente mais forte da economia no terceiro trimestre.

A recuperação dos efeitos da pandemia de Covid é impulsionada pela suspensão de medidas de distanciamento social e pela forte demanda interna após o PIB (Produto Interno Bruto) ter crescido 1,5% no segundo trimestre.

No Reino Unido, dados divulgados pelo Escritório para Estatísticas Nacionais indicam queda de 2,5% nas vendas no varejo em julho em relação ao mês anterior, quando a escassez global de chips e o clima chuvoso impactaram o comportamento dos consumidores britânicos.

Veja os principais indicadores às 7h30 (horário de Brasília):

Estados Unidos

*Dow Jones Futuro (EUA), -0,36%*S&P 500 Futuro (EUA), -0,37%*Nasdaq Futuro (EUA), -0,21%

Europa

*FTSE 100 (Reino Unido), -0,14%*Dax (Alemanha), -0,34%*CAC 40 (França), -0,35%*FTSE MIB (Itália), -0,52%

Ásia

*Nikkei (Japão), -0,98% (fechado)*Shanghai SE (China), -1,1% (fechado)*Hang Seng Index (Hong Kong), -1,84% (fechado)*Kospi (Coreia do Sul), -1,2% (fechado)

Commodities e bitcoin

*Petróleo WTI, -0,738%, a US$ 63,22 o barril*Petróleo Brent, -0,74%, a US$ 65,96 o barril*Bitcoin, +1,81%, a US$ 47.239,43Sobre o minério: **Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian com alta de 0,26%, cotados a 777,5 iuanes, equivalente hoje a US$ 119,65 (nas últimas 24 horas).USD/CNY = 6,50

2. Agenda

Brasil

16h: Bruno Funchal, secretário do Tesouro Nacional, participa de live sobre a PEC dos Precatórios, no site Jota17h: Paulo Guedes, ministro da Economia, participa de Live da Genial Investimentos

Estados Unidos

12h: Robert Kaplan, presidente do Fed de Dallas, participa de evento sobre desenvolvimentos econômicos e política monetária da Texas Tech University14h: Baker Hughes divulga dados de poços de petróleo em operação

Por Dentro dos Resultados

O (MarketMsg) entrevista às 10h Caio de Moraes, CFO da Positivo Tecnologia (POSI3). Às 15h, o PDR será com Marcelo Pimentel (CEO) e Adalberto Santos (CFO), da Marisa (AMAR3).

Quer fazer perguntas aos CEOs das empresas que se destacam na Bolsa? Acompanhe a série Por Dentro dos Resultados no YouTube do (MarketMsg)

3. Covid, CPI e política

Na quinta (19), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 821, queda de 9 em comparação com o patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 1.030 mortes. As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h.

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A média móvel de novos casos em sete dias foi de 29.895, o que representa queda de 9% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 35.793 casos.

Chegou a 120.228.060 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 56,78% da população. A segunda dose ou a vacina de dose única foi aplicada em 53.437.018 pessoas, ou 25,24% da população.

Na quinta, falou à CPI da Covid no Senado o dono da farmacêutica Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano. Ele limitou-se a responder à CPI da que conhece o líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), recusando-se a responder às demais perguntas do relator da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL) amparado em habeas corpus concedido pela ministro Rosa Weber, do STF.

Maximiano disse que seria apenas fiador de um imóvel usado por um amigo de Barros, apesar de aparecer como locatário.Maximiano evitou perguntas sobre as negociações suspeitas para compra da vacina contra Covid-19 Covaxin, desenvolvida pelo laboratório indiano Bharat Biotech, que tinha como representante no Brasil a Precisa. Mas responsabilizou uma empresa localizada nos Emirados Árabes Unidos por falsificar documentos entregues ao Ministério da Saúde.

As denúncias de irregularidades envolvendo as tratativas para compra da Covaxin foram feitas pelo deputado Luís Miranda (DEM-DF) e pelo irmão dele Luís Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde.

Após as denúncias, o Ministério da Saúde cancelou o contrato para compra da Covaxin e a Bharat Biotech encerrou o relacionamento com a Precisa.

Barros tornou-se na quarta-feira formalmente investigado pela CPI da Covid. De acordo com depoimento de Luís Miranda à CPI, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) citou o envolvimento do líder do governo nas supostas irregularidades envolvendo a Covaxin. Bolsonaro não desmentiu o relato de Miranda, e Barros nega quaisquer irregularidades.

Na quinta, a CPI da Covid aprovou novo pedido de quebra de sigilo fiscal de Barros. O colegiado vai requerer os dados à Receita Federal e informações sobre investigações no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Tribunal de Contas da União (TCU). A CPI também deu aval ao requerimento de quebra de sigilo fiscal do advogado Frederick Wassef, que defende o presidente Bolsonaro e sua família.

Além disso, nesta semana o corregedor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Felipe Salomão, ordenou a plataformas de mídias sociais que suspendam o pagamento por publicidade veiculada de 11 páginas acusadas de publicar notícias falsas e ataques ao sistema eleitoral brasileiro. Todas elas eram de apoiadores radicais de Bolsonaro e, em vários casos, se sustentam apenas com a chamada monetização.

Segundo reportagem de capa publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta sexta, a suspensão da monetização dos canais bolsonaristas deve congelar valores milionários. Somente no YouTube, os 14 canais atingidos podem gerar até US$ 2,9 milhões (cerca de R$ 15 milhões), de acordo com estimativa da ferramenta Social Blade, que produz estatísticas sobre as redes sociais. O ganho exato dos youtubers foi solicitado às empresas de redes sociais, que têm 20 dias para responder.

Ao participar de evento no Mato Grosso na quinta, o presidente Jair Bolsonaro usou o caso para defender o que chamou de liberdade de imprensa. Ele chamou a suspensão da monetização de “cerceamento de mídias sociais” e “ditadura branca”.

Bolsonaro também afirmou que não cometerá uma ruptura institucional porque sabe das consequências, mas reclamou que o “provocam o tempo todo” e que o país está sendo “sufocado” por uma minoria.

“Da minha parte não haverá ruptura. Sei das consequências internas e externas de uma ruptura. Mas provocam-nos o tempo todo. Não é justo prender quem quer que seja sem o devido processo legal. Não é justo o TSE agora desmonetizar páginas que falam que o voto impresso é necessário, ou que desconfiam do voto eletrônico”, disse o presidente.

4. Reforma do IR e fundo eleitoral

O jornal O Estado de S. Paulo aponta que, na tentativa de driblar os obstáculos ao avanço da proposta que muda o Imposto de Renda, o ministro da Economia, Paulo Guedes, deve se reunir na semana que vem com deputados da oposição na Câmara em busca de um denominador comum que resulte em maior apoio à iniciativa.

Mesmo com esse gesto, porém, as concessões recentes em nome de mais votos acenderam o alerta na equipe econômica, que pode abandonar de vez o projeto caso fique claro que ele será desfavorável para as contas do País.

Integrantes da equipe econômica já têm hoje a avaliação de que a reforma do IR “não se paga” e que as disputas em torno do projeto são até positivas por adiar ainda mais a votação, deixando tudo como está. Apesar do ceticismo dessa ala da equipe, o ministro da Economia tentará buscar na oposição uma “tábua de salvação” para a proposta.

Em live na véspera, o presidente Jair Bolsonaro disse que deve decidir hoje o futuro do fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões. A expectativa é que ele vete o fundo e o negocie dentro do orçamento, com um valor esperado entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões. Líderes no Congresso pressionam para aumentar esse valor para R$ 4 bilhões, segundo apurado pela Folha de S. Paulo.

Já a AGU pediu ao STF a suspensão da decisão que determinou o pagamento de R$ 8,7 bilhões ao Fundef da Bahia e deve fazer o mesmo com a dívida com Pernambuco, Ceará e Amazonas. Com estes estados, o alívio seria de R$ 15,6 bilhões no caixa de 2022.

Ainda em destaque, o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), agendou para a próxima terça a sabatina do procurador-geral da República, Augusto Aras, que poderá levar à sua recondução ao cargo. Mas não marcou sabatina para o ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União André Mendonça, que continua na fila de espera apesar de sua indicação ao STF ter chegado ao Senado nove dias antes da formalização do caso de Aras.

5. Radar corporativo

O noticiário corporativo tem como destaque notícias sobre Gerdau, Renner, JBS e BRF. Confira abaixo:

Gerdau (GGBR4)

O Conselho de Administração da Gerdau aprovou a reorganização de subsidiárias no México, informou a companhia em comunicado ao mercado.

Lojas Renner (LREN3)

No final da tarde da véspera, a varejista Lojas Renner informou que sofreu um ataque cibernético em seu ambiente de tecnologia na quinta-feira, que provocou indisponibilidade em parte de seus sistemas. Em comunicado, a companhia afirmou ter atuado para mitigar os efeitos do ataque e que a maior parte das operações já foram restabelecidas, com os principais bancos de dados preservados. Além disso, a Lojas Renner afirmou que suas lojas físicas não tiveram as atividades interrompidas.

JBS (JBSS3)

A Pilgrim’s Pride, controlada da JBS nos Estados Unidos, informou que precificou uma oferta de US$ 900 milhões em notas sênior não garantidas com vencimento em 2032.

De acordo com comunicado da empresa, os títulos serão emitidos a 100% do valor principal agregado e terão rendimento de 3,5%. Devido à demanda significativa, o montante da emissão foi elevado de US$ 750 milhões iniciais. A venda das notas deve ser concluída em 2 de setembro.

BRF (BRFS3)

O Conselho de Administração da BRF, uma das maiores companhias de alimentos do Brasil, aprovou uma Política de Compra Sustentável de Grãos, conforme ata de reunião do colegiado divulgada na quinta-feira. A aprovação atende o plano Visão 2030 da BRF e o compromisso de rastreabilidade assumido pela empresa em dezembro de 2020, segundo a ata, que não trouxe mais detalhes.

Vibra Energia (BRDT3)

A BR Distribuidora  passa a se chamar Vibra Energia, mas manterá a atual identidade visual e o símbolo BR em sua rede de 8,3 mil postos de combustíveis em todo o Brasil, além de manter outras marcas de produtos e serviços, conforme comunicado enviado pela empresa ao mercado nesta quinta-feira. O movimento ocorre após a Petrobras (PETR3;PETR4) ter vendido sua fatia remanescente na maior distribuidora de combustíveis do país, no fim de junho. Veja mais clicando aqui.

Alliar (AALR3) e Rede D’Or (RDOR3)

Na quinta-feira, o empresário Nelson Tanure afirmaram que fundos com os quais tem ligações compraram cerca de 26% da empresa de diagnósticos médicos Alliar. Isso complica uma proposta de compra pela rede de hospitais Rede D’Or. Tanure diz que não tem planos de mudar a gestão da Alliar.

CVC (CVCB3)

A CVC  teve seu rating elevado de brB para brBB pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s.

IPOs

A provedora de serviços de internet Vero pediu registro para uma oferta inicial de ações (IPO), ilustrando a movimentação de empresas do setor para buscar recursos no mercado para ganhar musculatura antes do leilão do 5G. Criada em 2019 com a união de oito empresas do interior de Minas Gerais, a empresa se expandiu para Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e afirma ter atualmente cerca de 500 mil clientes, com 18,2 mil quilômetros de cabos de fibra óptica.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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REFLEXÃO: Harold Pollack, da Universidade de Chicago: Guarde entre 15 e 20% e invista em fundos de índices com taxa baixa.

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