Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta quinta-feira – 24/6

Dados dos EUA concentram atenções; Relatório Trimestral de Inflação, noticiário político movimentado e mais destaques da sessão
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LONDRINA | invistaja.info — Em mais uma sessão de leve recuperação para os principais índices dos mercados acionários internacionais, a atenção continua focada em dados nos EUA, como a terceira revisão do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre,  pedidos de bens duráveis e de capital, além dos pedidos semanais de auxílio desemprego.

Aqui no Brasil, o noticiário político é movimentado, em meio à polêmica  envolvendo a compra de 20 milhões de doses da Covaxin, vacina indiana contra o novo coronavírus, além da repercussão da saída de Ricardo Salles do Ministério do Meio Ambiente. No radar econômico, atenção para o Relatório Trimestral de Inflação a ser divulgado pelo Banco Central. Confira os destaques:

1.Bolsas mundiais

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Os índices futuros americanos têm leves altas nesta quinta (24), enquanto as bolsas europeias também sobem. As bolsas asiáticas fecharam sem sentido definido.

Na quarta-feira (23), o índice S&P registrou queda de 0,1%, interrompendo a trajetória de alta dos dois primeiros dias da semana; o Dow perdeu 0,2%; enquanto que o Nasdaq ganhou 0,1%, fechando novamente em nível recorde.

De 11 setores cobertos pelo S&P, 8 fecharam no vermelho, com destaque para o de serviços, que teve queda de 1,1%. Empresas do setor de energia, como Exxon Mobil, Occidental Petroleum e Devo Energy fecharam, no entanto, em altas, assim como empresas do setor de tecnologia, como Tesla e Netflix.

Nesta semana, os três principais índices americanos acumulam alta de 1%. Na anterior, haviam tido desempenho negativo, após o Federal Reserve elevar suas expectativas para inflação, e sinalizar a possibilidade de elevar juros já em 2023.

Na terça, testemunho do presidente do Fed, Jerome Powell, ao Congresso, reiterou que as pressões inflacionárias devem ser temporárias, o que tem contribuído para melhorar o desempenho do mercado.

Os investidores aguardam novos dados de pedidos de seguro-desemprego nos EUA a serem divulgados na quinta-feira, assim como a última estimativa do PIB americano do primeiro trimestre. Além disso, os resultados do teste anual de estresse bancário do Fed estão programados para serem divulgados após o fechamento do mercado.

Joe Biden, presidente dos EUA, ainda recebe senadores democratas e republicanos na Casa Branca nesta quinta-feira para tratar do pacote de infraestrutura elaborado pelo grupo bipartidário no tamanho de US$ 559 bilhões. Ainda há pontos a serem acertados, porém o senador republicano Rob Portman afirmou que estão muito próximos de uma resolução.

Além disso, na sexta, será divulgado o chamado índice PCE de inflação dos EUA referente a maio, principal referência de preços do Fed. No mês passado, a inflação anual americana medida pelo CPI atingiu 5%, o maior nível em 13 anos.

As bolsas asiáticas fecharam sem resultado definido na quinta. Na China continental, o Shanghai composto fechou estável, em 3.566,29; em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu mais de 0,2%; no Japão, o Nikkei fechou o dia estável, em 28.875,23; na Coreia do Sul, o Topix avançou 0,3%.

Na Europa, o índice Stoxx600, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, sobe 0,4%, com destaque para os setores de serviços financeiros e tecnologia subindo 0,7%. Empresas de telecomunicação, por outro lado, têm queda de 0,4%.

Nesta quinta, o Banco da Inglaterra anuncia sua decisão mais recente sobre a taxa de juros. A expectativa é de que a instituição mantenha as taxas, nos menores patamares históricos, além de seu programa de compra de títulos. Também é possível que o banco central indique um ajuste para o ano que vem.

Nesta quinta, o Banco da Inglaterra deve anunciar sua decisão mais recente sobre a taxa de juros. A expectativa é de que a instituição mantenha as taxas inalteradas, nos menores patamares históricos, e mantenha seu programa de compra de títulos. Também é possível que o banco central indique um ajuste para o ano que vem.

2. Agenda

Na agenda doméstica, às 8h, a Fundação Getulio Vargas divulga os dados de confiança do consumidor de junho e IPC-S Capitais da 3ª quadrissemana de junho. No mesmo horário, é divulgado pelo Banco Central o Relatório Trimestral de Inflação (RTI). Presidente do BC, Roberto Campos Neto, e diretor de Política Econômica, Fabio Kanczuk, participam de coletiva sobre o RTI às 11h. Já o Conselho Monetário Nacional (CMN) realiza reunião às 15h.

Na Europa, o Banco da Inglaterra revela às 8h a decisão de política monetária.

Nos Estados Unidos, às 9h30, são divulgados dados sobre pedidos contínuos e novos pedidos de seguro desemprego, com a expectativa, segundo consenso Refinitiv, de 380 mil pedidos. No mesmo horário, atenção para a terceira e última estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) do país, cuja previsão do consenso Refinitiv é de crescimento à taxa anualizada de 6,4% no primeiro trimestre de 2021. Além disso, serão divulgados os dados de pedidos de bens duráveis de maio. Às 12h, John Williams, do Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc na sigla em inglês) do Fed realiza um discurso. Após o fechamento do mercado, às 17h30, o Fed divulga os resultados de último teste de estresse do sistema bancário.

Às 20h30 é divulgada o índice de preços ao consumidor (IPC) de Tóquio, relativo a junho.

Às 7h tem início a Cúpula de Líderes da União Europeia. Às 8h são divulgados o voto do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra, a flexibilização quantitativa total, a decisão sobre a taxa de juros e as atas da reunião, relativos a junho. Às 8h35, Fabio Panetta, do Banco Central Europeu, realiza um discurso. Às 12h30, Isabel Schnabel, do Banco Central Europeu, realiza um pronunciamento.

Às 9h se inicia a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN) do Brasil. Às 11h é divulgado o Índice de Evolução de Emprego do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Às 12h, John Williams, do Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc na sigla em inglês) do Fed realiza um discurso.

Às 9h30 são divulgados dados sobre pedidos contínuos e novos pedidos de seguro desemprego nos Estados Unidos. No mesmo horário são divulgados o núcleo de preços PCE, relativo ao primeiro trimestre no país, o PIB do primeiro trimestre.

Às 20h30 é divulgada o índice de preços ao consumidor (IPC) de Tóquio, relativo a junho.

3. Covid no Brasil

Na quarta (23), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 1.915, alta de 9% em comparação com o patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 2.343 mortes. As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h.

A média móvel de novos casos em sete dias foi de 77.295, alta de 26% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 114.139 casos.

Chegou a 67.205.588 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 31,74% da população. A segunda dose foi aplicada em 24.642.156 pessoas, ou 11,64% da população.

Aliado do governo de Jair Bolsonaro (sem partido), o deputado Luis Miranda (DEM-DF) afirmou que no dia 20 de março, apresentou ao presidente uma denúncia sobre um suposto esquema de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin, produzida pela Bharat Biotech. A aquisição é alvo de investigação pelo Ministério Público Federal e pela CPI da Covid.

Bolsonaro teria afirmado ao deputado Miranda que informaria a Polícia Federal sobre o caso, mas o então diretor da PF, Rolando Alexandre de Souza, afirma que não se lembra de nenhum aviso. A vacina foi comprada menos de um mês depois. O acordo para compra assinado pelo Ministério da Saúde inclui 20 milhões de doses, cada um apor US$ 15, totalizando R$ 1,614 bilhão.

“Os indícios de corrupção são claros”, afirmou Miranda. O deputado disse que encontrou Bolsonaro acompanhado do irmão, Luis Ricardo Miranda, que era chefe de importação do Departamento de Logística do Ministério da Saúde. Em depoimento ao MPF, Luis Ricardo afirmou que teria recebido “pressões anormais” para a compra da Covaxin. Ele citou os nomes do coronel Élcio Franco, Alex Lial Marinho e Marcelo Bento Pires, todos no Ministério da Saúde. O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM) afirmou que, “se Bolsonaro foi comunicado [de supostas irregularidades], ele prevaricou”.

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O Palácio do Planalto negou que tenha havido irregularidades nas negociações do governo para a compra da vacina contra Covid-19 Covaxin, desenvolvida pela indiana Bharat Biotech, ressaltou que nenhuma dose foi adquirida até o momento, e disse que o presidente Jair Bolsonaro pediu abertura de investigação da Polícia Federal contra um deputado federal que fez denúncias a respeito da negociação.

Em pronunciamento na quarta no Palácio do Planalto, o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, afirmou que Bolsonaro mandou a PF investigar os irmãos Miranda, e negou irregularidades. “Não houve favorecimento a ninguém, não houve sobrepreço e não houve compra alguma”, afirmou, acusando o deputado Luis Ricardo Miranda de ter cometido uma denúncia caluniosa.

Segundo Onyx, o irmão do deputado teria adulterado a documentação usada pelo parlamentar ao fazer a denúncia e será investigado pela Polícia Federal por sua conduta, assim como o próprio parlamentar, a pedido de Bolsonaro.

O ministro da Secretaria-Geral afirmou no pronunciamento que uma empresa citada pelo deputado como intermediária para a compra da vacina é, na verdade, uma subsidiária da Bharat. Segundo ele, um pedido de pagamento adiantado da Bharat citado pelo deputado como suspeita de irregularidade foi posteriormente modificado pela empresa indiana.

Em entrevista à agência internacional de notícias Reuters, o deputado Miranda prometeu apresentar documentos à CPI. “Na sexta-feira vou entregar todos esses documentos para a CPI, e aí o quadro muda radicalmente. Porque é visível a tentativa de arrancar dinheiro público sem nenhum propósito documental, com valor superfaturado, com segundas intenções”, disse.Além disso, na quarta o Senado aprovou o projeto que autoriza a fabricação de vacinas contra a Covid-19 para a imunização humana em plantas industriais de medicamentos veterinários. A proposta, que sofreu alterações em sua tramitação na Câmara, foi chancelada pelo Senado em uma segunda análise na quarta, e segue à sanção presidencial.

De acordo com o texto aprovado, as instalações interessadas na produção de vacinas humanas contra a Covid deverão ter um processo de gerenciamento de risco para evitar a contaminação cruzada. Texto anteriormente editado por senadores determinava que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deveria emitir decisão sobre a autorização no prazo máximo de sete dias, mas esse trecho foi alterado na Câmara para prever que os pedidos de autorização desses estabelecimentos deverão ser priorizados, sem um prazo específico.

4. Saída de Ricardo Salles do governo 

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, anunciou na quarta que pediu demissão do cargo, em meio a críticas sobre a política ambiental do país e investigações sobre sua conduta à frente da pasta.

“Eu entendo que o Brasil, ao longo desse ano e no ano que vem, na inserção internacional e também na agenda nacional, precisa ter uma união muito forte de interesses e de anseios e de esforços. E para que isso se faça da maneira mais serena possível, apresentei ao senhor presidente (da República) o meu pedido de exoneração, que foi atendido”, disse Salles em declaração no Palácio do Planalto.

Joaquim Álvaro Pereira Leite, que comandava a Secretaria da Amazônia e Serviços Ambientais do ministério, foi nomeado para exercer o cargo de ministro no lugar de Salles, de acordo com edição extra do Diário Oficial da União. Leite foi conselheiro da Sociedade Rural Brasileira (SRB) de 1996 a 2019.

Em seu pronunciamento, o agora ex-ministro disse ter experimentado, à frente da pasta, muitas contestações a ações tomadas ou planejadas, ou o que chamou de “tentativa de dar a essas medidas um caráter de desrespeito à legislação, ou desrespeito à Constituição, o que não é absolutamente verdade”.

Salles foi alvo no mês passado de operação da Polícia Federal para investigar suspeita de crimes de corrupção e facilitação de contrabando de madeira, que inclui ainda outros agentes públicos e empresários do setor.

No início deste mês, a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um inquérito criminal para investigar o então ministro. Segundo uma fonte do Supremo citada pela agência Reuters, o ministro Alexandre de Moraes, encarregado de um dos inquéritos contra Salles, vai decidir se a investigação segue na corte ou vai para a primeira instância por ele não ter mais prerrogativa de foro.

Salles também é apontado como um dos possíveis motivos para paralisação em negociações ambientais do Brasil com os Estados Unidos, segundo a presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Kátia Abreu (PP-TO). Em nota divulgada na terça-feira, a senadora afirmou que “nossos parceiros americanos e europeus estão atentos à evolução do desmatamento na estação seca, às investigações contra o ministro do Meio Ambiente e às propostas de mudança de legislação em trâmite no Congresso: licenciamento ambiental e regularização fundiária”.

“Se nenhuma evolução positiva ocorrer no trato que o Brasil dá ao tema do meio ambiente, sanções poderão se tornar uma realidade em breve, talvez ainda este ano”, alertou a presidente da CRE.

Além disso, em evento com representantes da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o ministro da Economia Paulo Guedes afirmou que o valor de equilíbrio do câmbio é “bem abaixo” do patamar atual, acrescentando que sua aposta é que a taxa ainda cairá “bem mais”.

“Então o câmbio agora já está, o equilíbrio possivelmente é bem abaixo do que está. Chegou aí a R$ 5,50, R$ 5,70, R$ 5,80, e possivelmente é bem abaixo, bem abaixo do patamar atual, que pela primeira vez está furando 5 para baixo. Acho que vai descer bem mais na medida em que todo mundo perceber que a política é consistente, é coerente”, disse Guedes.

Ele também afirmou que o governo deve anunciar nesta semana a renovação do auxílio emergencial por mais três meses. Nos próximos meses, afirmou o ministro, a ideia é buscar a adesão de empresas interessadas, que pagariam uma complementação da bolsa aos jovens beneficiados. “Nós renovamos o BEM, renovamos também o auxílio emergencial. Isso vai até 31 de julho, e agora o presidente deve anunciar, talvez ainda nesta semana, mais três meses de auxílio emergencial”, disse Guedes.

O Estadão destaca reportagem em que o governo estima um crescimento de R$ 105,2 bilhões nas despesas obrigatórias em 2022, segundo documento do Ministério da Economia ao qual teve acesso. O avanço nesses gastos é o que limita o “espaço livre” que o governo terá para novas despesas em 2022, ano de eleições. Por enquanto, o próprio governo estima que a folga será de cerca de R$ 25 bilhões.

Ainda no destaque político, o ministro Luís Roberto Barroso negou pedido de Jair Bolsonaro para suspender decretos dos Estados do Rio Grande do Norte, de Pernambuco e do Paraná que determinaram medidas restritivas, em razão da pandemia de Covid-19. O ministro ressaltou que as medidas estaduais estão de acordo com reiterada jurisprudência do STF, segundo a qual a União, os estados e os municípios possuem competência legislativa concorrente (CF, art. 24, XII) e competência administrativa comum (CF, art. 23, II) para a defesa da saúde.

5. Radar corporativo

Em destaque, a Câmara dos Deputados aprovou na noite da véspera a Medida Provisória (MP) que aumenta a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para os bancos de 20% para 25% até o final do ano. As demais instituições financeiras (como corretoras de câmbio, empresas de seguro, cooperativas de crédito, administradoras de cartão de crédito) pagarão 20% (hoje são 15%) até o final de 2021 e em 2022 voltam para os 15%. Já o fim dos incentivos tributários para a indústria química e petroquímica será de quatro anos. O texto vai para sanção presidencial.

Ainda no radar, a Vale comunicou que alterou o valor a ser pago por ação em dividendos anunciados na última quinta-feira (17).  A mineradora tinha anunciado um dividendo de cerca de R$ 2,177096137 por ação e, após a modificação, o valor  definido ficou em R$ 2,189670064. Segundo a empresa, a alteração foi necessária após uma recompra de ações da companhia diminuir o número de ativos em circulação. Por isso, houve alteração do número de ações em circulação da Vale.

A partir do dia 24 as ações da Vale negociarão “ex-dividendos”, significando que quem comprar os papéis desse dia em diante não terá direito a receber os proventos. O pagamento ocorrerá no dia 30 de junho para os investidores nacionais e de 8 de julho para quem for dono dos ADRs.

A Fleury informou que segue trabalhando para resolver o ataque cibernético do qual foi vítima nesta semana e que vem recebendo o auxílio da Quality Assurance. “Ressaltamos que nossa base de dados está íntegra e que o atendimento em todas as unidades de atendimento da companhia segue acontecendo por meio de soluções de contingência para garantir a prestação de serviços aos nossos clientes, que seguem recebendo nosso foco de atenção”, destacou a empresa.

A Iguatemi vai emitir R$ 500 milhões em debêntures e afirmou que vai usar o capital para reforçar o capital de giro e para alongar as dívidas.

A Marfrig Global Foods afirmou em nota na quarta que comprou um terreno para a construção de uma unidade frigorífica na cidade Yby Yaú, no Departamento de Concepción, no Paraguai, marcando a entrada da companhia em mais um país da América do Sul. A intenção de construir uma unidade no país sul-americano já havia sido mencionada pela empresa, principalmente após a realização de uma parceria com a Associação Paraguaia de Produtores e Exportadores de Carne, anunciada em 2020. Na época, a Marfrig disse que os investimentos no projeto poderiam chegar a US$ 100 milhões.

O Carrefour, dono do Carrefour Brasil, afirmou na quarta que começou uma “reflexão” sobre o tamanho de suas subsidiárias internacionais, mas negou que tenha decidido vender ativos. Uma porta-voz do Carrefour fez o comentário depois que a revista semanal francesa Challenges publicou que o Carrefour está planejando vender subsidiárias na Polônia e em Taiwan e que concedeu mandato à KPMG para auditá-las.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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REFLEXÃO: Michael Kitces, conselheiro financeiro: Invista pensando no longo prazo, não especule, mas, não ignore as flutuações do mercado.

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