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Edição MarketMsg e invistaja.info
palavras-chave: Meio/Ideia: Michelle Bolsonaro é a mulher mais poderosa do Brasil para 15,4%; invistaja.info;
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) é apontada como a mulher mais poderosa do Brasil por 15,4% dos entrevistados na pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (8). O levantamento foi espontâneo, ou seja, não apresentou uma lista prévia de nomes aos participantes.
Em segundo lugar nas menções aparece a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, com 9%, seguida pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, com 4,5%.
Também foram citadas a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), com 2,5%; a ex-ministra Simone Tebet (MDB), com 2%; a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), com 1,7%; a cantora Anitta, a ex-ministra Marina Silva (Rede) e a influenciadora Virginia Fonseca, com 1,5% cada; e a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, com 1,2%.
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A maioria dos entrevistados (43,5%) disse não saber responder. Outros 10,4% citaram nomes diversos, enquanto 5,5% afirmaram que “nenhuma” mulher concentra hoje mais poder no país.
A pesquisa também perguntou sobre os vídeos compartilhados por Michelle no fim de junho, o impacto das declarações feitas nas gravações — entre elas a afirmação de que teria sido “humilhada” pelo enteado, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — e testou o desempenho eleitoral da ex-primeira-dama em um cenário sem o nome dele na disputa de outubro.
Para 35% dos entrevistados, as declarações de Michelle nos vídeos em que expõe o conflito com Flávio são mais verdadeiras do que falsas. Outros 29% as consideram totalmente verdadeiras, mesmo percentual dos que avaliam as falas como mais falsas do que verdadeiras. Já 6,6% não souberam opinar e 0,3% classificaram as declarações como totalmente falsas.
Sobre o impacto das revelações, 44,4% disseram que elas não aumentam nem diminuem a confiança na ex-primeira-dama. Para 23,4%, a confiança aumentou, enquanto 17,3% afirmaram que ela diminuiu. Outros 14,9% não souberam responder.
Nos vídeos publicados, Michelle relatou que o enteado “foi muito ríspido”, a desrespeitou e a maltratou ao telefone. “Eu não tinha feito nada contra ele. Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política”, afirmou, ao comentar uma discussão entre os dois sobre as articulações do PL para as eleições no Ceará.
Em um cenário de primeiro turno sem Flávio Bolsonaro, a pesquisa Meio/Ideia mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 40,4% das intenções de voto, contra 29,4% de Michelle Bolsonaro. No segundo turno, Lula aparece com 45%, ante 36% da ex-primeira-dama.
No cenário com Flávio na disputa, o senador registra 32% no primeiro turno, também contra 40,4% de Lula, e 40% no segundo turno, diante de 45% do presidente.
Simulação de primeiro turno
Lula (PT): 40,4%
Michelle Bolsonaro (PL): 29,4%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 7,0%
Romeu Zema (Novo): 4,4%
Renan Santos (Missão): 3,5%
Aécio Neves (PSDB): 3,2%
hotWords:Meio/Ideia: Michelle poderosa Bolsonaro
Augusto Cury (Avante): 2,5%
Joaquim Barbosa (DC): 0,6%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 0,4%
Hertz Dias (PSTU): 0,1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 0,1%
Edmilson Costa (PCB): 0,1%
Samara Martins (UP): 0,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 2,6%
Não sabe: 5,7%
Simulação de segundo turno
Lula (PT): 45%
Michelle Bolsonaro (PL): 36%
Branco/Nulo: 11%
Não sabe: 8%
Entre os grupos em que Michelle aparece mais forte no segundo turno, destacam-se os jovens de 16 a 24 anos, entre os quais ela marca 47,6%; pessoas com renda superior a cinco salários mínimos (44,2%); e eleitores das regiões Norte (48,4%) e Sul (53,2%). A maior vantagem, porém, aparece entre os evangélicos, segmento em que ela registra 63,3%, contra 17,7% de Lula.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026. O levantamento Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas por telefone entre os dias 3 e 6 de julho. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais. Em razão de arredondamentos, a soma dos percentuais pode variar entre 99% e 101%.
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REFLEXÃO: Barry Ritholtz, da Bloomberg: Mantenha a simplicidade, faço menos e administre sua estupidez.
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