Ações da Vale caem com derrocada do minério de ferro; Magalu e Marfrig avançam após resultados e Petrobras sobe 2%

Confira os destaques da B3 na sessão desta terça-feira (9)
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Edição MarketMsg e invistaja.info

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DTCY3 | Pat.Liq: 6010000.0 | Mrg.Ebit: 0.0325 | P/Cap.Giro: -19.42 | EV/EBITDA: 26.98 | P/ACL: -7.26 | Liq.2meses: 190284.0

BRASIL | invistaja.info — A sessão desta terça-feira (9) foi marcada pela cautela para o Ibovespa, apesar do índice registrar alta na maior parte do dia após registrar queda de 3,98% ontem com a decisão de Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), de anular as condenações de Lula na Operação Lava-Jato.

Entre as quedas, destaque para a Vale (VALE3, R$ 98,67, -1,00%), acompanhando o noticiário externo. Os futuros do minério de ferro na China despencaram quase 10% nesta terça-feira, o limite diário de queda, com restrições à produção no polo siderúrgico de Tangshan em meio a medidas anti-poluição impactando esperanças de uma retomada na demanda pela matéria-prima. Os papéis da companhia chegaram a cair cerca de 3% mais cedo, mas amenizaram e registram baixa de cerca de 2%.

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Por outro lado, a Petrobras (PETR3, R$ 21,39, +1,86%; PETR4, R$ 21,59, +2,32%) subiu nesta sessão após os ativos preferenciais recuarem 5,76% na véspera. Apesar dos ganhos da estatal, o petróleo registrou queda nesta terça, com os preços de referência do petróleo nos EUA recuando 1,6%, a US$ 64,01 o barril.

A queda acontece conforme os investidores temem que os próximos dados possam mostrar outro aumento nos estoques de petróleo bruto americano, enquanto as refinarias lutam para voltar ao normal após frio brutal de meados de fevereiro no Texas.

Já Marfrig (MRFG3, R$ 15,93, +1,85%) e Magazine Luiza (MGLU3, R$ 23,39, +1,26%) fecharam em alta com a repercussão dos resultados do quarto trimestre de 2020 de ambas.

Confira os destaques:

Vale (VALE3, R$ 98,67, -1,00%)

Os futuros do minério de ferro na China despencaram quase 10% nesta terça-feira, o limite diário de queda, com restrições à produção no polo siderúrgico de Tangshan em meio a medidas anti-poluição impactando esperanças de uma retomada na demanda pela matéria-prima. O minério de ferro para entrega em maio na bolsa de commodities de Dalian DCIOcv1 encerrou o pregão a 1.031,50 iuanes (US$ 157,98 ) por tonelada, pouco depois de desabar 10% para 1.031 iuanes, nível mais fraco desde 9 de fevereiro.

O primeiro contrato do minério de ferro na bolsa de Cingapura SZZFJ1 recuou 7%, para US$ 155,65 por tonelada, também em mínima desde 9 de fevereiro.

Tangshan, na província chinesa de Hebei, responde por um quarto da produção de aço no país, maior produtor global. A região emite alertas de poluição de tempos em tempos que restringem a operação de usinas siderúrgicas.

A XP Investimentos aponta que, em seus modelos, possui um preço de US$ 120 a tonelada ao final do ano para o minério de ferro. “Nossa preferência no setor segue por Vale, com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 122 por ação”, apontam os analistas da XP.

O Bradesco BBI, por sua vez, ressalta que, apesar das recentes restrições de produção no norte da China, a fim de controlar a poluição, a utilização da capacidade total na China permanece sustentada acima de 90%, já que uma grande parte da indústria já adaptada a padrões de emissão ultrabaixa e a produção pode ser mais forte em outras partes do país,  potencialmente compensando as perdas em Tangshan.

Na avaliação dos analistas, declarações recentes do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação de que o país conteria a produção de aço em 2021 em um esforço para controlar as emissões não significa necessariamente a ruína para a demanda de minério de ferro, uma vez que a demanda geral de aço de uso final ainda deve crescer, uma grande parte da indústria já adaptado aos padrões de emissão ultrabaixa e eles não veem a China recuar significativamente no mercado de exportação. O BBI espera que os preços do minério de ferro fiquem em uma média de US$ 130 a tonelada em 2021.

Magazine Luiza (MGLU3, R$ 23,39, +1,26%)

O Magazine Luiza encerrou o quarto trimestre de 2020 com alta de 30,6% no lucro líquido, para R$ 219,5 milhões. No acumulado do ano passado, o resultado encolheu 57,5%, para R$ 391,7 milhões.

No critério “ajustado”, sem considerar as despesas e receitas não recorrentes, o lucro líquido trimestral somou R$ 232,1 milhões, alta de 39,8% sobre outubro a dezembro de 2019. No ano de 2020, o lucro líquido ajustado atingiu R$ 377,8 milhões, queda de 25,1% em relação ao ano anterior.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) apresentou alta de 1,1% entre o último trimestre de 2019 e o mesmo período de 2020, para R$ 504,7 milhões. Na comparação entre os dois exercícios, de 2019 e 2020, a queda foi de 14%, para R$ 1,527 bilhão.

Já o Ebitda ajustado do quarto trimestre atingiu R$ 523,8 milhões, alta de 5,6% sobre o mesmo período de 2019. No ano passado, o Ebitda ajustado atingiu R$ 1,506 bilhão, queda de 9,3% em relação a 2019.

A despesa financeira do quarto trimestre melhorou 36,8%, para R$ 118,8 milhões. No acumulado do ano, houve um salto de 483% na despesa financeira, de R$ 70,4 milhões em 2019 para R$ 410,5 milhões em 2020.

No padrão ajustado, seguindo a norma IFRS, a despesa financeira de 2019 foi de R$ 531,1 milhões, fazendo portanto que o indicador de 2020 apresente uma melhora de 22,7%.

A receita líquida da gigante do varejo atingiu R$ 10,065 bilhões no quarto trimestre de 2020, uma alta de 57,6% sobre o mesmo período de 2019. Entre janeiro e dezembro do ano passado, a receita somou R$ 29,177 bilhões, uma alta de 46,7% sobre o ano anterior.

A varejista destaca que, no último trimestre do ano, mesmo com a abertura plena das lojas físicas, o e-commerce continuou a crescer em ritmo acelerado e mais do que dobrou em relação ao mesmo período do ano anterior – alta de 120%. As vendas no conceito mesmas lojas, por sua vez, avançaram 11% nos últimos três meses de 2020, mesmo com a redução do auxílio emergencial. “Geramos R$ 2 bilhões de caixa no período (R$ 3 bilhões no ano). E aumentamos em 40% o lucro líquido”, afirma.

“O Magazine Luiza reportou sólidos resultados referentes ao quarto trimestre de 2020 levemente acima dos nossos números, explicado tanto por um crescimento de GMV online acima das nossas estimativas e dos seus pares, como também por uma performance de varejo físico bastante resiliente, com crescimento de vendas mesmas lojas em 10,9% na base anual. Além disso, a Magalu divulgou uma prévia de crescimento para o primeiro trimestre de 2021, com o e-commerce crescendo triplo dígito baixo nos dois primeiros meses de 2021, mas com uma sinalização mais cautelosa para o varejo físico devido ao aumento de restrições”, destaca a XP Investimentos.

Para frente, apesar de ver manutenção do forte ritmo de crescimento do GMV do ec-ommerce nos primeiros meses do ano como positiva, os analistas da XP apontam que isso está em linha com as estimativas para o ano, com o crescimento de GMV online em em alta de 107% na base anual esperada para o primeiro trimestre de 2021.

No entanto, o cenário um pouco mais cauteloso para loja física dado o aumento de restrições relacionado ao Covid pode ser um risco negativo para as estimativas dos analistas da XP nesse canal (a expectativa é de crescimento nas mesmas lojas de 7,8% na base anual para o primeiro trimestre de 2021). Os analistas ainda avaliam que a ação negocia a múltiplos mais altos que suas concorrentes, como B2W e Lojas Americanas. Assim, mantêm recomendação neutra e preço alvo de R$ 27,0 por ação para o fim de 2021 para MGLU3.

O Credit Suisse afirmou que os resultados do Magazine Luiza para o quarto trimestre são “sólidos”, combinando forte crescimento e geração de caixa. O banco diz que o faturamento bruto e as receitas líquidas eram esperados tanto por suas previsões quanto pelas do mercado. A receita líquida ajustada de R$ 232 milhões ficou acima da estimativa do Credit, de R$ 181 milhões. O banco, contudo, mantém avaliação neutra (expectativa de valorização dentro da média do mercado) para o papel da varejista, com preço-alvo de R$ 24,97, frente os R$ 23,1 de fechamento na segunda.

Marfrig (MRFG3, R$ 15,93, +1,85%)

A Marfrig Global Foods teve um lucro líquido recorde de R$ 3,3 bilhões em 2020, salto de 1.413,76%, ou de 15 vezes, ante os R$ 218 milhões registrados no ano anterior, com forte participação da operação da empresa na América do Norte, informou a companhia nesta segunda-feira.

No quarto trimestre de 2020, o lucro líquido da Marfrig foi de R$ 1,171 bilhão, por volta de 43 vezes acima do desempenho do mesmo período de 2019. Enquanto isso, o Ebitda ajustado teve alta de 30,3% no comparativo anual, a R$ 2,1 bilhões e o fluxo de caixa operacional livre cresceu saltou 165% na base de comparação anual, a R$ 1,5 bilhão.

Conforme apontam os analistas da XP, o momento positivo nos EUA compensou os desafios na América do Sul, levando a companhia a registrar bons números no quarto trimestre. Com isso, a recomendação foi reiterada em compra para a ação.

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Vale destacar que o Conselho de Administração da Marfrig propôs à Assembleia Geral Ordinária, marcada para 8 de abril, a distribuição de R$ 141 milhões em dividendos, ou R$ 0,20 por ação –equivalente a 50% do lucro líquido distribuível aos acionistas.

Segundo o Credit Suisse, os números fortes podem ser justificados por uma margem recorde (13,1% de margem Ebitda ajustada), que foi beneficiada pelos preços da arroba mais baixos no mercado americano e também por uma margem boa na América do Sul (8,6%). “A tendência favorável para a National Beef deve continuar, dado que tudo indica que teremos spreads favoráveis nos EUA. Já a divisão de América do Sul deve se beneficiar das exportações e da depreciação do real. As iniciativas da gestão para ganhar eficiência também devem começar a aparecer de forma mais clara nos números. Acreditamos que a Marfrig pode ser um papel interessante para um momento de maior incerteza e reforçamos MRFG3 como nosso top pick”, apontam os analistas, que possuem preço-alvo de R$ 23 para o papel.

Smiles (SMLS3, R$ 19,16, -4,77%)

A Smiles Fidelidade registrou lucro líquido de R$ 89,823 milhões no quarto trimestre de 2020, perda de 50% em relação ao mesmo período do de 2019, quando havia obtido lucro de R$ 179,536 milhões. Em todo o ano passado, o lucro líquido foi R$ 195,957 milhões, queda de 67,7% ante 2019.

O Ebitda totalizou R$ 97,019 milhões nos meses de outubro a dezembro de 2020, retração de 58,8% ante igual época do ano anterior. Em 2020, o Ebtida somou R$ 238,830 milhões, baixa de 70% em um ano.

A receita líquida, por sua vez, totalizou R$ 211,165 milhões no quarto trimestre, baixa de 16,6% ante o quarto trimestre de 2019. No acumulado do ano passado, o valor foi de R$ 572,916 milhões, queda de 45,5% ante 2019. E relação à geração de caixa total, a empresa obteve R$ 332,188 milhões no último trimestre de 2020, redução de 28,5% ante igual período de 2019. Já a geração de caixa operacional caiu 27,5%, para R$ 315,305 milhões no quarto trimestre.

Petz (PETZ3, R$ 21,49, +6,23%)

A Petz teve lucro líquido de R$ 27,4 milhões, 65,1% maior frente os R$ 16,6 milhões em igual período de 2019. Os valores referem-se aos atribuíveis aos controladores.

A receita líquida foi a R$ 441,8 milhões no trimestre, 57,7% maior frente os R$ 280 milhões no mesmo trimestre do ano anterior.

Santos Brasil (STBP3, R$ 5,48, +3,40%)

Já a Santos Brasil teve lucro líquido de R$ 14,3 milhões, alta de 38,8%; no acumulado de 2020, a empresa teve prejuízo de R$ 13,8 milhões, revertendo lucro de R$ 11 milhões em 2019.

O Bradesco BBI destacou a alta de 6% nos volumes em TECON Santos, e que os dados preliminares indicam alta de 21% em janeiro de 2021 e de 27% em fevereiro, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

O banco espera que, apesar do real fraco, os volumes sejam fortes, devido a inventários baixos na indústria e no varejo no Brasil. Também projeta que a posição forte do TECON Santos leve a Hamburg Süd a aceitar o ajuste de 50% proposto para abril de 2021. O Bradesco BBI mantém avaliação de outperform para a Santos Brasil, com preço-alvo de R$ 10, frente aos R$ 5,3 de fechamento na segunda (8).

Gol (GOLL4, R$ 19,55, -0,15%)

A companhia aérea Gol informou na véspera que teve consumo líquido de caixa de R$ 3 milhões por dia em fevereiro, uma vez que seguiu enfrentando os efeitos de uma segunda onda da pandemia da Covid-19. A empresa informou ter tido no mês passado uma média de 355 voos por dia, queda de 28% em relação ao mês anterior, com taxa média de ocupação das aeronaves de 80,8%.

Eletrobras (ELET3, R$ 31,28, -1,73%; ELET6, R$ 31,79, -0,72%)

O projeto do governo para privatização da Eletrobras não vai aumentar tarifas de energia para os consumidores, uma vez que a proposta prevê que a companhia direcione até R$ 2,5 bilhões ao ano para aliviar a alta nas contas de luz, disse o chefe da assessoria econômica da pasta de Minas e Energia, Hailton Madureira, em debate sobre a privatização transmitido online pela TV Câmara.

O governo do presidente Jair Bolsonaro publicou no final de fevereiro uma medida provisória sobre a desestatização, que terá 120 dias para análise pelo Congresso. Madureira explicou que o modelo previsto para a desestatização envolve obrigação de a Eletrobras direcionar posteriormente “entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões” por ano em recursos para abater encargos que oneram as contas de luz dos consumidores.

Na segunda, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que deu carta branca para que o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, sugira nomes para a presidência da Eletrobras. Mas afirmou que ele é quem baterá o martelo sobre a indicação. Em 25 de janeiro, o ex-presidente da estatal Wilson Ferreira Júnior pediu demissão do cargo. O executivo assumirá o comando da BR Distribuidora.

Petrobras (PETR3, R$ 21,39, +1,86%; PETR4, R$ 21,59, +2,32%)

A Petrobras recebeu carta do Fundo de Investimento em Ações Dinâmica Energia e do Banclass Fundo de Investimento em Ações, ambos administrados pelo Banco Clássico, com a indicação de Leonardo Pedro Antonelli para a eleição para o conselho de administração da companhia. Antonelli é advogado, sócio fundador do escritório Antonelli e Advogados Associados, e já foi jurista no Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro. Ele já é conselheiro da Petrobras, eleito em 2020.

Energisa (ENGI11, R$ 41,90, +0,79%)

O Morgan Stanley divulgou sua avaliação sobre os papéis da Energisa, que tiveram queda de 22% em 12 meses, 17 pontos percentuais abaixo da média de outros atores do mercado.

Em sua visão, o resultado abaixo da média se deve à alta do real, aos impactos negativos da Covid, e a maior percepção de risco devido à intenção do governo federal de reduzir tarifas de energia.

O banco está atualizando, no entanto, sua avaliação para a empresa elevando-a de equalweight (exposição em linha com a média do mercado) para overweight (exposição acima da média do mercado), devido à previsão da taxa anual de crescimento ajustado de 19% entre 2020 e 2022, acima da média de 8% das empresas cobertas pelo banco. Além disso, prevê valorização de 29% nos papéis das ações em 2021. O banco elevou o preço-alvo da empresa em 2021 de R$ 52 para R$ 57, frente aos R$ 41,57 de fechamento da segunda (8).

Vamos (VAMO3, R$ 30,60, -3,44%)

O Bradesco BBI iniciou a cobertura da Vamos, focado em aluguel de caminhões. O banco avalia que a empresa oferece uma taxa composta de crescimento anual para 2021 e 2025 de entre 26% e 18%, retorno sobre o patrimônio líquido de 11%. Em sua avaliação, a empresa possui um desconto “não merecido” de 12% em relação ao setor de aluguel de carros, e de 17% frente à meta do Bradesco.

Os analistas do banco apontam que a empresa é o ator dominante em seu setor, que tem penetração abaixo do potencial. O banco espera que a divulgação de resultados trimestrais impulsione o valor das ações, o que deve levar que tenham valorização acima de Unidas, Movidas e Localiza, todas avaliadas pelo banco como outperform (perspectiva de valorização acima da média do mercado). O banco mantém avaliação de outperform para a Vamos, e preço-alvo de R$ 40, frente aos R$ 31,69 negociados na segunda (8).

(Com Reuters e Estadão Conteúdo)

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